sexta-feira, 26 de março de 2010

Dica de reflexão para a turma Bid 3063


Acessem todo o conteúdo abaixo no link:
http://gold.br.inter.net/luisinfo/infoeduc.html

As Visões Céticas e Otimistas da Informática em Educação

Visão Cética

Se as escolas não tem carteiras, giz nem merenda e o professor ganha uma miséria, como falar em computador?

Ora, se as escolas chegaram a este ponto, não foi por causa de gastos com equipamentos, sejam eles de informática ou não. O fato é que se elas não se modernizarem, acentuarão o hiato existente entre a "idade" dos métodos de ensino e a "idade" de seus alunos. Ou seja, elas continuarão no século 18, enquanto os alunos vivem no século 21.

Os céticos também argumentam que haveria uma desumanização com o uso da máquina, com a eliminação do contato entre o aluno e o professor.

Mais uma vez, encontramos um argumento frágil contra o uso da informática. O aluno de fato somente irá prescindir do contato com o professor se este se restringir (como classicamente o faz) a transmitir informações e conhecimentos. Os céticos, por sinal, estão presos a este modelo instrucionista e temem, portanto, a perda do papel tradicional do professor.

Não se pretende, tampouco, que um aluno permaneça 10 ou 12 horas diante de um computador. Portanto, a desumanização informática tem a mesma probabilidade de ocorrer como em qualquer uso exagerado de aparatos tecnológicos, como televisão, música etc.

Visão Otimista

Como o otimismo é gerado por razões pouco fundamentadas, é provável que ele venha acompanhado de grandes frustrações:

modismo: outros países e escolas já dispõem dos equipamentos. Isso causa erros no sistema educacional. É preciso critério, senso crítico. As soluções não devem ser meramente copiadas;
o computador fará parte de nossa vida e a escola deve lidar com essa tecnologia.


Muitas escolas introduzem o computador como disciplina curricular, dissociada de sua utilização em outras perspectivas e disciplinas.
Usamos o telefone sem necessariamente sabermos princípios de telefonia.
o computador é um meio didático.

De fato, ele apresenta facilidade para simular fenômenos e animação. No entanto, esse enfoque leva a uma sub-utilização como ferramenta de aprendizagem.

quarta-feira, 17 de março de 2010

História Natural e Ciências Biológicas

Prezados acadêmicos, segue abaixo uma leitura bem interessante sobre a origem do curso que vocês realizam...
Este texto procura identificar as principais semelhanças e diferenças entre o curso de História Natural e o de Ciências Biológicas, sua história e suas transformações no ensino superior brasileiro. Não há aqui a preocupação de defender um curso ou outro, mas apenas de constatar o que ocorreu e o que vem ocorrendo nas graduações.

Os cursos de História Natural eram ligados às faculdades de Filosofia, Ciências e Letras; tinham uma visão mais contemplativa, mais de descoberta da natureza, sem que houvesse interferência sobre ela. Os alunos eram mais preparados para o Bacharelado do que para a Licenciatura e tinham, portanto, a pesquisa como principal objetivo; recebiam uma sólida formação, especialmente em Biologia, Zoologia, Botânica e Geologia.

Três fatos foram marcantes na transição do curso de História Natural para o de Ciências Biológicas:

•a democratização do Ensino Fundamental, no final dos anos 1950 e início dos anos 60;
•as aulas de Ciências e Biologia eram ministradas por alguns professores formados em História Natural, mas também por profissionais formados em Medicina, Odontologia, Engenharia... e
•a demanda de professores era de tal ordem que indivíduos que só tinham o Ensino Médio de hoje eram chamados para lecionar, pois o número de cursos de História Natural era muito pequeno (na cidade do Rio de Janeiro só existiam dois).
Para atender a essa enorme demanda de professores, foram tomadas quatro soluções: os indivíduos com curso superior sem licenciatura e os que só tinham o Ensino Médio poderiam fazer o curso e o concurso promovidos pelo MEC e desenvolvido pela Campanha de Aperfeiçoamento e de Desenvolvimento do Ensino Secundário (Cades). Os candidatos prestavam três provas no concurso: de didática, de conteúdo específico e de prática de aula. Após a aprovação, o indivíduo recebia um registro de professor para locais onde não houvesse professor com curso superior (o que significava quase todo o Brasil). Com esta solução a demanda de professores foi diminuindo.

Outra ação importante foi criar, em várias partes do Brasil, os Centros de Ciências, que tinham como objetivo oferecer cursos de capacitação para os formados em História Natural e também para aqueles professores provenientes dos cursos e concursos da CADES. Sua ênfase estava em introduzir a experimentação através do método da redescoberta.

Além disso, o MEC autorizou a implantação de outros cursos de História Natural e, posteriormente, de Ciências Biológicas, a fim de diminuir a demanda de professores.

Ao mesmo tempo, os cursos de História Natural foram gradativamente mudando seus currículos, diminuindo as cadeiras ditas científicas e aumentando a carga horária e o número de disciplinas pedagógicas; em outras palavras: a licenciatura foi se tornando mais importante que o bacharelado.

Tudo isso ocorreu entre a metade da década de 1960 e metade da década de 1970. É perceptível que a sólida formação que existia em História Natural tornava-se fragmentada em Ciências Biológicas, com a diminuição da carga horária de várias disciplinas ditas científicas.
Quer saber mais acesse:
http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/biologia/0020.html

sábado, 13 de março de 2010

A primeira Universidade do Brasil ??????

Conhecimento nunca é demais,
Prezados acadêmicos da BID 3063, na leitura da Unidade 3 será apresentado o surgimento da primeira Universidade do Brasil, que no texto fala da USP, mas aproveito o momento para relatar um fato sobre a Universidae do Brasil no RJ de 1920.
A história oficial registra o surgimento da primeira universidade brasileira em 1920: a atual Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Criada sem grandes debates e recebida sem maior interesse, conta a lenda que a instituição - que de 1937 a 1965 foi conhecida como Universidade do Brasil - era "para belga ver", pois surgira, essencialmente, para que se pudesse conceder um título de Doutor Honoris Causa ao Rei da Bélgica, por ocasião de sua visita ao Brasil. Somente 14 anos mais tarde o país ganharia de fato sua primeira universidade, idealizada e criada como instituição integral: a Universidade de São Paulo (USP), que surge em meio a importantes transformações políticas, sociais e culturais. Desde então, a universidade brasileira vem consolidando uma relação direta com o desenvolvimento da sociedade e o fortalecimento do Estado.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Homem como medida


Examinando o desenho, pode ser notado que a combinação das posições dos braços e pernas formam quatro posturas diferentes. As posições com os braços em cruz e os pés são inscritas juntas no quadrado. Por outro lado, a posição superior dos braços e das pernas é inscrita no círculo. Isto ilustra o princípio que na mudança entre as duas posições, o centro aparente da figura parece se mover, mas de fato o umbigo da figura, que é o verdadeiro centro de gravidade, permanece imóvel.


Proporções :
O Homem Vitruviano é baseado numa famosa passagem do arquitecto/arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio na sua série de dez livros intitulados de De Architectura, um tratado de arquitetura em que, no terceiro livro, ele descreve as proporções do corpo humano:

Um palmo é a largura de quatro dedos;
Um pé é a largura de quatro palmos;
Um antebraço ou cúbito é a largura de seis palmos;
A altura de um homem é quatro antebraços (24 palmos);
Um passo é quatro antebraços;
A longitude dos braços estendidos de um homem é igual à altura dele;
A distância entre o nascimento do cabelo e o queixo é um décimo da altura de um homem;
A distância do topo da cabeça para o fundo do queixo é um oitavo da altura de um homem;
A distância do nascimento do cabelo para o topo do peito é um sétimo da altura de um homem;
A distância do topo da cabeça para os mamilos é um quarto da altura de um homem;
A largura máxima dos ombros é um quarto da altura de um homem;
A distância do cotovelo para o fim da mão é um quarto da altura de um homem;
A distância do cotovelo para a axila é um oitavo da altura de um homem;
O comprimento da mão é um décimo da altura de um homem;
A distância do fundo do queixo para o nariz é um terço da longitude da face;
A distância do nascimento do cabelo para as sobrancelhas é um terço da longitude da face;
A altura da orelha é um terço da longitude da face.


Vitrúvio já havia tentado encaixar as proporções do corpo humano dentro da figura de um quadrado e um círculo, mas suas tentativas ficaram imperfeitas. Foi apenas com Leonardo que o encaixe saiu corretamente perfeito dentro dos padrões matemático sesperados .

O redescobrimento das proporções matemáticas do corpo humano no século XV por Leonardo e os outros é considerado uma das grandes realizações que conduzem ao Renascimento italiano.

O desenho também é considerado frequentemente como um símbolo da simetria básica do corpo humano e, para extensão, para o universo como um todo. É interessante observar que a área total do círculo é idêntica à área total do quadrado (quadratura do círculo) e este desenho pode ser considerado um algoritmo matemático para calcular o valor do número irracional phi (aproximadamente 1,618).

fonte:


http://pt.wikipedia.org/wiki/Homem_Vitruviano_(desenho_de_Leonardo_da_Vinci)

segunda-feira, 8 de março de 2010

Pense nisso !!!

Desenvolver a autonomia nos estudos tem sido um dos grandes desafios
para a educação.
Na Era da Informação e do Conhecimento, a aprendizagem e o desempenho passam a ser responsabilidade do próprio indivíduo. Nesse sentido, uma pessoa autônoma aproveita muito melhor as informações disponíveis e estabelece conexões de forma rápida, é
capaz de reconhecer suas deficiências e desenvolver estratégias para superá-las. A autonomia é competência essencial em qualquer modalidade de ensino.

Esta é uma proposta que visa o desenvolvimento pessoal.