quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Orientações sobre a Utilização do Caderno de Formação Inicial em Educação a Distância

O objetivo do Caderno de Formação Inicial em Educação a Distância é a familiarização do acadêmico com a linguagem, com os procedimentos e com os instrumentos tecnológicos utilizados ao longo do curso, proporcionando, desta forma, uma visão geral inicial sobre toda a trajetória a ser percorrida na realização de um curso a Distância da UNIASSELVI.

O conteúdo do Caderno de Formação Inicial em Educação a Distância contempla, como o próprio nome sugere, um panorama geral da Educação a Distância, aspectos históricos dessa modalidade de ensino, o processo de autoa prendizagem, destacando fatores que podem interferir na compreensão textual de modo a tornar a aprendizagem mais significativa. Contempla, ainda, a apresentação do programa da EAD da UNIASSELVI, seus instrumentos e procedimentos tecnológicos.

O conteúdo de Formação Inicial em Educação a Distância foi acrescentado na ementa da disciplina de Metodologia do Trabalho Acadêmico, o que na prática gerou a seguinte situação: os alunos ingressantes recebem os dois Cadernos.

O conteúdo dos dois Cadernos será trabalhado da seguinte forma:

PRIMEIRO ENCONTRO PRESENCIAL: será estudado o conteúdo da Unidade 1 do Caderno Formação Inicial em Educação a Distância.

SEGUNDO ENCONTRO PRESENCIAL: será estudado o conteúdo da Unidade 2 do Caderno Formação Inicial em Educação a Distância.

TERCEIRO ENCONTRO PRESENCIAL: serão estudados os seguintes conteúdos da Disciplina de Metodologia do Trabalho Acadêmico:

a)
Conteúdos da Unidade 1
Tópico 2 – Elementos Constitutivos dos Trabalhos Acadêmicos
Tópico 4 – O Paper

b) Conteúdos da Unidade 2
Tópico 1 – Citações
Tópico 2 – Referências

QUARTO ENCONTRO PRESENCIAL: será feita a revisão de todo o conteúdo estudado e a Prova Final da disciplina.

Quanto à avaliação dos conteúdos desenvolvidos da maneira descrita anteriormente, teremos:

Avaliação 1: Elaboração de uma redação individual sobre o tema relacionado com o conteúdo da Unidade 1 – HISTÓRIA E MÉTODOS DA EAD, que será realizada no segundo encontro presencial.

Avaliação 2: Avaliação individual sem consulta, com 10 (dez) questões objetivas sobre o conteúdo da Unidade 2 – INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS TECNOLÓGICOS DA EAD UNIASSELVI, que será realizada no terceiro encontro presencial.

Avaliação Final: Avaliação individual sem consulta, com 3 (três) questões dissertativas e 15 (quinze) questões objetivas – SOBRE TODO O CONTEÚDO TRABALHADO DA MANEIRA DESCRITA ANTERIORMENTE, que será realizada no quarto encontro presencial.

Bom trabalho a todos!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

ESTÁGIO 1




ESTÁGIO 1 – BID 2831 - INSTRUÇÕES

Estágio I - Pesquisa em Formação Docente para os Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio

Caros alunos – Imprimir a “carta de apresentação” e o “termo de compromisso” disponível no AVA

No lado esquerdo do AVA ...vc vai localizar o item Estágio EAD (click).

Levar esses documentos para carimbar e assinar na data: 27 de janeiro

Elaborar um roteiro para as entrevistas, baseado no tema de formação docente , para ensino fundamental séries finais e ensino médio.

Imprimir as fichas de estágio. Aquela que deve ser preenchida pelos professores entrevistados (ficha 1).

Aplicar as questões para professores da educação básica.

Elaborar um roteiro (entre 8 a 10 questões) de entrevista sobre o tema pesquisado, que será aplicado a quatro professores, sendo dois dos Anos Finais do Ensino Fundamental (5ª a 8ª série ou 6° ao 9° ano) e dois do Ensino Médio, preferencialmente com professores habilitados na área do curso do acadêmico.

Elaborar o relatório de estágio, com fundamentação teórica do tema para elaboração das questões.

O relatório deve Ter os seguintes itens: Capa, Introdução, Fundamentação Teórica, Roteiro e Respostas das entrevistas, análise das entrevistas em relação à fundamentação teórica, considerações finais, referências.

Entrega do Relatório e das fichas de Estágio no dia 7 de abril.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Plágio em trabalhos acadêmicos



Programas que farejam plágio em trabalhos acadêmicos

Plagiar, segundo o dicionário, é apresentar qualquer tipo de obra como de própria autoria que pertence a outra pessoa. O plágio é considerado, em vários países, crime de violação de direitos autorais, inclusive aqui no Brasil. E mesmo assim, ainda há muitos casos de plágios detectados por professores acadêmicos em monografias de formandos de graduação ou pós-graduação.

A verdade é que as teclas “crtl+c” e “crtl+v”, tão utilizadas pelos usuários de internet, vão além do simples ato de copiar e colar frases, parágrafos e/ou textos, podendo ocasionar uma tremenda enxaqueca se for comprovado o plágio. Segundo o site Monografia AC, um Trabalho de Conclusão de Curso é considerado trabalho plagiado se encontrada nele uma ou mais das tais ações:

- Utilização literal de palavras, conceitos, frases sem a devida citação ao material original;

- Paráfrase dos mesmos elementos do tópico anterior em uma monografia ou em um TCC;

- Uso de uma estrutura ou um elemento como um gráfico ou uma fotografia, ou ainda um contexto de pesquisa sem a devida citação.

Hoje, já existem softwares na web para serem instalados no computador que servem como aliados dos professores para descobrir se o trabalho entregue pelo aluno foi plagiado. O ebaH! traz três exemplos desses programas e, de lambuja, um rastreador usado por donos de sites e blogs:

1) O “Farejador de Plágio”: programa criado pelo professor do curso de Sistemas da Informação da Universidade do Contestado-SC, Maximiliano Zambonatto Pezzin. O rastreador busca dados e informações em diversos sites para acusar o plagiamento em um trabalho acadêmico através de um software instalado, por download, no computador. Entenda melhor como funciona.

2) O Plagius – Detector de Plágios: software que foi inventado e defendido pelo formando em Ciência da Computação, Gustavo A. Hennig, em seu Trabalho de Conclusão de Curso e popularizado na internet para ajudar a melhorar o nível dos trabalhos acadêmicos.


3) Também está na mesma linha de pensamento e usabilidade de rastreamento a arapuca cibernética inventada pelo professor de Ciências da Computação, Marcelo Campos de Macedo. O programa possui capacidade de analisar 36 arquivos no formato “doc” e “txt” ao mesmo tempo. É preciso fazer o cadastro para começar a usá-lo.

4) E, por último, mas não menos importante, o “Copyscape”: ”dedo duro” de plágios em plataformas de mídia online, como sites e blogs.


Informações retiradas do site:

http://www.ebah.com.br/blog/dicas/programas-que-farejam-plagio-em-trabalhos-academicos

sábado, 11 de dezembro de 2010

PRÊMIO PROFESSOR DESTAQUE 2010 - AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
















Prezados alunos , quero compartilhar o prêmio recebido com todos vocês, afinal não existe professor se não existirem alunos...muito obrigado!

Fica uma mensagem de reflexão para todos: “ Entre as coisas mais importantes da vida, a sabedoria ocupa um lugar privilegiado. Se todos os outros bens podem ser subtraídos, a sabedoria, uma vez atingida , integra-se tanto ao seu ser que jamais pode ser roubada.


CATEGORIA PROFESSOR DESTAQUE 2010!!! AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL.


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O ecoturismo e suas modalidades


O ecoturismo é um dos segmentos da atividade turística voltado para o contato com o meio natural. O ecoturismo busca utilizar de forma sustentável o patrimônio natural e cultural, incentivando sua conservação através da formação de uma consciência ambientalista, promovendo assim o bem estar das populações envolvidas.

De forma geral, são características do ecoturismo: a prática em pequena escala, mais ativa e intensa que prima pelo contato com as pessoas da comunidade local (cultura local), além da interação com o meio natural, respeitando-o e conservando-o.

As modalidades de ecoturismo ainda não é consenso entre os estudiosos do tema, entretanto, algumas atividades podem ser consideradas como modalidades de ecoturismo. Essas atividades têm em comum o fato de serem praticadas em meio natural e o baixo impacto ambiental. São modalidades de ecoturismo as atividades como: tirolesa, cavalgada, passeios a pé, snorkeling, flutuação, bóia-cross, observação de aves, cicloturismo, observação de fauna e flora, espeleologia, trekking, paragliding, asa-delta, balonismo, canyoning, rappel, rafting e turismo geológico.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Curso Básico de Orientação Terrestre com uso de Bússola


Prezados aventureiros,

No segundo dia de atividades no campo está previsto atividade de orientação terrestre com uso da bússola.

Essa metodologia no aspecto educacional chama-se de "atividade cooperativa". Isto é o objetivo é integração e cooperação de todos.

E essa técnica é muito útil em campo, principalmente para alunos que venham desenvolver atividades de trilhas interpretativas para Educação Ambiental.

No campo será formado equipes de 5 alunos , solicito que cada equipe leve pelo menos uma bússola de campo (igual o modelo da imagem ao lado), conhecida também como bússola de guerra, ela apresenta uma linha de pontaria. Em lojas de caça e pesca se vende esse equipamento por volta de R$ 20,00.

Mais próximo a atividade de campo, irei disponibilizar no e-mail geral da turma um pequeno manual para a atividade.

Levar além da Bússola, folhas de papel ofício , um transferidor, canetas e muita boa vontade para se trabalhar em equipe em busca de soluções.

Certo da atenção.

Prof. Edu


sábado, 23 de outubro de 2010

Curso Básico de Taxidermia de Vertebrados

Local : IERGS (polo presencial da UNIASSELVI)

Data: 6 de novembro de 2010 (Sábado)

Horário: 9 hs

Ministrante: Douglas Lenz Nemos

Graduando em Ciências Biológicas, anatomista, taxidermista e técnico em anatomia e necropsia.

Desde 1996 trabalha em instituições de ensino superior (IES) como Responsável Técnico.

Atualmente responde pelos laboratórios de Anatomia Humana das universidades FEEVALE e UFRGS.

Conheça mais sobre o ministrante do curso, acessando:

http://www.auladeanatomia.com/


Coordenação pedagógica: Prof. Eduardo de Almeida

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A Reserva Particular do Patrimônio Natural Barba Negra


Prezados Acadêmicos da UNIASSELVI.

Está previsto para sábado dia 16 de outubro visita a Reserva Particular do Patrimônio Natural Barba Negra, localizado no município de Barra do Ribeiro RS. (foto área do local ao lado)

Solicito qe todos os alunos prestem atenção nos itens abaixo:

Vestuário: é importante que os visitantes usem vestuário apropriado como roupas leves, sapatos fechados e sem saltos, calças compridas (não usar saia e/ou bermuda).

Horário: a pontualidade de chegada é fundamental para cumprir o roteiro.

Normas de segurança:
Área Florestal: Caminhe somente pelas trilhas. Não se alimente de frutos ou ervas encontrados pela trilha. Não mexa com animais, principalmente insetos. Não esqueça de hidratar o corpo, leve uma garrafa de água. No trajeto com o ônibus manter-se afastado das janelas.

Preservação: O lixo produzido durante a visita deverá ser descartado nos pontos de coleta. No Horto Florestal Barba Negra é importante ressaltar que não deverão ser retirados quaisquer exemplares da fauna e da flora local. Não atire objetos na água. Não fume ou acenda fogo.

Att,

Prof. Eduardo

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Qual a diferença entre lesma, caramujo e caracol?


















Os três são moluscos, da classe dos gastrópodes. A principal diferença entre alesma e os outros dois é que ela não tem uma concha externa – ou tem uma concha muito pequena. Já caracol e caramujo são sinônimos em várias regiões do Brasil, mas, na linguagem popular, caracol geralmente se refere aosgastrópodes terrestres, e caramujo, aos aquáticos. Já as lesmas podem viver tanto na terra como no mar. Juntos, esses três bichinhos somam cerca de 75 mil espécies. Além de numerosos, eles são antigos moradores da Terra: existem registros fósseis de gastrópodes de cerca de 500 milhões de anos atrás. Há entre 30 e 40 famílias de lesmas, contra 400 de caramujos e caracóis, de acordo com o biólogo Luiz Ricardo Simone, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, autor do livro Land and Freshwater Molluscs of Brazil(“Moluscos Terrestres e de Água Doce do Brasil”). Você pode não gostar da gosma que eles deixam, mas sem eles, podem ocorrer desequilíbrios ambientais.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Estado de conservação


Prezados acadêmicos, todo bom ecólogo conhece as categorias em que uma espécie se encontra.

Estado de conservação se refere à dinâmica das populações de determinada espécie, ou táxon superior, de um ser vivo. Geralmente, a ameaça a espécies se deve atualmente à ação antrópica, seja pela agricultura convencional, a construção de cidades, ou de estradas, hidrelétricas e outras obras.

Categorias:


A União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN ou International Union for Conservation of Nature em inglês) é uma organização internacional dedicada à conservação dos recursos naturais.
A IUCN classifica dada população em uma das nove categorias (a abreviação que segue é, por convenção, da categoria em inglês):

Extinta, EX
Extinta na natureza, EW
Em perigo crítico, CR
Em perigo, EN
Vulnerável, VU
Quase ameaçada, NT
Segura ou pouco preocupante, LC
Dados insuficientes, DD
Não avaliada, NE

sábado, 4 de setembro de 2010

O BICHO HUMANO!!!!


Prezados machos e fêmeas..ou melhor caros graduandos..segue uma boa dica de leitura.
LIVRO: "O MACACO NU - UM ESTUDO DO ANIMAL HUMANO"
DE: Desmond Morris (1967)
ED: Record (RJ, 2004, 15a edição)
Tradução: Hermano Neves

CONTRACAPA


"Com estilo e espírito gracioso e fluente... Morris consegue empolgar o próprio animal que ele está tentando explicar." - Time Magazine

"Existem atualmente cento e noventa e três espécies de macacos e símios. Centro e noventa e duas delas têm o corpo coberto de pêlos. A única exceção é um símio pelado que chama a si mesmo de Homo sapiens."

Ao tratar de temas como sexo, alimentação e ralacionamento, Desmond Morris analisa o comportamento humano do ponto de vita animal e mostra como o homem faz questão de negar as características hereditárias de sua própria espécie. E o quanto isso é prejudicial para a compreensão de si mesmo.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Homenagem aos 31 anos de profissão regulamentada.


VISITA AO JARDIM BOTÂNICO


Turmas BID2831 e BID3063.


Dia 11 de setembro de 2010 (sábado) apartir das 8h30min. com início das atividades às 9 horas,visitação a campo, nessa ocasião o tema vai ser " Importância das atividades de campo na formação de professores de ciências e biologia".

Nesse encontro além de uma visita orientada no Jardim Botânico (Arboretum e coleções científicas) será realizado uma reflexão sobre a educação ambiental nas escolas e a importância da visitação dos alunos em espaços como o visitado.

Na ocasião será também visitados o Núcleo Regional de Ofiologia de Porto Alegre (SERPENTÁRIO) e o Museu de Ciências Naturais.

Levar o roteiro de atividades, além do material de campo.



domingo, 29 de agosto de 2010

TÉCNICA DE CAMPO -OBSERVAÇÃO DE AVES


A observação de aves é uma atividade estimulante e que proporciona tanto aos amadores, quanto aos especialistas, uma interação maior com o ambiente. Além de outros fatores importantes como indicador de impactos ambientais, ajuda também a difundir noções de conservação ambiental. A grande maioria das espécies vivem em zonas temperadas ou tropicais, graças a oferta constante de alimentos e a consequente facilidade de criar os filhotes.

Acredita-se que existam cerca de 9.700 espécies de aves, dessas podemos observar cerca de 3.000 na América Latina, 1.800 no Brasil.






Técnicas de observação:

São adotados cuidados básicos para um bom desempenho da atividade. No percurso deve-se andar devagar e em silêncio, para evitar ser notado pelas aves e para que se possa localizá-las pela vocalização ou por seus movimentos. Na observação de espera, deve-se ficar escondido na vegetação em pontos escolhidos de acordo com suas características atrativas, como fontes de alimento, água ou locais de nidificação.


O período da manhã e do final da tarde são os melhores horários para a observação de aves. Elas são menos ativas em dias muito quentes e se mostram mais ativas após grandes períodos de chuva. A melhor época de observação de aves é no período reprodutivo, no qual elas se mostram mais ativas, o que ocorre geralmente na primavera e no verão.





Equipamentos utilizados:

Binóculos: é indicado usar binóculos com ocular 8x40, que possui um aumento de 8 vezes o diâmetro da objetiva. É essencial que ele tenha um bom aumento e uma boa luminosidade, que estão relacionados diretamente às características do local onde serão feitas as observações.

Vestimentas: é indicado o uso de roupas de cores neutras, como verde ou marrom, e calçados apropriados e resistentes à água. Nos dias quentes aconselha-se o uso de um chapéu ou boné.

Caderneta de campo: onde são feitas as anotações das observações realizadas, material extremamente importante para essa atividade. Levar sempre mais de um lápis, pois o mesmo pode quebrar a ponta, apenas uma caneta, pois o calor pode estourá-la e uma bolsa ou mochila. Evite carregar muito peso.

Guia de campo: livro essencial para identificação de aves, mesmo para ornitólogos mais experientes, para consulta em campo ou em casa. Pode-se utilizar como complementos, máquina fotográfica, filmadora, gravador, mapas, bússolas, paquímetro, régua, sacos plásticos e repelente de insetos.

Checklist: depois de observada e identificada cada ave, é importante a catalogação dos avistamentos numa lista de controle, chamada checklist. Assim, você terá uma constante avaliação da sua evolução como observador e poderá colaborar com as entidades de preservação na consolidação de dados.












quarta-feira, 25 de agosto de 2010

TÉCNICAS DE CAMPO



Prezados acadêmicos de biologia:

Segue abaixo duas técnicas para medidas de altura de árvores, dado indispensável em uma pesquisa de campo em que o tema seja botânica .
Portanto, como bom acadêmico e futuro biólogo é interessante você começar a confeccionar seu material de campo.



Método da vara - Técnica 1

O observador segura uma vara de aproximadamente 1m, de modo que o
comprimento da mesma acima da mão, seja igual a distância de seu olho até a vara, e
movimenta-se para frente e para trás até fazer coincidir a imagem da vara com a
imagem da árvore. A altura desta árvore será igual à distância do observador até ela.

TÉCNICAS DE CAMPO



Como medir a altura de uma árvore - Técnica 2

MATERIAL: uma vara, uma fita métrica e de um dia de Sol!

1. Espeta a vara no chão.
2. Mede a altura da vara (A)
3. Mede o comprimento da sombra da vara (B)
4. Mede o comprimento da sombra da árvore (C)

A tua árvore terá a seguinte altura = A/B*C

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Saídas de Campo



Prezados Alunos ... abaixo segue pequeno fragmento de um pesquisador português sobre a importância da saída de campo nos cursos de formação de professores de biologia...o artigo completo está disponível no link: http://www.enciga.org/boletin/61/o_trabalho_de_campo_na_formacao_professores.pdf

Na foto o professor Eduardo em pesquisa sobre o efeitos da ocupação humana ao longo do Rio Maquiné -RS. E você acadêmico o pensa sobre o assunto? deixe um comentário.

A importância que o Trabalho de Campo (TC) tem assumido na Educação em Ciências conduz a que seja considerado como um recurso de inegável valor, considerado para alguns como fundamental quando se pretende que os alunos estabeleçam a relação dos conhecimentos adquiridos em contexto de sala de aula com a realidade envolvente. O Currículo Nacional do Ensino Básico (2001) prevê que os alunos tenham oportunidade de observar o meio ambiente, de planificar saídas de campo, de elaborar roteiros de observação,instrumentos simples de registo de informação, diários de campo e de usar instrumentos auxiliares (bússola, lupa, etc.).
Pese todo o valor educativo que unanimemente é atribuído ao TC (Gayford, 1985), verifica-se contudo que continua a ser pouco implementado, e quando tal acontece os resultados não correspondem ao esperado, pois nem o factor de motivação, normalmente atribuído à realização de TC, faz com que os alunos alcancem uma aprendizagem significativa dos conceitos, nem a sua realização faz com que os alunos consigam adquirir hábitos e destrezascientíficas. Na opinião de diversos autores, este fracasso resulta da orientação que tem sido dada ao TC realizado. Este assume habitualmente características prescritivas, assentes no cumprimento de instruções detalhadas que conduzem os alunos para a resposta correcta e tem como objectivos fundamentais comprovar a teoria e desenvolver habilidades manipulativas (Rebelo & Marques, 1999; Dourado, 2001).

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Dica de leitura para o paper da BID 3063


Prezados Acadêmicos...

Segue abaixo texto publicado na Revista Teoria e Ação (Ed.4 de julho de 2010, p. 12), uma publicação do IERGS...acredito que sirva de base para provocar nos grupos o aspecto sobre o papel socializador do ambiente escolar.

A revista inteira no formato digital em PDF ...vai estar disponível no mail da turma ...é só conferir.


A formação de grupos no ensino médio já é conhecida e debatida há muitos anos. As famosas “panelinhas” acabam reunindo jovens com interesses em comum e que se identificam em meio ao ambiente escolar. Construir relações de amizades e companheirismo é uma situação que
fica ainda mais evidente durante o ensino médio, quando os alunos deixam de
ser amigos pela “brincadeira” e passam a procurar por pessoas capazes de entender
seus sentimentos e dar apoio nas horas de crises juvenis.
Um dos grandes desafios para os educadores é socializar os alunos, para que possam então conviver e aprender com os demais colegas, também ricos de histórias e conhecimentos a serem transmitidos. É natural que o ser humano busque no outro alguém parecido com ele, mas
restringir à estas pessoas o seu convívio no ambiente escolar é perder a oportunidade
de evoluir ainda mais. Formadas por estereótipos, as panelinhas na escola acabam
prejudicando também alguns alunos que sofrem com a timidez e tem dificuldades
para interagir socialmente, atrapalhando inclusive o processo de aprendizagem para
estes sujeitos. Trabalhar o entrosamento do grupo é um grande desafio para os educadores.
Trazer o aluno para dentro da sala de aula e colocá-lo frente à frente com outras visões e perspectivas é a missão destes professores que buscam um desenvolvimento melhor destes alunos. Vale lembrar que quanto mais tarde esse trabalho é iniciado, mais difícil se torna.
Isso porque com o passar dos anos, os grupos vão ficando cada vez mais fechados dificultando para que novos membros se aproximem. A liderança pedagógica da escola deve cuidar para que estes jovens tenham uma maior abertura para os alunos que buscam incluir-se nos grupos já
formados anteriormente. A harmonia na convivência escolar, a ser buscada incessantemente, gera bons resultados. A interação de alunos com visões opostas e anseios diferentes enriquece o ambiente escolar ao qual estão inseridos. A formação de grupos sociais deve continuar a ser o apoio dos adolescentes, mas eles precisam também conviver com outros perfis para quem possam então desenvolver- se por completo.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

PRÁTICA MÓDULO 3 - BID 2831


TURMA BID 2831 – PRÁTICA DO MÓDULO 3

GRUPO

GRUPOS DE ATÉ 6 (SEIS) ALUNOS NO MÁXIMO,
CADA INTEGRANTE DO GRUPO DEVE ESCOLHER UM DOS SUBTEMAS DO TEMA PRINCIPAL DO GRUPO, OU CRIAR UM NOVO SUBTEMA COM RELAÇÃO AO TEMA.
CADA INTEGRANTE VAI REDIGIR SEU PAPER (ARTIGO) INDIVIDUALMENTE NO SUBTEMA ESCOLHIDO.

SOCIALIZAÇÃO

SOCIALIZAÇÃO O GRUPO DEVE ESCOLHER UM SUBTEMA PARA APRESENTAR EM FORMATO DE AULA.
DATAS DAS APRESENTAÇÕES :
TEMAS 1 AO 3 (21 DE OUTUBRO 2010)
TEMAS 4 AO 6 (2 DE DEZEMBRO 2010)

PAPER

NO MÍNIMO 4 FOLHAS
OBRIGATORIAMENTE DEVE CONTER: CABEÇALHO, RESUMO, PALAVRAS-CHAVE, INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO, CONCLUSÃO, REFERÊNCIAS E ANEXO (PLANO DE AULA)......
IMPORTANTE: PLANO DE AULA...CONFORME OS ITENS ABAIXO:
EMENTA, JUSTIFICATIVA, OBJETIVOS,CONTÉUDO, METODOLOGIA,AVALIAÇÃO, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.


TEMAS

TEMA 1: METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL : INVERTEBRADOS
SUBTEMAS – ECOLOGIA – ANATOMIA INTERNA – ANATOMIA EXTERNA- FISIOLOGIA- ZOOLOGIA MÉDICA (INVERTEBRADOS DE INTERESSE A SAÚDE)

TEMA 2: METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL :
VERTEBRADOS – HERPETOLOGIA ( ANFÍBIOS E REPTÉIS)
SUBTEMAS – ECOLOGIA – ANATOMIA INTERNA – ANATOMIA EXTERNA- FISIOLOGIA- ZOOLOGIA MÉDICA (VERTEBRADOS DE INTERESSE A SAÚDE)

TEMA 3: METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL PARA ALUNOS COM NECESSIDADES AUDITIVAS
SUBTEMAS: ESPAÇOS FÍSICOS, RECURSOS PEDAGÓGICOS, CAPACITAÇÃO DOCENTE.

TEMA 4: METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL
INTRODUÇÃO A FÍSICA GERAL
SUBTEMAS: APRESENTAÇÃO DO ASSUNTO,FÍSICA CLÁSSICA E FÍSICA CONTEMPORÂNEA, EXEMPLO DE AULA EXPOSITIVA, EXEMPLO DE AULA PRÁTICA.

TEMA 5: METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL
BOTÂNICA
SUBTEMAS: APRESENTAÇÃO DO ASSUNTO, FISIOLOGIA, SISTEMÁTICA, ECOLOGIA, BOTÂNICA E SAÚDE (PLANTAS MEDICINAIS), PLANTAS TOXICAS.

TEMA 6: METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL
LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS
SUBTEMAS: ESPAÇO FÍSICO, EQUIPAMENTOS, AVALIAÇÕES.

TEMA EXTRA:
EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FORMAL
SUBTEMAS: LEGISLAÇÃO, ECO-ALFABETIZAÇÃO, SENSIBILIZAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FUNDAMENTAL, METODOLOGIAS

sexta-feira, 2 de julho de 2010

PAPER DO MÓDULO II BID 3063


Prezados Alunos,

Segue as instruções necessárias para a realização da prática educativa do Módulo 2.

Idéia geral do tema:

A FUNÇÃO SOCIAL DO ENSINO E A CONCEPÇÃO SOBRE OS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM

INSTRUMENTOS DE ANÁLISE

A finalidade da escola é promover a formação integral dos alunos, segundo Zabala, que critica as ênfases atribuídas ao aspecto cognitivo. Para ele, é na instituição escolar, através das relações construídas a partir das experiências vividas, que se estabelecem os vínculos e as condições que definem as concepções pessoais sobre si e os demais.
A partir dessa posição ideológica acerca da finalidade da educação escolarizada, é conclamada a necessidade de uma reflexão profunda e permanente da condição de cidadania dos alunos, e da sociedade em que vivem.

Pense na busca dessa solução: Para que a escola exerça sua função como local de oportunidades, interação e encontro com o outro e o saber, o que deve acontecer?

Tema Gerador : A FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA

Delimitação do tema SUGESTÕES:

1. ANÁLISE DA FUNÇÃO e sua relação com a avaliação escolar e objetivos de ensino;
2. ANÁLISE DA FUNÇÃO NAS SÉRIES FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA EDUCAÇÃO BÁSICA;
3. ANÁLISE DA FUNÇÃO NO ENSINO MÉDIO DA EDUCAÇÃO BÁSICA.
4. ANÁLISE DA FUNÇÃO NO EJA.
5. ANÁLISE DA FUNÇÃO NA EDUCAÇÃO ESPECIAL.
6. ANÁLISE DA FUNÇÃO NO ENSINO TÉCNICO E PROFISSIONAL.


DATAS PARA APRESENTAÇÕES: através de sorteio que vai ocorrer no dia 10/07 cada representante de grupo, através do sorteio ira´ verificar as datas para SOCIALIZAÇÃO que vai ocorrer primeira etapa: 27 de novembro de 2009 e segunda etapa 22 de janeiro de 2011.

LEMBRANDO QUE A DATA FINAL PARA ENTREGA DO PAPER É DIA 22 DE JANEIRO DE 2011.

O PAPER TEM NO MÍNIMO 4 PÁGINAS.... E OBRIGATORIAMENTE POSSUI: CABEÇALHO, RESUMO, PALAVRAS –CHAVE , INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO, CONCLUSÃO E REFERRÊNCIAS.
As análises devem fazer referências:

A LDB de 96;
Aos PCNs;
Ao ECA;
Ao PNE;
A Constituição de 1988;
A estrutura e funcionamento do ensino.

Como obter informações para compor o paper (seguir as referências acima) além de observar, como sugestão alguma escola e verificar a função da mesma ...

Entrevista com a supervisão e orientação da escola.

Análise das diferenças entre escolas públicas (Estadual e Municipal) Particular (Leiga ou Religiosa)

Análise das informações do site da SEC RS sobre habilidades e competências ....

Sugestão de livros:

Apostilas:

Estrutura e Funcionamento do Ensino;
Metodologia do trabalho acadêmico;

Educação Especial;

Filosofia e Sociologia geral e da educação.


Livros:

LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA J. F.; TOSCHI M. S.; Educação escolar: políticas
estrutura e organização. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2005. (Coleção Docência em
Formação)
PENIN, S. T. S.; VIEIRA S. L.; MACHADO M. A. M. l. Progestão: como articular a
função social da escola com as especificidades e as demandas da comunidade?
Brasília: Consed, 2001. (Módulo 1)
SEBER, M. G. Piaget: o diálogo com a criança e o desenvolvimento do raciocínio.
São Paulo: Scipione, 1997.

Cada grupo deve socializar seus resultados e cada membro do grupo um paper (conforme as regras de formatação) individual e singular , isto é, nada de paper igual ao do colega.



segunda-feira, 28 de junho de 2010

O que estudar com mais atenção...


Dica de estudo sobre Didática e Avaliação:


Ler oq o professor Sacristán conceitua sobre didática na página 87;


Ler o que pensa o John Dewey;


Ler sobre a avaliação proposta por Haydt na pag.60


Ler sobre avaliação por Tyler pág.88


Ver os princípios Escolanovista;


Ver o que pensava Pestalozzi;
Ver sobre os níveis de elaboração de Objetivos Gerais...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Dicas para se colocar em prática ao fazer uma redação


-Não coloque ponto no título de uma redação.
- Não coloque no final do texto qualquer coisa escrita ou riscos de qualquer natureza, nem assine seu nome no final.
- Não repita muitas vezes as mesmas palavras, para não empobrecer o texto.
- Jamais abrevie palavras.
- Evite o uso de etc.
- Substitua as palavras “algo”, “coisa”, por elemento, fator, item, etc.
- Use sempre palavras da língua portuguesa, evite as estrangeiras.
- Evite usar provérbios, chavões, ditos populares ou frases feitas.
- Evite questionamentos em seu texto, sobretudo em sua conclusão.
- Jamais use a primeira pessoa do singular, a menos que haja solicitação do tema (Ex.: O que você acha sobre o aborto - ainda assim, pode-se usar a 3ª pessoa)
- Só cite exemplos de domínio público, sem narrar seu desenrolar. Faça somente uma breve menção.
- A emoção não pode perpassar nem mesmo num adjetivo empregado no texto. Atenção à imparcialidade.
- Nuca analise assuntos polêmicos sob apenas um dos lados da questão.

domingo, 20 de junho de 2010

Avaliação 1

Alunos segue como é feita a correção a avaliação 1 -

Análise da resposta esperada;
Análise dos itens >>>>>>>>



Prova (27958) - Sábado - Turno: Matutino
TURMAS: BID3063

1° QUESTÃO. A Didática no Brasil tem pelo menos duas fases distintas: uma que começa com a chegada dos jesuítas e a outra que se inicia em 1934, quando a disciplina Didática passa a compor o currículo dos cursos de formação de professores. A partir de estudos na Unidade 1 do nosso Caderno de Estudos, como avaliação, que deve ser feita individualmente, faça uma redação tendo como tema: A DIDÁTICA NO BRASIL.

RESPOSTA ESPERADA
Começa com a chegada dos padres Jesuítas no Brasil, que foram os principais educadores do período colonial. Essa educação servia especialmente para a aculturação e catequização dos índios e negros e a instrução dos descendentes dos colonizadores, que aqui no Brasil representou a Pedagogia tradicional religiosa. O professor prescrevia o método de estudo, o conteúdo e o horário. As aulas eram ministradas de forma expositiva. As lições eram tomadas dos alunos oralmente.
A segunda vertente foi a Pedagogia leiga. O modelo didático praticamente não se alterou, embora a ênfase não fosse mais a doutrina cristã.
Contrapondo à Pedagogia Tradicional, surgiu o movimento escolanovista, e a didática aparece pela primeira vez como disciplina nos cursos de formação de professores em nível superior. A Didática escolanovista privilegia os aspectos técnico-práticos do processo de ensino-aprendizagem.
Na década de 60 entra em cena a Pedagogia Tecnicista, embasada nos princípios da psicologia comportamental ou behaviorista. Derivou daí uma didática que pode ser chamada de Tecnologia Educacional.
Na década de 80 a didática tecnicista e as demais correntes que antecederam passam a ser duramente questionadas, surge então, um novo cenário didático, com a preocupação com os aspectos sociopolíticos do processo de ensino.

sábado, 12 de junho de 2010

Importância da prática experimental no ensino


Prezados meus alunos, encontrei esse texto na internet, e é um bom exemplo para reflexão...afinal sem prática não tem como ensinar ciências.... ou tem ?

Segue parte do texto na sua escrita original...


[...]È desumano forçar a mente no que ela não consegue visualizar.Fazer enxergar o que não se tem.Se não existe pratica não há como o aluno perceber com o professor e tão menos por si só.Se eu não conheço figuras com duas dimensões e não tenho contato direto com suas propriedades, dificilmente eu conseguirei entender as de três ou imaginar a possibilidade de existir figuras com 4 ou mais.


Uma vez praticando tudo fica mais fácil. Ganha professor por que não cansa teorizando o que esta nos livros, as aulas se tornam mais dinâmicas e interessantes, os pais se interessarão automaticamente na medida em que o aluno ira levar o que aprendeu em sala para casa, ganha o aluno em se interessar ainda mais. Enfim, ganha a comunidade como um todo.


Quem não se interessaria em saber como se produz um álcool 70 em seus lares?Quem não gostaria de entender quando o Dráuzio Varela fala no fantástico que o sódio não apenas esta contido no pozinho branco que coloca nos alimentos em casa, mas em alimentos doces também e que seu pai, sua mãe ou tio cometem o suicídio ao não saber disso?Quem não ficaria feliz em criar engenhocas dentro de casa, mexendo em circuitos ou entendendo o porquê da sua conta vir baixa ou alta?Contestar o IBGE, entender que equação os nossos governantes usam para subtrair do trabalhador ao invés de multiplicar a sua renda? Ou constatar a existência de outros planetas com características semelhantes a terra.Ou você pensa que somos os únicos a habitar o espaço?


E o preço de tudo isso só vemos lá na frente.A contra mão dessa falta de pratica só nos faz compor uma cadeia nada agradável.È a moça do caixa não sabendo passar o troco sem usar calculadora,é consumidor pagando a mais por “mls” a menos,é o pedreiro que ira fugir da escola por achar desinteressante, desmoronando casas,ou errando assentos e medições,é um povo que não contestara o motivo de presidentes indo ao segundo turno, com votos em maioria em função de margens de erros antidemocráticas,são mestrandos pagando para fazerem analises estatísticas a técnicos , o país emperrado sem produzir e comprando do que vem de fora, pessoas sem conseguir abstrair cálculos matemáticos,físicos ou químicos [...].


fonte:

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Cinco minutos ao ar livre melhora saúde mental Estudo avança que actividades em zonas verdes intensificam bom humor e auto-estima

Prezados Alunos, uma boa dica antes de encarar as avaliações...

Apenas cinco minutos de exercício físico numa "área verde", como um parque, por exemplo, podem ser suficientes para melhorar a saúde mental, segundo avançou um estudo, publicado na revista especializada «Environmental Science and Technology», por uma equipa de cientistas britânicos.

Os investigadores da Universidade de Essex verificaram, após compararem dez estudos previamente realizados em 1250 pessoas, que as que praticavam actividades ao ar livre melhoraram rapidamente de humor e de auto-estima.


As actividades analisadas eram variadas, como caminhadas, ciclismo, pesca, jardinagem, cavalgada e remo e têm maior impacto entre as pessoas mais jovens e o efeito aparecia em apenas cinco minutos. Com o passar do tempo, os efeitos positivos continuavam aparentes, mas tinham menor intensidade.

Ainda segundo os investigadores, o resultado era ainda maior se o local também tivesse água, como um lago ou um rio. Para Jules Pretty, um dos autores do estudo, pessoas geralmente sedentárias, deprimidas ou com problemas de saúde mental seriam as mais beneficiadas por actividades ao ar livre.

CiÊNCIA HOJE

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Agradecimentos!!!!



O prof. Eduardo, agradece em nome do setor de Desenvolvimento Ambiental da Tetra Pak a visita ao estande na FIEMA 2010.




Na foto as pós graduandas no MBA em Gestão Ambiental do IERGS- Porto Alegre RS, Anamaria e Simone.

Agradecimento!




O prof. Eduardo, agradece em nome do setor de Desenvolvimento Ambiental da Tetra Pak a visita ao estande na FIEMA 2010.


Na foto as graduandas em Ciências Biológicas da Uniassselvi - pólo Porto Alegre RS,Tavane,Sabrina e Tati.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Corações e Mentes

Bo a dica de leitura e reflexão...
PAUSA DO COTIDIANO
Um cotidiano agitado, voltado para a sobrevivência. Lei da selva. Trabalho, projetos de conquistas de espaço na vida, no mercado, na empresa. A mente não pára, já proclamava Cazuza!
Férias ao normal! Viver o natural!
O natural na descontração do rir à toa, andar sem destino, conversar fiado com desconhecidos, pular atrás do trio elétrico, andar de ônibus (e até gostar!), viajar de barco, fazer nada, acordar tarde, dançar, cantar, “viajar” ao som de uma viola, guardar para sempre o momento de êxtase ao fotografar o pôr-do-sol e o amanhecer, ver o mar, tomar uma cervejinha gelada sob 40 graus de calor, comer fruta no pé, andar com os pés no chão, sentir a suavidade da brisa fresca, alimentar-se de VIDA!
PAUSA INTERROMPIDA
Fim do feriado e retorno ao cotidiano de trabalho.
E o retorno fez-me refletir sobre os “corações e mentes” que habitam em cada um de nós.
Quem é mais poderoso? O coração ou a mente?
Em nossa vida carregada das normas que criamos sem perceber ou que nos são impostas sutilmente vamos, aos poucos, deixando nosso lado-coração-de-lado. O descompasso faz com que nossa vida pessoal, a cada dia, vá descendo graus e graus na escala da qualidade.
A LUTA ENTRE OS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS
Cisão. Separação. A luta entre nossos hemisférios cerebrais é reforçada a cada dia. Enquanto o direito, do coração dia “SIM” o esquerdo, da mente retruca “NÃO VAI DAR CERTO!”.
Surgem então as dissociações, tão normais que acabam tornando-se naturais aos nossos olhos:
- “o discurso é um e a ação é outra”;
- “o sentimento diverge da expressão”:
- “os sonhos não chegam a se concretizar. São interrompidos pela realidade”;
- “sorrisos amarelos disfarçam insatisfações”;
- “máscaras mostram as mentes e escondem corações”.
Por onde andam a alegria, o lúdico, a satisfação e o prazer de viver?
Roger Sperry, prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia em 1981, comprovou cientificamente a lateralização dos nossos hemisférios cerebrais e suas áreas de comando: um dirige a mente e outro o coração.
O hemisfério direito, cujas funções são pouco estimuladas nas culturas ocidentais devido a condicionantes familiares, educacionais e culturais, é o NATURAL. Ele orienta as ações espontâneas, intuitivas, prazerosas, lúdicas, cooperativas, éticas e imaginosas. É ele que nos permite ter emoções e sensações de toda ordem. Sua presença manifesta-se através da habilidade de perceber o todo, reunir, agir com sabedoria dentro do paradigma holístico.
O esquerdo, aquele reforçado em nossa cultura é o NORMAL. Orienta as ações planejadas, lógicas, racionais e competitivas. Ele comanda nossa habilidade de julgar, medir, classificar, separar, discriminar. Faz-nos perceber as partes e ignorar o todo.
O homem-razão, o homem-mente predomina até hoje. Batalhas foram vencidas pelo hemisfério NORMAL. Mas... a guerra ainda está de pé!
Observando as principais instituições vigentes no Brasil (escola, empresa, sindicato, governo) e grupos de interesse, podemos constatar que a postura dissociativa está presente e a predominância das ações é do hemisfério esquerdo.
A REALIDADE EMPRESARIAL NO BRASIL
As formas de gestão, na maioria das empresas, (públicas ou privadas) refletem o comportamento do homem-normal:
- a administração participativa é implantada por decretos, ordens de serviço e normas internas (“Participamos que daí para frente nossa nova estrutura será etc...etc...etc...);
- a espontaneidade, a brincadeira, o humor e o lúdico, muitas vezes são confundidos com “falta de seriedade no trabalho (sic)”;
- alguns programas de gestão estão com seu enfoque voltado para conceitos e instrumentos de padronização e racionalização do trabalho relegando a segundo plano o investimento na educação e nos programas de desenvolvimento pessoal;
- a qualidade de vida na empresa é pouco cuidada, resumindo-se a planos de benefícios e algumas melhorias físicas e materiais;
- ‘furar o olho” do colega é considerado até esperteza;
- raramente encontra-se um clima afetivo e de cooperação entre as pessoas;
- áreas se atropelam no jogo do “vence o melhor” (como se existissem várias empresas em uma só);
- a competição é interna, prejudicando a competitividade no mercado e gerando um clima insustentável;
- promoções de colegas são contestadas a tal ponto que, mesmo diante da necessidade de enxugamento de áreas alguns dirigentes incham a estrutura com “aspones”, encarregados, supervisores, auxiliares do encarregado, substitutos dos substitutos”. Procuram fugir de seus algozes: aqueles que não foram promovidos e querem a sua cabeça;
- O stress generalizou-se. Sintomas tais como colesterol alto, úlceras, enxaquecas, depressão e desânimo acarretam em um número significativo de pessoas que buscam o afastamento temporário do trabalho, por motivos de saúde;
- Gavetas estão com planos e projetos não implantados. O processo decisório é burocrático e lento em função das normas.
É...a situação está pouco animadora!
Em cada uma das ações citadas podemos constatar a influência da MENTE sobre o CORAÇÃO. Ainda não conseguimos trabalhar os dois hemisférios de forma harmonizada e integrada e isto se reflete em nosso modo de ser e agir.
E NÓS, AONDE VAMOS?
Como reverter este quadro?
É necessário mudar paradigmas. E mudar paradigma implica em adotar e acreditar em novos valores construtivos.
Tenho identificado aqui e ali, um novo homem: o HOMEM PARENTÉTICO. Ele apresenta atitudes e valores contrários aos do HOMEM ORGANIZACIONAL predominante nas últimas décadas (o que veste a camisa da empresa, não tem hora para si mesmo e nem para as pessoas ao seu redor, adoece ou morre, pois nada mais faz a não ser brigar pelo poder ilusório de seu papel). Sua meta é a ascensão profissional. Talvez em sua lápide fique bem a frase: “MEU NOME É TRABALHO”
O HOMEM PARENTÉTICO chega aos poucos, e vai ocupando espaços com fluidez, sensibilidade, conhecimento, sabedoria e já apresenta vestígios de uma nova consciência.
QUEM É O NOVO HOMEM PARENTÉTICO?
Ele está em todos os lugares e em diversas funções. Tem consciência crítica altamente desenvolvida das premissas de valor desenvolvidas no dia-a-dia. Consegue graduar seu fluxo diário, colocando-se tanto como espectador quanto como sujeito ativo, percebendo-se como parte importante de um todo maior. Romper raízes institucionais é mais vantajoso do que permanecer onde não é o seu lugar. Seu compromisso é com resultados. A urgência em obter um significado de vida faz com que ele busque melhorar sua qualidade de vida e se esforce continuamente para influenciar no ambiente. É preocupado com a ecologia ambiental e humana. Luta contra sistemas rígidos e burocráticos. Suas principais armas são a fluidez, o desapego, a sensibilidade e um profundo respeito e amor pelos outros.
Para ousar interferir no ambiente empresarial temos um grande PODER: o poder da transformAÇÃO. Através do empreendimento de ações geradoras de resultados vamos obtendo adesões podemos formar um exército de agentes multiplicadores de mudança.
A descoberta do homem parentético que habita cada um de nós pode ser o começo de tudo.
Conhecendo-nos podemos enxergar os outros a nossa volta.
E percebendo-os vamos trazê-los para o nosso lado.
Esses homens-parentéticos estão em todos os níveis hierárquicos da empresa. Sem querer se expor muito não se fazem notar pelos menos perceptivos. Mas o HOMEM MENTE-CORAÇÃO existe. E temos que contar com ele.
Tenho a convicção pessoal de que só vamos conseguir atuar de forma efetiva neste processo quando começarmos a trabalhar nossa MUDANÇA PESSOAL.
Podemos oferecer somente aquilo que temos e se não melhorarmos nossa qualidade de vida como acreditar na qualidade “fora de nos”?
Como enfrentar com pique e motivação este momento real e normal em nosso dia-a-dia de trabalho?
A força e a coragem estão em nós. A partir da mudança de posturas, atitudes, filosofia de trabalho, formas de lidar com os problemas e com a vida, encarando medos e dificuldades de forma natural e simples, podemos transformar nosso ambiente.

A convivência harmônica e equilibrada de “corações de mentes” é possível. Temos um potencial ilimitado.
TUDO INICIA NA PRÓPRIA PESSOA!


sexta-feira, 26 de março de 2010

Dica de reflexão para a turma Bid 3063


Acessem todo o conteúdo abaixo no link:
http://gold.br.inter.net/luisinfo/infoeduc.html

As Visões Céticas e Otimistas da Informática em Educação

Visão Cética

Se as escolas não tem carteiras, giz nem merenda e o professor ganha uma miséria, como falar em computador?

Ora, se as escolas chegaram a este ponto, não foi por causa de gastos com equipamentos, sejam eles de informática ou não. O fato é que se elas não se modernizarem, acentuarão o hiato existente entre a "idade" dos métodos de ensino e a "idade" de seus alunos. Ou seja, elas continuarão no século 18, enquanto os alunos vivem no século 21.

Os céticos também argumentam que haveria uma desumanização com o uso da máquina, com a eliminação do contato entre o aluno e o professor.

Mais uma vez, encontramos um argumento frágil contra o uso da informática. O aluno de fato somente irá prescindir do contato com o professor se este se restringir (como classicamente o faz) a transmitir informações e conhecimentos. Os céticos, por sinal, estão presos a este modelo instrucionista e temem, portanto, a perda do papel tradicional do professor.

Não se pretende, tampouco, que um aluno permaneça 10 ou 12 horas diante de um computador. Portanto, a desumanização informática tem a mesma probabilidade de ocorrer como em qualquer uso exagerado de aparatos tecnológicos, como televisão, música etc.

Visão Otimista

Como o otimismo é gerado por razões pouco fundamentadas, é provável que ele venha acompanhado de grandes frustrações:

modismo: outros países e escolas já dispõem dos equipamentos. Isso causa erros no sistema educacional. É preciso critério, senso crítico. As soluções não devem ser meramente copiadas;
o computador fará parte de nossa vida e a escola deve lidar com essa tecnologia.


Muitas escolas introduzem o computador como disciplina curricular, dissociada de sua utilização em outras perspectivas e disciplinas.
Usamos o telefone sem necessariamente sabermos princípios de telefonia.
o computador é um meio didático.

De fato, ele apresenta facilidade para simular fenômenos e animação. No entanto, esse enfoque leva a uma sub-utilização como ferramenta de aprendizagem.

quarta-feira, 17 de março de 2010

História Natural e Ciências Biológicas

Prezados acadêmicos, segue abaixo uma leitura bem interessante sobre a origem do curso que vocês realizam...
Este texto procura identificar as principais semelhanças e diferenças entre o curso de História Natural e o de Ciências Biológicas, sua história e suas transformações no ensino superior brasileiro. Não há aqui a preocupação de defender um curso ou outro, mas apenas de constatar o que ocorreu e o que vem ocorrendo nas graduações.

Os cursos de História Natural eram ligados às faculdades de Filosofia, Ciências e Letras; tinham uma visão mais contemplativa, mais de descoberta da natureza, sem que houvesse interferência sobre ela. Os alunos eram mais preparados para o Bacharelado do que para a Licenciatura e tinham, portanto, a pesquisa como principal objetivo; recebiam uma sólida formação, especialmente em Biologia, Zoologia, Botânica e Geologia.

Três fatos foram marcantes na transição do curso de História Natural para o de Ciências Biológicas:

•a democratização do Ensino Fundamental, no final dos anos 1950 e início dos anos 60;
•as aulas de Ciências e Biologia eram ministradas por alguns professores formados em História Natural, mas também por profissionais formados em Medicina, Odontologia, Engenharia... e
•a demanda de professores era de tal ordem que indivíduos que só tinham o Ensino Médio de hoje eram chamados para lecionar, pois o número de cursos de História Natural era muito pequeno (na cidade do Rio de Janeiro só existiam dois).
Para atender a essa enorme demanda de professores, foram tomadas quatro soluções: os indivíduos com curso superior sem licenciatura e os que só tinham o Ensino Médio poderiam fazer o curso e o concurso promovidos pelo MEC e desenvolvido pela Campanha de Aperfeiçoamento e de Desenvolvimento do Ensino Secundário (Cades). Os candidatos prestavam três provas no concurso: de didática, de conteúdo específico e de prática de aula. Após a aprovação, o indivíduo recebia um registro de professor para locais onde não houvesse professor com curso superior (o que significava quase todo o Brasil). Com esta solução a demanda de professores foi diminuindo.

Outra ação importante foi criar, em várias partes do Brasil, os Centros de Ciências, que tinham como objetivo oferecer cursos de capacitação para os formados em História Natural e também para aqueles professores provenientes dos cursos e concursos da CADES. Sua ênfase estava em introduzir a experimentação através do método da redescoberta.

Além disso, o MEC autorizou a implantação de outros cursos de História Natural e, posteriormente, de Ciências Biológicas, a fim de diminuir a demanda de professores.

Ao mesmo tempo, os cursos de História Natural foram gradativamente mudando seus currículos, diminuindo as cadeiras ditas científicas e aumentando a carga horária e o número de disciplinas pedagógicas; em outras palavras: a licenciatura foi se tornando mais importante que o bacharelado.

Tudo isso ocorreu entre a metade da década de 1960 e metade da década de 1970. É perceptível que a sólida formação que existia em História Natural tornava-se fragmentada em Ciências Biológicas, com a diminuição da carga horária de várias disciplinas ditas científicas.
Quer saber mais acesse:
http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/biologia/0020.html

sábado, 13 de março de 2010

A primeira Universidade do Brasil ??????

Conhecimento nunca é demais,
Prezados acadêmicos da BID 3063, na leitura da Unidade 3 será apresentado o surgimento da primeira Universidade do Brasil, que no texto fala da USP, mas aproveito o momento para relatar um fato sobre a Universidae do Brasil no RJ de 1920.
A história oficial registra o surgimento da primeira universidade brasileira em 1920: a atual Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Criada sem grandes debates e recebida sem maior interesse, conta a lenda que a instituição - que de 1937 a 1965 foi conhecida como Universidade do Brasil - era "para belga ver", pois surgira, essencialmente, para que se pudesse conceder um título de Doutor Honoris Causa ao Rei da Bélgica, por ocasião de sua visita ao Brasil. Somente 14 anos mais tarde o país ganharia de fato sua primeira universidade, idealizada e criada como instituição integral: a Universidade de São Paulo (USP), que surge em meio a importantes transformações políticas, sociais e culturais. Desde então, a universidade brasileira vem consolidando uma relação direta com o desenvolvimento da sociedade e o fortalecimento do Estado.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Homem como medida


Examinando o desenho, pode ser notado que a combinação das posições dos braços e pernas formam quatro posturas diferentes. As posições com os braços em cruz e os pés são inscritas juntas no quadrado. Por outro lado, a posição superior dos braços e das pernas é inscrita no círculo. Isto ilustra o princípio que na mudança entre as duas posições, o centro aparente da figura parece se mover, mas de fato o umbigo da figura, que é o verdadeiro centro de gravidade, permanece imóvel.


Proporções :
O Homem Vitruviano é baseado numa famosa passagem do arquitecto/arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio na sua série de dez livros intitulados de De Architectura, um tratado de arquitetura em que, no terceiro livro, ele descreve as proporções do corpo humano:

Um palmo é a largura de quatro dedos;
Um pé é a largura de quatro palmos;
Um antebraço ou cúbito é a largura de seis palmos;
A altura de um homem é quatro antebraços (24 palmos);
Um passo é quatro antebraços;
A longitude dos braços estendidos de um homem é igual à altura dele;
A distância entre o nascimento do cabelo e o queixo é um décimo da altura de um homem;
A distância do topo da cabeça para o fundo do queixo é um oitavo da altura de um homem;
A distância do nascimento do cabelo para o topo do peito é um sétimo da altura de um homem;
A distância do topo da cabeça para os mamilos é um quarto da altura de um homem;
A largura máxima dos ombros é um quarto da altura de um homem;
A distância do cotovelo para o fim da mão é um quarto da altura de um homem;
A distância do cotovelo para a axila é um oitavo da altura de um homem;
O comprimento da mão é um décimo da altura de um homem;
A distância do fundo do queixo para o nariz é um terço da longitude da face;
A distância do nascimento do cabelo para as sobrancelhas é um terço da longitude da face;
A altura da orelha é um terço da longitude da face.


Vitrúvio já havia tentado encaixar as proporções do corpo humano dentro da figura de um quadrado e um círculo, mas suas tentativas ficaram imperfeitas. Foi apenas com Leonardo que o encaixe saiu corretamente perfeito dentro dos padrões matemático sesperados .

O redescobrimento das proporções matemáticas do corpo humano no século XV por Leonardo e os outros é considerado uma das grandes realizações que conduzem ao Renascimento italiano.

O desenho também é considerado frequentemente como um símbolo da simetria básica do corpo humano e, para extensão, para o universo como um todo. É interessante observar que a área total do círculo é idêntica à área total do quadrado (quadratura do círculo) e este desenho pode ser considerado um algoritmo matemático para calcular o valor do número irracional phi (aproximadamente 1,618).

fonte:


http://pt.wikipedia.org/wiki/Homem_Vitruviano_(desenho_de_Leonardo_da_Vinci)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Pense nisso !!!

Desenvolver a autonomia nos estudos tem sido um dos grandes desafios
para a educação.
Na Era da Informação e do Conhecimento, a aprendizagem e o desempenho passam a ser responsabilidade do próprio indivíduo. Nesse sentido, uma pessoa autônoma aproveita muito melhor as informações disponíveis e estabelece conexões de forma rápida, é
capaz de reconhecer suas deficiências e desenvolver estratégias para superá-las. A autonomia é competência essencial em qualquer modalidade de ensino.

Esta é uma proposta que visa o desenvolvimento pessoal.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

BID 2831 - SE LIGA NAS SUGESTÕES!!!!


É HORA DE FICAR LIGADO TURMA!!!!!!



Instruções para a prática educativa – módulo 2 (TURMA BID 2831- QUINTA-FEIRA)

Formar até 6 grupos com 5 componentes CADA, para elaboração e socialização da prática educativa.

Datas conforme sorteio:

Grupo 1- 3 dia da socialização 6/maio
Grupo 4-6 dia socialização 10/junho

Entrega final do paper dia 10/junho

Atenção esse paper é individual, isto é, cada membro do grupo elabora o seu e o entrega até a data máxima de 10 junho de 2010 ....não será aceito paper duplicado, se copiou do colega não vai valer.

A socialização vai ocorrer da seguinte maneira:

10 minutos de apresentação;
Apenas um integrante do grupo vai apresentar um resumo geral do grupo.

Paper individual:

Conforme modelo do caderno de metodologia do trabalho acadêmico.
Sugestões de pontos para verificação NA VISITA:

Nível e Modalidade de ensino que a escola que será feita a visita se encontra;
Dados da escola, ano de fundação, n° de alunos, n° de docentes, salas de aula, laboratórios entre outros;
Entrevista com o docente: nome, graduação, (outros títulos se houver), tempo que leciona, turmas que leciona, metodologia de ensino adotada entre outros.
Opinião do docente sobre o PPP, opinião do docente sobre transdisciplinariedade e interdisciplinariedade.


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Enfoques para a prática educativa e dica de livro

Prezados alunos,

Segue outras sugestões de delimitação de assunto, para elaboração do paper individual, conforme o tema do grupo.

1- Aspectos Positivos e Negativos do enfoque da Educação, por exemplo: Educação da Idade Média ou Educação Burguesa e sua influência na educação moderna.
2- Relação do modelo de educação e seus avanços nos campos da filosofia, ciências entre outros...
3- Icones, isto é, personagens marcantes no modelo educacional do Tema.

Bibliografia:

Aranha, Maria Lúcia de Arruda / História da Educação e da Pedagogia

domingo, 31 de janeiro de 2010

Foco para aplicação no Tema da Prática Educativa

Segue tópicos que podem ser trabalhados como "foco" na elaboração do paper individual em conformidade com o tema do grupo.

Conceito, Fatos históricos, Curiosidades, A relação do Assunto com a Educação no Brasil, Modelo Educacional Exemplo, últimos fatos do modelo educacional, perspectivas educacionais pós-modelo e sua relação com a educação contemporânea

domingo, 24 de janeiro de 2010

Instruções para turma BID3063

PRIMEIRO ENCONTRO PRESENCIAL: será trabalhado o conteúdo da Unidade 1 do Caderno de Estudos de Formação Inicial em Educação a Distância.
SEGUNDO ENCONTRO PRESENCIAL: será trabalhado o conteúdo da Unidade 2 do Caderno de Estudos de Formação Inicial em Educação a Distância.
TERCEIRO ENCONTRO PRESENCIAL: serão trabalhados os seguintes conteúdos da Disciplina de Metodologia do Trabalho Acadêmico: a) Conteúdos da Unidade 1 Tópico 2 – Elementos Constitutivos dos Trabalhos Acadêmicos Tópico 4 – O Paper b) Conteúdos da Unidade 2 Tópico 1 – Citações Tópico 2 – Referências
QUARTO ENCONTRO PRESENCIAL: será feita a revisão de todo o conteúdo trabalho e a Prova final da disciplina.

Quanto à avaliação dos conteúdos desenvolvidos da maneira descrita acima, teremos: Avaliação 1: Elaboração de uma redação individual sobre o tema relacionado com o conteúdo da Unidade 1 – HISTÓRIA E MÉTODOS DA EAD. Será realizada no segundo encontro presencial. Avaliação 2: Avaliação individual sem consulta, com 10 (dez) questões objetivas sobre o conteúdo da Unidade 2 – INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS TECNOLÓGICOS DA EAD UNIASSELVI. Será realizada no terceiro encontro presencial. Avaliação Final: Avaliação individual sem consulta, com 3 (três) questões dissertativas e 15 (quinze) questões objetivas – SOBRE TODO O CONTEÚDO TRABALHADO DA MANEIRA DESCRITA ACIMA. Será realizada no quarto encontro presencial.