sábado, 26 de dezembro de 2009

Pensem nisso!!!!


"Se as abelhas desaparecerem da face da Terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência. Sem abelhas não há polinização, não há reprodução da flora, sem flora não há animais, sem animais, não haverá raça humana." disse Albert Einstein.

Em 2008 uma pesquisa realizada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e observadores de apiários revelou que 36% das 2,4 milhões de colméias pereceram devido ao distúrbio do colapso das colônias.

Esta catástrofe afeta as colônias de abelhas nos Estados Unidos desde os anos 1980, mas se intensificou nos últimos anos. Nos Estados Unidos até 60% das abelhas teriam sumido na Califórnia e mais de 70% em algumas regiões da costa leste e no Texas no inverno de 2006/2007. Esta dizimação em massa de populações de abelhas está ocorrendo em diversos países sem uma causa definida. Em algumas regiões da Europa foi registrado o sumiço de até 80% da população de abelhas.

A razão para este desaparecimento de abelhas pode ser o uso excessivo de toxinas e produtos químicos usados na agricultura ou o impacto causado de plantas geneticamente modificadas, que poderia causar uma redução do sistema imunológico dos insetos.

O curioso é que as abelhas não estão morrendo nas colméias nem as colônias estão sendo atacadas por outros insetos, mas elas ficam desorientadas e não conseguem retornar para as colméias. Ainda não se sabe o que faz estes animais perder o senso de orientação.
Acesse:

http://www.fimdomundo2012.com/ciencia-2012/albert-einstein-2012.htm

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Etiqueta avalia seis marcas


E aí alunos o que vocês acham disso?
Quais as vantagens ambientais? Responda de forma holística?


A Renault e a Toyota aderiram ao Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, que tem por objetivo permitir que o consumidor compare a eficiência energética de veículos de uma mesma categoria, auxiliando-o a tomar uma decisão de compra consciente. Concluída em dezembro pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) em parceria com o Conpet (Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural), programa vinculado ao Ministério de Minas e Energia e desenvolvido pela Petrobras, a tabela 2010 contempla a participação de seis montadoras – Fiat, Honda, Kia, Volkswagen, Renault e Toyota, as duas últimas recém-inscritas – e 67 modelos, que correspondem a 50% do volume de vendas no mercado nacional. Até 2009, eram 31 modelos. As categorias avaliadas são subcompactos, compactos, médios, grandes, carga derivado, comercial e fora de estrada.

A Etiqueta Veicular classifica os veículos de acordo com a eficiência energética por categoria, ou seja, quanto eles despendem de energia para se locomover. A classificação vai de ''A'' (mais eficiente) até ''E'' (menos eficiente). São considerados mais eficientes os automóveis que, nas mesmas condições, gastam menos energia em relação a seus pares e, portanto, consomem menos combustível. Para comparar veículos que usam combustíveis diferentes, os valores de consumo verificados em álcool e gasolina são convertidos em joule – unidade que mede a energia.

Outra informação apresentada pela Etiqueta Veicular são os valores de referência da quilometragem por litro, na cidade e na estrada, com diferentes combustíveis. A adesão dos fabricantes e importadores de automóveis é renovável a cada ano e, para participar, o fornecedor deve informar os valores de consumo energético de, no mínimo, 50% de todos os seus modelos de automóveis zero km previstos para comercialização no período, podendo optar por fixar ou não a etiqueta em qualquer um dos vidro do automóvel.

domingo, 20 de dezembro de 2009

COP 15, Copenhague, começou entre o fracasso e a esperança


http://www.ecodebate.com.br/2009/12/10/cop-15-copenhague-comecou-entre-o-fracasso-e-a-esperanca/




A COP 15 – Décima Quinta Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas – o encontro internacional considerado por muitos como o mais importante do século começou na capital da Dinamarca. O desafio: chegar a um acordo para estabilizar a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera em um patamar que evite o desequilíbrio do clima no planeta.

Na última década a questão ecológica deixou de ser um assunto periférico e deslocou-se para o centro da agenda mundial. Foi decisivo para esse deslocamento o movimento ambientalista e o já histórico relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas – IPCC – de fevereiro de 2007. À época, o informe dos pesquisadores e cientistas foi categórico e não deixou espaço para dúvidas ao afirmar de forma contundente – o relatório utilizou a expressão “inequívoca” – que o aquecimento global se deve à intervenção humana sobre o planeta, ou seja, o responsável pela evolução acelerada da tragédia ambiental é a ação antropogênica sobre a Terra.

Há dois temas centrais na pauta em Copenhague: O primeiro é a necessidade premente de um novo acordo – Kyoto está defasado – que reduza drasticamente a emissão dos gases-estufa. Desde o relatório do IPCC de 2007 o sentido de urgência, de que algo precisa ser feito, foi ganhando corpo e um consenso foi se consolidando: a temperatura do planeta não pode subir mais do que 2 graus Celsius até o final desse século. Esse limite é considerado o ponto crítico após o qual as consequências das mudanças climáticas seriam irreversíveis. Para que isso aconteça o mundo tem 40 anos – até 2050 – para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 80% e apenas uma década para atingir metas que correspondam a 20%.

O segundo tema diz respeito ao financiamento – o Fundo do clima –, de como os países ricos, principais responsáveis pelo aquecimento atual ajudarão os países pobres a descarbonizarem sua economia. As cifras necessárias são estimadas em US$ 150 bilhões a US$ 300 bilhões ao ano. Até agora, nenhum país rico disse com quanto pretende contribuir. Retornaremos a esse tema.

O movimento ambientalista já estabeleceu a sua pauta frente a essa agenda. Para o movimento ecológico, o sucesso em Copenhague exigirá um acordo justo, ambicioso, que tenha validade legal e contemple: Um compromisso dos países industrializados de reduzir as emissões em até 40% até 2020 (níveis de 1990); um plano para pôr fim ao desmatamento tropical até 2020 e pelo menos US$ 140 bilhões por ano em financiamentos públicos para os países em desenvolvimento.

É do possível acordo frente aos dois temas – redução e financiamento – que Copenhague pode se transformar numa flopenhague (de flop, ou fiasco, em inglês) ou em uma hopenhague – de hope, esperança, destaca Claudio Angelo.

Embora o tom do noticiário tenha ficado mais otimista ou menos pessimista nas últimas duas semanas, chega-se à abertura da reunião da Convenção do Clima, em Copenhague em meio a incertezas ainda muito acentuadas, afirma o ambientalista e jornalista Washington Novaes. Segundo ele, esse clima de incerteza é explicado pelo vai e vem de posições: “Nem sempre é simples entender o que acontece. Ora se noticia que EUA e China chegaram a um acordo para reduzir emissões, ora se noticia que os emergentes (China, Índia, Brasil, África do Sul), reunidos em Pequim, criaram frente para pressionar os países industrializados a quem atribuem a responsabilidade histórica e numérica de reduzir emissões a também financiar adaptações às mudanças e transferência de tecnologias”.

O mais provável é que o encontro termine com um acordo denominado de “politicamente vinculante”, em vez de “legalmente vinculante”. Na linguagem diplomática um acordo “politicamente vinculante” significa que os países assinam um documento se propondo a realizar esforços na direção do que seria de fato necessário e desejável. Na linguagem popular, significa “empurrar com a barriga” o problema para 2010 – esse é o quadro flopenhague

A grande surpresa seria um acordo ousado em que os países definissem de fato um acordo “legalmente vinculante”, ou seja, com força de lei. Esse cenário, hopenhague, está mais distante, embora não seja totalmente descartável. “A hora é agora. Os resultados virão, porque o preço político de não produzi-los é tão alto que nenhum país poderá pagá-lo”, afirma Connie Hedegaard, presidente da COP-15.

Segundo ela, “todo mundo concorda que ainda podemos chegar a um acordo em todos os elementos-chave necessários a uma resposta ambiciosa global à ameaça da mudança climática – como cortes de emissões de gases-estufa pelos países desenvolvidos e novos fundos para ajudar nações em desenvolvimento a se adaptarem às mudanças climáticas e escolherem um caminho de desenvolvimento verde”.

Na mesma linha vai Yvo de Boer, secretário das Nações Unidas para as mudanças climáticas, para quem
“os chefes de Estado vêm para celebrar êxitos, não para firmar fracassos”. Segundo ele, “nunca nos 17 anos das negociações do clima, os países haviam feito tantos anúncios”. A ONU considera que Copenhague será “um ponto de inflexão na luta para prevenir o desastre climático”.

O otimismo da ONU deve-se ao fato de que nas últimas semanas, os EUA se comprometeram a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em cerca de 17% até 2020 com relação a 2005. A China anunciou que irá frear o aumento de suas emissões e que, dentro de 10 anos, para cada ponto do PIB, irá emitir 40%, e que, em 2050, um terço de sua energia será renovável.

A União Européia, por sua vez, comprometeu-se a reduzir suas emissões em 20% com relação a 1990 e avalia agora ir a 30%. Por outro lado, Japão, Austrália, Brasil, México também chegam a Copenhague com compromissos.

Embora se respire otimismo, está praticamente certo que nada será definitivamente acertado em Copenhague. A própria Connie Hedegaard, anfitrião e presidenta do encontro, dá o caminho de como as coisas deverão terminar: “Nossa leitura, feita a partir das negociações e de muitos encontros bilaterais nos últimos meses, é que existe um sentimento geral de que será muito difícil produzir um instrumento legal completo já em Copenhague – muitos detalhes ainda precisam ser resolvidos –, mas não podemos sair de Copenhague sem um mandato claro para finalizar um instrumento legal num prazo curto”.

Esse resultado, o mais provável, ficaria numa espécie de meio termo entre a flopenhague (fracasso total) e a hopenhague (acordo ousado). Esse resultado, aliás, já foi de certa forma antecipada por Lula e Angela Merkel ao afirmarem que Copenhague não resultará em um “acordo dos sonhos”.

Há, porém os efetivamente otimistas. Um deles é Achim Steiner, diretor do Programa Ambiental das Nações Unidas (Unep). O seu otimismo fundamenta-se na metas já anunciadas pelos países: “Quem considera impossível um acordo em Copenhague está simplesmente errado” disse ele. O diretor da Unep e o especialista inglês Nicholas Stern afirmaram em relatório que a diferença entre as metas já anunciadas – nas últimas semanas, houve anúncio de metas de corte por parte de países que lideram o grupo dos maiores poluidores, como Estados Unidos, China, Índia, Brasil e Indonésia – de corte na emissão de poluentes e o volume considerado necessário pelos cientistas é relativamente pequena.

O estudo afirma que o mundo precisa limitar as emissões a 44 bilhões de toneladas por ano até 2020 para manter o aumento da temperatura neste século em 2 graus (calculados com base no período pré-Revolução Industrial), patamar considerado aceitável pela maioria dos cientistas. Se efetivamente adotadas, as metas já anunciadas por países ricos e em desenvolvimento permitirão reduzir as emissões a 46 bilhões de toneladas por ano.

Fundo do Clima

Um tema que será objeto de forte negociação é o financiamento, ou ainda, o Fundo do clima como mostra as primeiras declarações em Copenhague. O Fundo do clima diz respeito ao repasse de recursos dos países ricos aos pobres e emergentes para auxiliar no mitigamento do impacto ambiental. Nos bastidores do primeiro dia da 15ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP-15), com a União Europeia à frente, surgiu a proposta dos governos de países industrializados em não repassarem recursos dos fundos de Adaptação e Mitigação aos grandes países emergentes, como o Brasil.

Negociadores europeus e sul-americanos alertam que, sem o entendimento sobre o repasse de recursos dos fundos, as chances de acordo são reduzidas. Os debates sobre financiamento devem ser os mais complexos da COP-15. Não há consenso nem sobre a administração do fundo nem sobre seu montante total – e muito menos sobre a divisão dos valores, assunto que provoca divergência ainda maior entre os diplomatas europeus.

Para eles, a crise econômica – marcada pelo mau desempenho de países industrializados e pela boa performance dos grandes emergentes como China, Índia e Brasil – alterou as condições de negociação entre Bali, em 2007, e Copenhague, em 2009. “A arquitetura do Protocolo de Kyoto previa fluxos significativos de recursos migrando para China, Índia e Brasil. Hoje, acreditamos que, quanto maiores as necessidades de recursos de um país, mais ele precisa receber”, disse o negociador da União Europeia, Artur Runge-Metzger, em referência às nações menos desenvolvidas, como as africanas.

O ex-ministro do Meio Ambiente da França e embaixador encarregado das negociações do clima, Brice Lalonde, confirma a posição. “Na Europa, nos perguntamos se os emergentes devem receber recursos do Fundo de Adaptação ou se o mais plausível seria que apenas os países menos desenvolvidos, como os da África, tenham acesso”, afirmou. “O mundo mudou após a crise, e o papel dos emergentes não é mais o mesmo.”

A hora é agora!

Copenhague e o seu resultado servirá como um sinalizador da real disposição dos governantes em enfrentar a mais grave crise civilizatória: a crise ecológica. Como afirma Jeremy Rifkin, “temos duas semanas para puxar o freio de emergência e evitar a catástrofe climática”.

Hoje o mundo já vive com os refugiados do clima e Bangladesh é o maior exemplo: No último século, a ilha já perdeu 65% de seu território de 250 quilômetros quadrados. Outra ameaça dramática vivem os povos asiáticos em função do aquecimento global. As mudanças climáticas no topo do mundo põe em risco o fornecimento de água da Ásia. As geleiras do Himalaia estão em perigo, já que o seu derretimento (dentro do normal) alimenta o sistema hídrico mais poderoso do mundo: os rios Ganges, Indus, Brahmaputra, Mekong, Amarelo e Yangtze, um sistema que fornece sustento material e espiritual para mais de três bilhões de pessoas.

Esses são apenas dois exemplos de que o planeta Terra dá sinais de esgotamento. Reiterados estudos indicam que os sistemas físicos e biológicos alteram-se rapidamente como nunca antes aconteceu na história da civilização humana. Plantas florescendo mais cedo, primaveras precoces, desequilíbrio do padrão migratório das aves, geleiras derretendo, extermínio sem precedentes de espécies de animais, fenômenos assustadores como ciclones e furacões são algumas amostras irrefutáveis de que o planeta entrou em um estágio de agonia.

Nessa perspectiva é preocupante a pesquisa Nielsen/Universidade de Oxford que revela que a preocupação mundial com a mudança climática diminuiu nos últimos dois anos. A pesquisa mostrou que 37 por cento de mais de 27 mil usuários de Internet em 54 países disseram estar “muito preocupados” com a mudança climática, menos que os 41 por cento de uma pesquisa similar de dois anos atrás. “A preocupação global com o clima esfriou”, disse a Nielsen sobre a pesquisa realizada em outubro, que ligou a redução das preocupações com o clima à crise econômica mundial. Nos Estados Unidos, o segundo maior emissor de poluentes após a China e a única nação industrializada fora do Protocolo de Kyoto das Nações Unidas (ONU), o número dos muito preocupados caiu de 34 para 25 por cento.

Por outro lado no Brasil, pesquisa realizada pelo Instituto Análise, revela que nove em cada dez entrevistados (88%) já ouviram falar do aquecimento global. E 80% disseram ter notado alguma mudança climática nos últimos anos. Desses, 89% classificaram a mudança como ruim para a região onde mora. “O tema do aquecimento global ficou muito popular, e isso é importante para mobilizar as pessoas”, disse o diretor do Instituto Análise, Alberto Carlos Almeida. “Mostra também que a opinião pública está propensa a ouvir discursos que tratem desse tema”, completou, referindo-se à crescente atenção que políticos têm dado ao aquecimento global, por causa da conferência de Copenhague.

Perguntadas sobre “qual país é o maior culpado pelo aquecimento global”, 45% das pessoas responderam, espontaneamente, “Estados Unidos”. A resposta está cientificamente correta, já que os EUA são o país que mais contribuiu historicamente para o acúmulo de gases do efeito estufa na atmosfera. Já a China, que é o que mais emite gás carbônico atualmente, foi citada por 3% dos entrevistados. O Brasil apareceu em 12% das citações, apesar de a contribuição histórica do País para o problema ser pequena.

Destaque-se, porém, que em uma outra pesquisa, a preocupação com o ambiente ficou em sexto lugar na lista de prioridades para o próximo presidente da República, atrás de saúde, educação, segurança pública, emprego e salário mínimo. O tema ficou à frente, porém, de estradas e obras públicas. “É uma demonstração de que todo mundo quer obras, mas que, cada vez mais, essas obras precisam levar em conta o impacto ambiental”, avalia Almeida. Poluição dos rios e desmatamento foram os problemas ambientais mais citados pelos entrevistados.

Universia dá dicas para organizar o estudo a distância

A EAD (Educação a Distância) oferece a possibilidade de aprender em casa, sem que o trânsito ou a agenda atribulada ofereçam contratempos à aquisição de conhecimento. No entanto, é preciso ter disciplina com a organização de tempo e concentração para não prejudicar o aprendizado. O portal Universia traz dicas de especialistas para garantir qualidade ao estudo por EAD.

O conteúdo do Portal considera a disciplina como fator fundamental para obter sucesso no aprendizado a distância. O estudante deve evitar distrações durante o período de aprendizagem. Manter o computador em um local tranqüilo, checar notícias e e-mails pessoais antes de iniciar a aula, ajuda a manter a concentração. Criar uma rotina diária de estudo também colabora com a organização do tempo e a gestão do conteúdo aprendido.

Mais informações sobre como organizar os estudos a distancia podem ser conferidas no endereço www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=17709. Outros dados sobre a EAD estão no Canal Educação a Distancia, em www.universia.com.br/ead.



»» Fonte: http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=26349

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Desabafo docente.


Percebi durante a graduação e hoje como professor, que o aluno ingressa na universidade com uma visão de ensino que é criada durante toda a educação básica brasileira e permanece no ensino superior. A meta é decorar o que vai cair na prova para conseguir notas e se aprovado no final do período. Não vejo a menor preocupação em grande parte dos estudantes em evoluir como ser humano, de sintetizar novas idéias a partir dos conhecimentos aprendidos durante a graduação, aprendendo de verdade. Observo apenas a mera reprodução de conhecimentos, sem questionamentos ou críticas. Sinto que a imagem do professor como mestre, formador de caráter e agregador de valores se perdeu há muito tempo. Hoje em dia, o estudante tem o professor como um mero prestador de serviços, alguém que fornece informações ao longo de 4/5 anos necessárias para se obter um diploma.

Durante conversas com outros colegas, também constatei certos perfis de professores. O professor da universidade particular precisa ser flexível e compreender a idéia do aluno como cliente: se ele for um professor muito rígido, poderá reprovar muitos alunos, que não vão ficar satisfeitos pela cobrança e irão reclamar com o coordenador ou podem abandonar o curso (menos pessoas pagando mensalidades); se ele for um professor muito relaxado e cobrar pouco, os alunos também vão reclamar. Logo, ele precisa ser o professor flexível, ou seja, não ensina nada de muito complicado, cobra o básico para evitar reclamações ou aumenta um pouco o nível de cobrança, mas fornece trabalhos extras e outros mecanismos para recuperar notas baixas e evitar reprovações. No caso da universidade pública, a história é um pouco diferente. Durante os dois primeiros anos de probatório, o professor tenta ser manter o perfil flexível, mencionado anteriormente, para evitar problemas. Passado o probatório, ele faz a sua escolha: pode ser um professor dedicado, que se preocupa com os alunos, na forma como está passando o seu conhecimento adiante e cobra do aluno independente da possibilidade de reprovação (o problema da reprovação é que um aluno reprovado significa um aluno a mais no próximo período e uma turma ainda mais lotada); pode ser um professor que faz o que bem entender durante as suas aulas, já que não existe a menor cobrança de chefes de departamento ou dos próprios alunos, ou um professor que tenta ensinar alguma coisa, que torce para que os alunos aprendam e leva a vida assim.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Objetivos gerais e específicos


Os objetivos constituem a finalidade de um trabalho científico, ou seja, a meta que se pretende atingir com a elaboração da pesquisa.
São eles que indicam o que um pesquisador realmente deseja fazer. Sua definição clara ajuda em muito na tomada de decisões quanto aos aspectos metodológicos da pesquisa, afinal, temos que saber o que queremos fazer, para depois resolvermos como proceder para chegar aos resultados pretendidos.
Podemos distinguir dois tipos de objetivos em um trabalho científico: os objetivos gerais e os objetivos específicos.
Como o próprio nome diz, os objetivos gerais são aqueles mais amplos. São as metas de longo alcance, as contribuições que se desejam oferecer com a execução da pesquisa. Em geral, o primeiro e maior objetivo do pesquisador é o de obter uma resposta satisfatória ao seu problema de pesquisa.
No entanto, para se cumprir os objetivos gerais é preciso delimitar metas mais específicas dentro do trabalho. São elas que, somadas, conduzirão ao desfecho do objetivo geral.
Por exemplo, se o objetivo geral de um projeto é o de contibuir para o estudo de uma dada realidade social, os objetivos específicos deverão estar orientados para esta meta: descrever a realidade; compará-la com outras situações similares; sistematizar os pontos determinantes para sua ocorrência. Cumpridos estes objetivos parciais, certamente o pesquisador conseguirá atingir seu objetivo mais amplo.
Observe-se que a formulação dos objetivos - seja dos gerais, seja dos específicos - se faz mediante o emprego de verbos no infinitivo: contribuir, analisar, descrever, investigar, comparar...
Cumpre ainda dizer que os objetivos têm função norteadora no momento da leitura e avaliação do TCC ou da tese. Isto porque, um trabalho acadêmico é julgado, em grande parte, pela capacidade de cumprir os objetivos que se propõem em suas páginas iniciais. Então, o alerta é: cuidado na hora de estabelecer os objetivos. Além de claros, estes têm que ser exequíveis.

Texto retirado do blog:http://metodologiadapesquisa.blogspot.com/2008/11/objetivos-gerais-e-especficos.html

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Prof.Eduardo de Almeida

ATIVIDADE DE AVALIAÇÃO

Prezados pós-graduandos do MBA em Gestão Ambiental.

Segue abaixo tema de nossa avaliação:

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR QUÊ? PARA QUÊ? PARA QUEM?


No link abaixo "comentários" postar sua opinião sobre o tema acima.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009



Prezados alunos,

Certamente vocês já houviram falar que em 2012 seria o fim da humanidade...segundo profecias...o assunto não poderia ficar de fora dos cinemas...

Afinal é de soltar a imaginação se nos perguntarmos o que faremos ???? é quem pensou que o fim do mundo seria com um ataque nuclear global ou então a invasão de ET´s ...acho que as pistas já se mostram decifráveis...afinal basta lembrar do Tsunami...e demais eventos climáticos dos últmos tempos.... já prestaram a atenção que o clima mudou e muito aqui no RS....bom fica também uma pergunta ....é se o fim de tudo não for 2012 ou melhor se passarmos de 2012???...
É hora de pensar no Planeta como não houvesse amanhã...afinal o amanhã ainda não chegou...por isso o que vale é o hoje (o agora)....afinal o passado já passou e o futuro ainda não existe...VIVA O HOJE ...!!!

ATÉ NOSSO ENCONTRO EM SALA DE AULA.

Segue resumo do filme que estreia em data bem interessante SEXTA-FEIRA 13...

Com o alinhamento da Terra com os outros planetas, uma série de explosões no sol começa a afetar a vida terrestre. Depois de pesquisas em uma mina subterrânea, cientistas descobrem como o planeta está sendo afetado, e percebem que tudo o que é conhecido hoje será destruído em pouco tempo. Apesar de o cientista Adrian avisar ao presidente americano, as medidas necessárias para tentar conter o problema não são tomadas, e quando chega o ano de 2012, o ser humano corre um sério risco de extinção.

Tentando fazer de tudo para salvar a vida de sua família, o escritor fracassado Jackson Curtis segue os conselhos de um profético apresentador de rádio e corre para fugir da morte. Para se salvar, há apenas uma solução, conseguir comprar passagens para as poucas arcas construídas pelos chineses que permitem a sobrevivência de quem estiver ali. Porém, apenas os bilionários conseguem ter dinheiro o suficiente para se salvar. Mesmo assim, Curtis não desistirá enquanto não evitar a morte de sua ex-mulher e de seus filhos.

Inspirado na profecia maia, que afirma que o mundo acaba em 21 de dezembro de 2012, o longa é mais uma produção de filme-catástrofe do cineasta Roland Emmerich. Antes, o diretor já havia realizado obras como Independence Day, Godzilla e O Dia Depois de Amanhã. Emmerich chegou a confirmar pouco antes da estreia do filme, que pretende fazer uma continuação, que se chamaria 2013, e seria uma série de televisão. No filme, dentre as cenas está uma em que o Rio de Janeiro é destruído.

Meio Ambiente


Alunos segue algumas considerações e variações do uso do termo meio ambiente, sendo que a primeira é nosso foco principal...

Meio Ambiente Natural ou Físico
- Constitui-se pelo ar, atmosfera, água, solo, subsolo, fauna, flora e biodiversidade.
- Independem da ação do homem.


Meio Ambiente Artificial
- Espaço urbano construído (espaço urbano fechado) e (espaço aberto).
- Estatuto da Cidade – Lei 10.257/01.

Meio Ambiente Cultural
- Consiste na intervenção humana Pátrio Poder – Homem como centro da família.
- Patrimônio histórico, artístico, paisagístico, arqueológico, ecológico etc.
- Formadores de Identidade.
- Art. 216 da CF/88.
- Proteção – inventário, registros, vigilância, tombamento e desapropriação.

Meio Ambiente Do Trabalho
- Lugar do exercício profissional.
- Local hígido, sem periculosidade, com harmonia para o desenvolvimento da produção e respeito a dignidade da pessoa.
- CF/88, art. 7º, XXII, XXIII e XXXIII.
- É um direito individual homogêneo e/ou coletivo.

sábado, 24 de outubro de 2009

A Marcha dos Pingüins


Prezados Alunos,


Segue dica de filme para toda família "ambientalmente consciente!!!".



Ficha Técnica


Título original: La Marche de l'empereur
Gêneros:
Documentário
Tempo: 85min
Ano: 2005


Sinopse


A cada inverno na Antártica, o local mais inabitável da Terra, milhares de pinguins imperadores abandonam a segurança do oceano e sobem para a terra congelada, na intenção de iniciar uma longa jornada rumo o interior. Em fila indiana, os pinguins marcham para o terreno de reprodução tradicional da espécie. As fêmeas permanecem no local apenas o tempo necessário para a procriação, iniciando logo após sua viagem de retorno através de 200 quilômetros de gelo rumo ao mar cheio de peixes. Os imperadores machos permanecem para guardar e chocar os ovos. Após 4 meses, nos quais os machos nada comem, os ovos começam a se partir e os filhotes a nascer. Entretanto eles apenas conseguem sobreviver por 48 horas sem comida, dependendo do retorno dos imperadores fêmeas ao local, que precisam trazer comida do oceano.

Uma Verdade Inconveniente


Alunos !!!!


Dica de Filme....



Ficha Técnica


Título original:An Inconvenient Truth
Gêneros:
Documentário
Tempo: 96min
Ano: 2006



Sinopse

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore apresenta uma análise da questão do aquecimento global, mostrando os mitos e equívocos existentes em torno do tema e também possíveis saídas para que o planeta não passe por uma catástrofe climática nas próximas décadas.

A Última Hora



Prezados Alunos,


Segue dica de filme:


A última hora - Narrado e apresentado por Leonardo Di Caprio


Ficha Técnica


Título original: 11th Hour, The
Gêneros:
Documentário
Tempo: 95min
Ano:2007


Sinopse


Causadas pela própria humanidade, enchentes, furacões e uma série de tragédias assolam o planeta cotidianamente. O documentário mostra como a Terra chegou nesse ponto: de que forma o ecossistema tem sido destruído e, principalmente, o que é possível fazer para reverter este quadro. Entrevistas com mais de 50 renomados cientistas, pensadores e líderes ajudam a esclarecer estas importantes questões e a indicar as alternativas ainda possíveis.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Trogloditas somos nós


Dica de leitura:


Livro traz curiosidades biológicas e mostra como a evolução se manifesta no comportamento humano


Por que há cada vez mais pessoas míopes no mundo? Por que grávidas têm enjoos? Devemos tomar uma aspirina quando temos febre? Essas e muitas outras perguntas são respondidas no livro Troglodita é você! Pequeno guia darwiniano da vida cotidiana, do pesquisador francês de biologia evolutiva Michel Raymond. Lançada no Brasil pela editora Paz e Terra, a obra descreve e explica, sob a ótica da teoria da evolução, comportamentos humanos que vão desde a preferência por algumas comidas até a orientação sexual. A fácil leitura desse livro revela a manifestação da evolução humana no cotidiano.


Evolução esta que nem sempre é sinônimo de progresso. Como nos conta o autor, a alergia, por exemplo, é algo novo em nossa sociedade. Esse mal, que atinge 40% das crianças apenas na França, é resultado da adaptação humana a um meio limpo. Com a maior higienização e a urbanização a partir do século 19, o nosso corpo deixou de ter contato com uma quantidade de microrganismos suficiente para que o sistema imunológico aprenda a se defender. Em seus seis capítulos, a obra nos mostra que o homem é um animal altamente especializado, e, mesmo assim, não escapa das regras da biologia evolutiva. Possui, por exemplo, a cultura, que afeta o modo como evolui.


É por causa da cultura de cada povo que alguns de nós conseguem beber leite depois de adultos sem problemas, enquanto outros passam mal só de pensar nisso. Curioso? O autor explica isso detalhadamente. Explicação evolutiva Tudo nesse livro é esclarecido por meio da evolução. Até mesmo o porquê das meninas gostarem de bonecas enquanto meninos preferem brincar de luta e com carrinhos. Então, se você for um aficionado por Freud ou antropologia provavelmente irá discordar de alguns comentários do autor. Raymond não hesita em tratar de assuntos polêmicos e defende que a homossexualidade é determinada por fatores biológicos e não por uma escolha individual. Ele também nos mostra que toda guerra – e não só a de Troia – tem como causa a disputa por uma mulher. Ao longo do livro, o leitor irá se deparar com muitas desmistificações que podem parecer “politicamente incorretas” à primeira vista.


No entanto, todas as afirmações, mesmo que por vezes irônicas, são cientificamente embasadas. Para não restarem dúvidas, há um espaço no fim do livro cuidadosamente dedicado a notas científicas que aprofundam a explicação sobre os temas tratados em cada capítulo. Ao final da leitura, o leitor provavelmente não irá ficar chateado caso seja chamado de troglodita. Sim, segundo Raymond, trogloditas somos todos nós. Quando o que está em jogo é a luta pela sobrevivência, um resquício dos trogloditas do passado pode ser de grande ajuda.

sábado, 10 de outubro de 2009

?



O que é mais importante na educação: a dúvida ou a resposta? Muitos pensam que é a resposta. Mas a resposta é uma das maiores armadilhas intelectuais. Quem determina o tamanho da resposta é o tamanho da dúvida. A dúvida nos provoca muito mais que a resposta.
E VOCÊS ALUNOS O QUE PENSAM SOBRE ISSO, AGUARDO COMENTÁRIO...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

POLÍTICAS PÚBLICAS-EXERCÍCIO


Exercício para a turma do curso de Capacitação em Educação Ambiental da IERGS.

Prezados alunos,

Segue figura com o esquema simplificado do processo de criação e implementação de Políticas Públicas.

O objetivo do exercício é elaborar um comentário, de como utilizaria a Educacação Ambiental como ferramenta para criação e implementação de projetos de Políticas Públicas.

Bom trabalho!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Ser professor.....


Prezados alunos!!!!! retirei esse texto do site : ser professor universitário (http://www.serprofessoruniversitario.pro.br)

gostaria de uma reflexão de vocês sobre o que é exposto abaixo:


Ensinar é muito mais que apenas transmitir informação.Assim como aprender é mais do que apenas absorver o que foi ensinado.
Um professor bem sucedido deve ser capaz de se ajustar a uma larga variedade de estudantes, o que significa se ajustar a experiências diferentes, conhecendo estilos e atitudes para aprender, inclusive insegurança, excesso de confiança, ansiedade, preconceito, falta de motivação e até um medo irracional do assunto , quase sempre explicados pela frase " Eu não dou para isso" .
Geralmente a verdadeira razão é que tiveram maus professores, e por isso incapazes de motiva-los e transformar o APRENDER em algo prazeiroso .


O Professor completo é aquele que é também Educador,que sente prazer em provocar Aprendizagem.

O bom ensino se apresenta em muitas variedades, que podem ser vistas facilmente ao observar os estilos pedagógicos diferentes de todos os bons professores. O bom professor é aquele que procura conhecer e adaptar sua ação aos Estilos de Aprender de seus alunos. Porém, eu penso que há vários elementos comuns que podem ser identificados s em qualquer bom professor, e que podem ser resumidos na seguinte lista de metas:
Comunique-se com eficiência: Dizer algo que é verdade ou correto e que foi fácil para você entender, não significa que seus estudantes entenderão isso também. Você precisa olhar para o material através dos olhos deles, de forma que possa imaginar como eles reagirão ao que você lhes comunica.
Ajude seus estudantes a aperfeçoar suas habilidades analíticas: É melhor ajudá-los a resolver um problema difícil do que resolvê-lo completamente para eles.Embora no principio leve mais tempo , na próxima vez que eles encontrarem um problema semelhante eles poderão resolvê-lo. Esse método chama-se APRENDIZAGEM ATIVA e é um dos métodos para se chegar ao APRENDER A APRENDER.
Encoraje a criatividade de seus estudantes: Até estudantes que freqüentam cursos de matemática de nível médio podem ser muito criativos se receberem a oportunidade. O problema mais comum deles é que ninguém os ensinou como se fazer perguntas certas, que podem guiar o fluxo da sua intuição.
Mostre a seus estudantes como se comunicar com eficiência: Estando aptos a escrever coerentemente (e a expressar-se oralmente com eficiência) significa que eles realmente entenderam o assunto, e isso poderia ser a diferença entre "quase entender" e dominar o mesmo assunto.
Estimule o interesse e o prazer de seus estudantes pela matemática: Se você está ensinando um curso que tenha de usar matemática ou estatística evite força-los a decorar formulas mas faça-os compreende-las. Aprender a utilidade E aplicações de formulas é mais importante que saber usa-las mecanicamente.
Promova interação entre estudantes: Ser capaz de trabalhar com outras pessoas é uma habilidade muito importante no mundo moderno, e também os ajudará a ser mais produtivos em sua classe.
Seja um avaliador justo: Muitos estudantes são profundamente preocupados com as notas (avaliações) que recebem. Explique claramente a seus estudantes o que é necessário para obter boas notas em sua classe, e não deixe parecer que é mais difícil ou mais fácil do que realmente é. Professor que tem prazer em reprovar alunos não é educador.É terrorista.
Entretenha seus estudantes: É mais fácil interagir com alguém que esta de bom humor. Procure tornar suas aulas num ambiente agradável Aprenda com sua experiência: Se algo foi particularmente bem (ou mal), pergunte a si próprio qual foi a razão. Há muitas coisas que nossos estudantes podem nos ensinar, até mesmo quando não estão conscientes disso.
Goste de ensinar: Afinal de contas, você está fazendo algo que gosta. Se divirta ensinando, e deixe isso transparecer! Ensinar é divertido--ou deveria ser. Professores têm o poder para entediar seus estudantes às lágrimas ou fazer suas vidas mais divertidas, ricas, e reflexivas. Quando isso acontece com os estudantes, o professor também nunca estará entediado.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Mapas Conceituais


A teoria a respeito dos Mapas Conceituais foi desenvolvida na decáda de 70 pelo pesquisador norte-americano Joseph Novak. Ele define mapa conceitual como uma ferramenta para organizar e representar o conhecimento.

O mapa conceitual, foi originalmente baseado na teoria da aprendizagem significativa de David Ausubel. A aprendizagem pode ser dita significativa quando uma nova informação adquire significado para o aprendiz através de uma espécie de ‘ancoragem’ em aspectos relevantes da estrutura cognitiva preexistente do indivíduo. Na aprendizagem significativa há uma interação entre o novo conhecimento e o já existente, na qual ambos se modificam. À medida que o conhecimento prévio serve de base para a atribuição de significados à nova informação, ele também se modifica. A estrutura cognitiva está constantemente se reestruturando durante a aprendizagem significativa. O processo é dinâmico; o conhecimento vai sendo construído.

Podemos dizer que mapa conceitual é uma representação gráfica em duas dimensões de um conjunto de conceitos construídos de tal forma que as relações entre eles sejam evidentes. Os conceitos aparecem dentro de caixas enquanto que as relações entre os conceitos são especificadas através de frases de ligação nos arcos que unem os conceitos. As frases de ligação têm funções estruturantes e exercem papel fundamental na representação de uma relação entre dois conceitos. A dois conceitos, conectados por uma frase de ligação chamamos de proposição. As proposições são uma característica particular dos mapas conceituais se comparados a outros tipos de representação como os mapas mentais.

domingo, 6 de setembro de 2009

Educação contemporânea


Prezados alunos ...comentem sobre o texto abaixo:

Todo educador que trabalha com Educação a Distância sabe da importância de se ter momentos presenciais durante um curso virtual.

Por outro lado, os educadores envolvidos com cursos baseados em salas de aula reais vêm descobrindo as vantagens de se utilizar recursos virtuais para apoiar e complementar as atividades de aprendizagem presenciais.

Enquanto tínhamos uma separação clara entre "cursos convencionais" e "cursos a distância" não sentíamos a necessidade de se avaliar a "dosagem de distância" presente na "fórmula" de cada curso. A distância na educação, além de relativa, pode ser vista sob diferentes enfoques. O que realmente importa é a sensação de distância percebida pelo aprendiz.

A expressão "Educação a Distância" vem sendo largamente utilizada para designar formas tão diferentes de aprendizagem quanto cursos por correspondência e laboratórios virtuais de imersão total.

A fim de auxiliar na compreensão do papel da distância na educação, Tori (1999), propôs uma classificação do conceito de "distância", sob a perspectiva dos envolvidos em atividades de ensino/aprendizagem. Tal classificação, revista e aprimorada, é exposta a seguir.

Quando há uma separação espacial, seja entre o aprendiz e o responsável pela condução do processo (professor, tutor, orientador Exemplos de aprendizagem remota são os cursos por correspondência, as vídeo e teleconferências, os tele cursos, os treinamentos baseados em Web e sistemas de auto aprendizagem. tador, mentor etc.),é que é possível a presença simultânea de alunos e professores, ainda que separados fisicamente.


A distância temporal se refere à simultaneidade ou não das atividades que relacionam aluno-professor, aluno-aluno e aluno-material, dentro de um processo de ensino-aprendizagem.


Em geral, o processo local é também síncrono, enquanto que o remoto pode ser tanto síncrono (exemplo: video-conferência, chat via internet) quanto assíncrono (exemplo: fórum de discussão via internet, ensino por correspondência).


A distância interativa, ou operacional, se relaciona diretamente à participação do aluno no processo e informa se este é operacionalmente ativo ou passivo. Assim como nas classificações das demais distâncias, há 3 tipos de distâncias interativas: professor-aluno ( aula expositiva X aula interativa); aluno-material (material passivo X material interativo); aluno-aluno (trabalho individual X trabalho cooperativo).


Texto Adaptado por Prof. Eduardo de Almeida

FONTE: Extraído e adaptado de TORI, Romero. Avaliando Distâncias na Educação. Disponível em: .

Acesso em: 12 mar. 2009.




sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A Relação entre o Cérebro e a Aprendizagem.


Já a aprendizagem inter- neurosensorial é o tipo que mais nos interessa (educadores), quando se estabelece uma atuação preventiva. Estudos mostram que certa aprendizagem ocorre quando dois ou mais sistemas funcionam de forma inter – relacionada. Fazer uso da música em atividades escolares é um recurso valioso, pois há a possibilidade de trabalhar simultaneamente os sistemas auditivos, visuais e até mesmo o sistema tátil (caso a música desencadeie uma dramatização).

A proposta é dar uma aula que “facilite” o funcionamento inter desses sistemas, sem necessariamente o professor ter que saber, se a melhor forma daquele sujeito em lidar com os objetos externos é: auditiva, visual ou tátil. Montar um planejamento com esses pré- requisitos é uma forma de atuação saudável, onde Educação e Saúde possam caminhar lado a lado.

Conseqüentemente, esta atuação sob este ponto de vista, facilitará um outro tipo de aprendizagem – Integrativa.

Se o professor tiver conhecimento da modalidade de aprendizagem do seu aluno, poderá transformar- se em um facilitador do processo ensino – aprendizagem.

Exigir uma atuação padrão dos alunos é um caminho improdutivo; cada um é um, com o seu próprio tempo lógico e psicológico e cada um tem uma maneira específica de lidar com o conhecimento. Respeitar esta “veia”, este “canal” para o ato de aprender é preservar o cérebro de uma possível sobrecarga que só contribuiria para uma desintegração total da aprendizagem.

Proporcionar uma aula trabalhando com as crianças os quatro níveis de aprendizagem: Organismo – Corpo - Desejo - Inteligência ( Fernàndez, 1991) permeado pelos princípios ligados ao ato de aprender: Atividade – Criatividade – Autoridade – Liberdade (Borges, 1994) com certeza favorecerá uma atuação psicopedagógica preventiva de forma a não construir nas crianças os problemas de aprendizagem em função do desconhecimento da relação que há entre cérebro e os modos pelos quais o homem aprende.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Olhe esta charge e leia o texto final. Muito interessante.


"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"


Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

Passe adiante! Precisamos começar JÁ! Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Entendendo a Valoração Ambiental ( part I)


Primeiramente, é necessário destacar que esta é uma questão complexa, uma vez que valoração ambiental constitui a união de dois termos originários de áreas diferentes.

O primeiro vem da economia (organização da casa) e o outro da área ambiental (ecologia: estudo da casa).


E você prezado aluno o que pensa sobre o tema?


Comente...

sábado, 1 de agosto de 2009

COMPORTAMENTO HUMANO


Prezados alunos!


Hoje resolvi postar uma dica de leitura e reflexão...a dica de leitura é o livro de Edward Osborne Wilson, chamado "Naturalista", esse meu xará no nome e na profissão é o Fundador da Teoria da Sociobiologia, é reconhecido mundialmente por seus estudos sobre insetos - principalmente formigas -, que auxiliam o entendimento dos conceitos ecológicos e genéticos da evolução dos animais e do homem.


Segundo meu "xará" ele discute a relação da sociobiologia com certas reações do comportamento humano como agressão, sexualidade e ética.


Acredita que a maior parte do comportamento humano é consequência da ação do meio ambiente e que apenas uma décima parte seja geneticamente induzida.


Caros alunos fiquem a vontade para inserir comentários...minha opinião vem de encontro com que diz o texto acima...e você acha que seu comportamento e mais influenciado pelo "meio" do que por uma carga genética?

terça-feira, 21 de julho de 2009

Ampliando o Conceito



De acordo com Grajew (2000, p.2), "o conceito de responsabilidade social está se ampliando, passando da filantropia, que é a relação socialmente compromissada da empresa com a comunidade, para abranger todas as relações da empresa: com seus funcionários, clientes, fornecedores, acionistas, concorrentes, meio ambiente e organizações públicas e estatais"

GRAJEW, Oded. “Pessoa física em paz com a jurídica”. Valor Econômico, coluna Empresa & Comunidades, 1 jun. 2000, p. B-2.

domingo, 19 de julho de 2009

ECOLOGIA

Ecologia é o estudo das interações dos seres vivos entre si e com o meio ambiente. A palavra e o conceito foram iniciados em 1866 pelo biólogo alemão Ernst Haeckel da palavra grega "oikos", que significa "casa", e "logos", que significa "estudo".
A ecologia divide-se em três ramos:

Autoecologia: considera os organismos e como estes reagem aos fatores ambientais.

Demoecologia: é um ramo da Ecologia, e trata do estudo de cada população em separado. A forma como os organismos crescem, as suas taxas de mortalidade, sobrevivência, etc.

Sinecologia: corresponde a um ramo da Ecologia que se dedica ao estudo das comunidades. Trata das relações entre as populações, como por exemplo as relações predador-presa, estudando as várias populações em conjunto.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Unindo sensos




...Sentia-me gratificado - na verdade, empolgado - por ter distinguido o que parecia ser um amplo padrão ecológico a partir de minhas coletas e notas feitas de maneira espontânea. Mas assim é que tem de ser. Primeiro a Natureza, depois a Teoria. Ou melhor, Natureza e Teoria totalmente entrelaçadas, enquanto você investe no tema todo seu capital intelectual. Ame de início os organismos e só mais tarde se empenhe por explicações genéricas: com sorte, as descobertas hão de se seguir. Se assim não for, o amor e o prazer já terão sido suficientes..."


Edward O. Wilson

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O senso comum



Na nossa vida quotidiana necessitamos de um conjunto muito vasto de conhecimentos, relacionados com a forma como a realidade em que vivemos funciona: temos que saber como tratar as pessoas com as quais nos relacionamos, temos que saber como nos devemos comportar em cada uma das circunstâncias em que nos situamos no nosso dia-a-dia: a forma como nos comportamos em nossa casa é diferente da forma como nos comportamos numa repartição pública, numa festa, num cinema, na escola ou universidade, etc. Estamos também rodeados de sistemas de transporte, de informação, de aparelhos muito diversos, com os quais temos que saber lidar. De fato, para apanharmos o trem, por exemplo, temos que saber muitas coisas: o que é um trem e a sua função, como se entra numa estação, como se compra o bilhete, como devemos esperar o trem, etc...


Estes conhecimentos, no seu conjunto, formam um tipo de saber a que se chama senso comum.


O senso comum é um saber que nasce da experiência quotidiana, da vida que os homens levam em sociedade. É, assim, um saber acerca dos elementos da realidade em que vivemos; um saber sobre os hábitos, os costumes, as práticas, as tradições, as regras de conduta, enfim, sobre tudo o que necessitamos para podermos orientar-nos no nosso dia-a-dia: como comer à mesa, acender a luz de uma sala, acender a televisão, como fazer uma chamada telefônica, dirigir o carro, o nome das ruas da localidade onde vivemos, etc.,etc...


É, por isso, um saber informal, que se adquire de uma forma natural (espontâneo), através do nosso contato com os outros, com as situações e com os objetos que nos rodeiam. É um saber muito simples e superficial, que não exige grandes esforços, ao contrário dos saberes formais (tais como as ciências) que requerem um longo processo de aprendizagem escolar.


O senso comum adquire-se quase sem se dar conta, desde a mais tenra infância e, apesar das suas limitações, é um saber fundamental, sem o qual não nos conseguiríamos orientar na nossa vida quotidiana.


Sendo assim, torna-se facilmente compreensível que todos os homens possuam senso comum, mas este varia de sociedade para sociedade e, mesmo dentro duma mesma sociedade, varia de grupo social para grupo social ou, também, por exemplo, de grupo profissional para grupo profissional.


Mas, sendo imprescindível, o senso comum não é suficiente para nos compreendermos a nós próprios e ao mundo em que vivemos, pois se na nossa reflexão sobre a nossa situação no mundo, nos ficarmos pelos dados do senso comum, por assim dizer os dados mais básicos da nossa consciência natural, facilmente caímos na ilusão de que as coisas são exactamente aquilo que parecem, nunca nos chegando a aperceber que existe uma radical diferença entre a aparência e a realidade. Somos, imperceptivelmente, levados a consolidar um conjunto solidário de certezas, das quais, como é óbvio, achamos ser absurdo duvidar, temos a certeza de que existimos, de que as coisas que nos rodeiam existem, que aquilo que nos acontece é irrefutável, etc...


Contudo essas certezas são questionáveis, pois se baseiam em aparências. E há muitas aparências que se nos impõem com uma força quase irresistível, por exemplo: aparentemente o Sol move-se no céu (não é verdade que esta foi uma convicção aceite, durante muitos séculos, pela comunidade científica?). Podemos mesmo aprender a medir o tempo a partir desse movimento aparente. Mas, na realidade, esse movimento aparente do Sol é gerado pelo movimento de rotação da terra.


Mas esta distinção entre aparência e realidade, da qual não nos podemos libertar por causa da nossa natureza (ou melhor, da constituição dos nossos órgãos sensoriais e do nosso sistema nervoso), está dependente da diferença que existe entre o conhecimento sensível e o conhecimento racional.


O conhecimento que temos através dos sentidos é forçosamente incompleto e filtrado, pois os nossos órgãos receptores só são estimulados por determinados fenómenos físicos, deixando de lado um campo quase infinito de possíveis estímulos (por exemplo, os nossos olhos não captam quer a radiação infravermelha, quer a radiação ultravioleta, ao passo que há seres vivos que o podem fazer, o mesmo se passando com os ultra-sons). É portanto inquestionável que não conhecemos, sensorialmente, a realidade tal como ela é.


Sendo assim, os sentidos parece que nos enganam, pois os dados que nos fornecem acerca da realidade são insuficientes para alcançarmos um conhecimento verdadeiro, ou objectivo, da mesma.


Por isso a Razão permite-nos alcançar conhecimentos que nunca poderíamos alcançar através dos sentidos.

sábado, 27 de junho de 2009

Ecologia Profunda


É baseada na visão holística de mundo, que o concebe como um todo integrado, e não como uma coleção de partes dissociadas.
Fundamentada numa percepção ecológica muito mais ampla e profunda que a usual, reconhece a interdependência fundamental de todos os fenômenos, e o fato de que, enquanto indivíduos e sociedades, estamos todos encaixados nos processos cíclicos da natureza e somos dependentes desses processos.
Pode-se traçar um paralelo entre a visão ecológica "rasa" e a "profunda". A primeira é antropocêntrica, ou seja, centrada no ser humano. Ela vê os seres humanos situados acima ou fora da natureza, como a fonte de todos os valores e atribui apenas um valor instrumental, ou de uso, à natureza.
Já a Ecologia Profunda não separa seres humanos - ou qualquer outra coisa - do meio ambiente natural. Ela vê o mundo não como uma coleção de objetos isolados, mas como uma rede de fenômenos que estão fundamentalmente interconectados e são interdependentes. Reconhece o valor intrínseco de todos os seres vivos e concebe os seres humanos apenas como um fio particular na teia da vida.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Mestrado profissional terá normas próprias para credenciamento e avaliação

Terça-feira, 23 de junho de 2009 - 11:32
O Ministério da Educação e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) publicaram nesta terça-feira, 23, no Diário Oficial da União, a Portaria Normativa nº 7, com normas específicas para credenciamento e avaliação de cursos de mestrado profissional. Com a medida, o MEC espera que muitas instituições que oferecem cursos de especialização — pós-graduação lato sensu — de excelência apresentem propostas para transformá-los em mestrados voltados para o campo profissional.
Dentre as principais normas anunciadas, destacam-se as várias possibilidades de trabalhos de conclusão de curso possíveis – além da tradicional dissertação –, e o requisito de que parte do corpo docente seja composta não apenas por mestres e doutores, mas que tenham também formação específica na área em que lecionarão, e professores com experiência profissional reconhecida.
Entre as vantagens da criação de uma área específica para avaliação de novos cursos de mestrado profissional na Capes, como já ocorre na área do mestrado acadêmico, o ministro enumerou os ganhos mútuos para alunos e instituições de ensino superior. “A academia ganha uma interação muito mais efetiva com o mundo do trabalho. Os cursos terão o interesse de mais pessoas, já que permitem a consolidação de um itinerário formativo de quem quiser seguir direto para um doutorado, além de permitir alcançar, com vantagem, as metas do plano anual da pós-graduação.”
Para Haddad, com a criação de regras para avaliação e credenciamento diferentes das existentes para os mestrados acadêmicos, muitas áreas podem ser beneficiadas. “Podemos colocar no mestrado profissional alunos de odontologia, por exemplo, que hoje não têm uma residência na área, ou mesmo os de residências médicas, que poderão sair direto para um doutorado.”

sábado, 20 de junho de 2009

Trabalhos acadêmicos


Os trabalhos acadêmicos maiores – monografias, dissertações e teses, relatórios – seguem estrutura mais ou menos homogênea, apresentada na ordem ao lado, com pequenas variações. Quando esses trabalhos são transformados em livros, a base é a mesma, apenas com variações formais. A ordem dos elementos pré-textuais e pós-textuais varia eventualmente, segundo diferentes interpretações e orientações; não há uniformidade de critérios entre as diferentes instituições e normas.

domingo, 14 de junho de 2009

Heráclito de Éfeso 'Hράκλειτος ὁ 'Eφέσιος


“Não podemos entrar duas vezes no mesmo rio, porque, ao entrarmos pela segunda vez, não serão as mesmas águas que estarão lá, e a mesma pessoa já será diferente”.

(Éfeso, aprox. 540 a.C.- 470 a.C.)

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Símbolo da Profissão de Biólogo


" O ÓVULO ESTILIZADO, SENDO FECUNDADO, DETERMINA O PRINCÍPIO DA VIDA, O ÓVULO TEM O FORMATO DO PLANETA TERRA E TAMBÉM LEMBRA FOLHAS, SUGERINDO A IMPORTÂNCIA DO VERDE"

domingo, 7 de junho de 2009

Experiências Empresariais: Educação, Empresa e Meio Ambiente


Ocorreu no dia 4 de junho no Auditório do Prédio Branco da Feevale em Novo Hamburgo palestra do Prof. Eduardo no Painel de Experiências Empresariais: Educação, Empresa e Meio Ambiente.

sábado, 30 de maio de 2009

Painel Educação, Empresa e Meio Ambiente





Professor Eduardo de Almeida vai participar no painel promovido pelo curso de Pós-Graduação em Pedagogia Empresarial da Feevale de Novo Hamburgo no dia 4 de junho apartir das 20:45min. No autitório Branco do Campus II.


RS -239, n° 2755


Na ocasião o eixo do painel será Educação, Empresa e Meio Ambiente.

Maiores informações: (51) 3586-8822.

Ou acesse:

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Vc Precicla????

Na verdade o indivíduo não recicla; quem recicla é a indústria. O que nós podemos fazer é preciclar e também separar o lixo para a reciclagem. Verifique antes qual vai ser a destinação mais próxima. Procure uma cooperativa de catadores em sua cidade ou postos de entrega voluntária. DICAS para você SEPARAR O SEU LIXO para a coleta seletiva: Não é complicado, nem precisa separar por tipo de material pois, na maioria das cidades, a coleta dos materiais recicláveis é feita por um veículo que não tem separações. O material é separado e enfardado na cooperativa.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Ativo,Passivo e Patrimônio Ambiental

Ativo Ambiental

Os Ativos Ambientais representam os estoques dos insumos, peças, acessórios, etc. utilizados no processo de eliminação ou redução dos níveis de poluição; os investimentos em máquinas, equipamentos, instalações, etc., adquiridos ou produzidos com intenção de amenizar os impactos causados ao meio ambiente; os gastos com pesquisas, visando o desenvolvimento de tecnologias modernas, de médio e longo prazo, desde que constituam benefícios ou ações que irão refletir nos exercícios seguintes.

Ativos Ambientais são os bens adquiridos pela companhia que têm como finalidade controle, preservação e recuperação do meio ambiente. Neste sentido, RIBEIRO & GRATÃO (2000; p.4) dizem que recebem tal classificação parte dos estoques, especificamente aqueles destinados à finalidade referida. Tais estoques podem ser compostos por insumos que serão utilizados diretamente no processo produtivo, principalmente pelos que serão utilizados diretamente no processo produtivo, para eliminar, durante os procedimentos operacionais, o surgimento de resíduos poluentes. Podem ser itens que serão consumidos pós-operação, de forma a realizar a limpeza dos locais afetados ou a purificar os resíduos produtivos, como as águas, os gases, os resíduos sólidos que serão depostos, de alguma forma, no meio ambiente natural.

Existem algumas polêmicas na identificação dos ativos ambientais, devido o surgimento das "tecnologias limpas". Para RIBEIRO & GRATÃO (2000; p.4), essas tecnologias compreendem novos meios de produção, dotados de mecanismos que impedem a produção de refugos. Tratando-se de meios de produção e transformação, são ativos operacionais propriamente ditos e não ativos ambientais.

Os ativos operacionais podem sofrer desgaste acelerado em função de sua exposição obrigatória ao meio ambiente poluído. Nesse caso, de acordo com RIBEIRO & GRATÃO (2000; p.4), os efeitos do diferencial de vida útil, provocado por tal exposição, deve ser considerado como custo ambiental, dado que reflete as perdas decorrentes do meio ambiente poluído. Essa situação ficará patente nos casos em que os ativos possam ser comprados, com seus pares instalados, em ambientes menos afetados pela poluição.

As características dos ativos ambientais são diferentes de uma organização para outra, pois a diferença entre os vários processos operacionais das distintas atividades econômicas devem compreender todos os bens utilizados no processo de proteção, controle, conservação e preservação do meio ambiente.

Os Ativos Ambientais, todos decorrentes de investimentos na área do meio ambiente, deverão ser classificados em títulos contábeis específicos, identificando, de forma adequada, os estoques ambientais, o ativo permanente imobilizado ambiental e o diferido ambiental.

Os bens, cuja classificação se der no ativo permanente imobilizado ambiental e ativo permanente diferido ambiental, exceto
aqueles de vida útil inferior a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias, cujos valores serão excluídos, quando da apuração do Lucro Real, estão sujeitos à depreciação/amortização.

Passivo Ambiental

Passivo Ambiental representa toda e qualquer obrigação de curto e longos prazos, destinados única e exclusivamente a promover investimentos em prol de ações relacionadas a extinção ou amenização dos danos causados ao meio ambiente, inclusive percentual do lucro do exercício, com destinação compulsória, direcionado a investimentos na área ambiental.
SPROUSE & MOONITZ, apud KRAEMER (2000; p. 22) afirmam que passivos são obrigações que exigem a entrega de ativos ou prestação de serviços em um momento futuro, em decorrência de transações passadas ou presentes.

Passivos ambientais, referem-se segundo MARTINS & DE LUCA (1994; p.27), a benefícios econômicos, que serão sacrificados em função de obrigações contraídas perante terceiros, para preservação e proteção ao meio ambiente. Têm origem em gastos relativos ao meio ambiente, que podem se constituir em despesas do período atual ou anteriores, aquisição de bens permanentes, ou na existência de riscos de esses gastos virem a se efetivar (contingências).

Os Passivos Ambientais, conforme RIBEIRO & GRATÃO (2000; p.5), ficaram amplamente conhecidos pela sua conotação mais negativa, ou seja, as empresas que o possuem agrediram significativamente o meio ambiente e, dessa forma, têm que pagar vultosas quantias a título de indenização de terceiros, de multas e para a recuperação de áreas danificadas.

As autoras colocam como exemplo: a) os gastos assumidos pela Exxon, no caso do acidente com o petroleiro Valdez, no Alaska; b) o caso da Petrobrás, na década de 80, no qual a região de Cubatão, no interior do Estado de São Paulo, foi seriamente afetada pelo vazamento de óleo, que culminou com a explosão de várias moradias; e c) mais recente, em janeiro de 2000, o vazamento nas instalações da mesma empresa que provocou o derramamento de milhares de litros do óleo no mar na Baía da Guanabara, causando a morte de várias espécies de aves e peixes, além de afetar seriamente a vida das populações locais que viviam da atividade pesqueira. Tais situações exigiram enormes gastos dessas empresas e, o que é pior, gastos imediatos, sem qualquer forma de planejamento, o que afeta drasticamente qualquer programação de fluxo de disponibilidades, independentemente do porte da organização. Tão alto quanto os custos dos recursos físicos necessários para a reparação dos danos provocados pelas referidas situações, ou até mais, são os gastos requeridos para retração da imagem da empresa e de seus produtos, essencialmente, quando tais eventos são alvo da mídia e da atenção dos ambientalistas e ONGs.

Deve-se ressaltar que os passivos ambientais, como dizem as autoras, não têm origem apenas em fatos de conotação tão negativa. Eles podem ser originários de atitudes ambientalmente responsáveis como os decorrentes da manutenção de sistema de gerenciamento ambiental, os quais requerem pessoas (que recebem uma remuneração) para a sua operacionalização. Tais sistemas exigem ainda a aquisição de insumos. Máquinas, equipamentos, instalações para funcionamento, o que, muitas vezes, será feito na forma de financiamento direto dos fornecedores ou por meio de instituição de crédito.

Esses são os passivos que devem dar origem aos custos ambientais, já que são inerentes à manutenção normal do processo operacional da companhia.
Para JUNIOR (1999; p.6), um Passivo Ambiental deve ser reconhecido, quando existe uma obrigação por parte da empresa que incorreu em um custo ambiental ainda não desembolsado, desde que atenda ao critério de reconhecimento como uma obrigação. Portanto, esse tipo de passivo é definido como sendo ma obrigação presente que surgiu de eventos passados.

Patrimônio Ambiental

O patrimônio ambiental é composto pelo conjunto dos ativos e passivos ambientais. De acordo com RIBEIRO & GRATÃO (2000; p.7), não há que se pensar em sua identificação física, já que os recursos próprios são formados ao longo da existência da companhia e são utilizados indistintamente nas mais variadas necessidades apresentadas pelo processo operacional da empresa, não cabendo, portanto, a identificação do capital ambiental ou das reservas de lucros ambientais.

Há sim, a possibilidade de identificação de uma Reserva de Lucros para Contingências Ambientais, sendo, contudo, decorrente de uma situação muito específica em que seja prevista a existência de uma significativa e inevitável perda no futuro.

Assim, o patrimônio ambiental embora existente, não é passível de segregação dos elementos que compõem o patrimônio líquido na sua forma tradicional.