domingo, 30 de setembro de 2012

Mito da Caverna

Estimados Alunos, 

Segue abaixo um importante texto para reflexão, conhecido como o Mito da Caverna, ensaio realizado por Platão, mostra conceitualmente o que os homens teriam dificuldades para entenderem.... boas conclusões.

Atte.

Prof. Eduardo




Fonte do texto: http://www.brasilescola.com/filosofia/mito-caverna-platao.htm


O mito ou “Alegoria” da caverna é uma das passagens mais clássicas da história da Filosofia, sendo parte constituinte do livro VI de “A República” onde Platão discute sobre teoria do conhecimento, linguagem e educação na formação do Estado ideal.
A narrativa expressa dramaticamente a imagem de prisioneiros que desde o nascimento são acorrentados no interior de uma caverna de modo que olhem somente para uma parede iluminada por uma fogueira. Essa, ilumina um palco onde estátuas dos seres como homem, planta, animais etc. são manipuladas, como que representando o cotidiano desses seres. No entanto, as sombras das estátuas são projetadas na parede, sendo a única imagem que aqueles prisioneiros conseguem enxergar. Com o correr do tempo, os homens dão nomes a essas sombras (tal como nós damos às coisas) e também à regularidade de aparições destas. Os prisioneiros fazem, inclusive, torneios para se gabarem, se vangloriarem a quem acertar as corretas denominações e regularidades.
Imaginemos agora que um destes prisioneiros é forçado a sair das amarras e vasculhar o interior da caverna. Ele veria que o que permitia a visão era a fogueira e que na verdade, os seres reais eram as estátuas e não as sombras. Perceberia que passou a vida inteira julgando apenas sombras e ilusões, desconhecendo a verdade, isto é, estando afastado da verdadeira realidade. Mas imaginemos ainda que esse mesmo prisioneiro fosse arrastado para fora da caverna. Ao sair, a luz do sol ofuscaria sua visão imediatamente e só depois de muito habituar-se com a nova realidade, poderia voltar a enxergar as maravilhas dos seres fora da caverna. Não demoraria a perceber que aqueles seres tinham mais qualidades do que as sombras e as estátuas, sendo, portanto, mais reais. Significa dizer que ele poderia contemplar a verdadeira realidade, os seres como são em si mesmos. Não teria dificuldades em perceber que o Sol é a fonte da luz que o faz ver o real, bem como é desta fonte que provém toda existência (os ciclos de nascimento, do tempo, o calor que aquece etc.).
Maravilhado com esse novo mundo e com o conhecimento que então passara a ter da realidade, esse ex-prisioneiro lembrar-se-ia de seus antigos amigos no interior da caverna e da vida que lá levavam. Imediatamente, sentiria pena deles, da escuridão em que estavam envoltos e desceria à caverna para lhes contar o novo mundo que descobriu. No entanto, como os ainda prisioneiros não conseguem vislumbrar senão a realidade que presenciam, vão debochar do seu colega liberto, dizendo-lhe que está louco e que se não parasse com suas maluquices acabariam por matá-lo.
Este modo de contar as coisas tem o seu significado: os prisioneiros somos nós que, segundo nossas tradições diferentes, hábitos diferentes, culturas diferentes, estamos acostumados com as noções sem que delas reflitamos para fazer juízos corretos, mas apenas acreditamos e usamos como nos foi transmitido. A caverna é o mundo ao nosso redor, físico, sensível em que as imagens prevalecem sobre os conceitos, formando em nós opiniões por vezes errôneas e equivocadas, (pré-conceitos, pré-juízos). Quando começamos a descobrir a verdade, temos dificuldade para entender e apanhar o real (ofuscamento da visão ao sair da caverna) e para isso, precisamos nos esforçar, estudar, aprender, querer saber. O mundo fora da caverna representa o mundo real, que para Platão é o mundo inteligível por possuir Formas ou Ideias que guardam consigo uma identidade indestrutível e imóvel, garantindo o conhecimento dos seres sensíveis. O inteligível é o reino das matemáticas que são o modo como apreendemos o mundo e construímos o saber humano. A descida é a vontade ou a obrigação moral que o homem esclarecido tem de ajudar os seus semelhantes a saírem do mundo da ignorância e do mal para construírem um mundo (Estado) mais justo, com sabedoria. O Sol representa a Ideia suprema de Bem, ente supremo que governa o inteligível, permite ao homem conhecer e de onde deriva toda a realidade (o cristianismo o confundiu com Deus).
Portanto, a alegoria da caverna é um modo de contar imageticamente o que conceitualmente os homens teriam dificuldade para entenderem, já que, pela própria narrativa, o sábio nem sempre se faz ouvir pela maioria ignorante.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Charles Chaplin: Uma lição de reflexão em suas palavras...

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... AUTO-ESTIMA.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...AUTENTICIDADE.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... AMADURECIMENTO.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... RESPEITO.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... AMOR PRÓPRIO.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... SIMPLICIDADE.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... HUMILDADE.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... PLENITUDE.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... SABER VIVER!!!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

DESAFIO 1

Com a figura de EROS e PSIQUÊ....vamos iniciar nossos estudos na disciplina de psicologia , mas vocês conhecem a Psiquê na mitologia? Bom, segue a resposta:  Psique era a mais nova de três filhas de um rei de Mileto e era extremamente bela. Sua beleza era tanta que pessoas de várias regiões iam admirá-la, assombrados, rendendo-lhe homenagens que só eram devidas à própria Afrodite. Mas o resto disso tudo,vocês podem pesquisar por aí...no Google.

Agora vem a primeira parte do desafio, gostaria que procurassem nos dicionários, aquele livro grosso, que fica nas prateleiras de estandes, conhecem o que estou falando?

Então vá até o dicionário o procurem uma definição sobre PSIQUÊ, com relação ao nosso estudo.

E a segunda etapa, com base nos estudos realizados na unidade 1 , faça um resumo sobre : O processo de pesquisa em psicologia.

Comentem aqui ou no link do Facebook....seus resultados.

Pessoal segue aqui ideia do que se esperava do resumo solicitado e abaixo mais um desafio para a semana:

O processo de pesquisa em psicologia pode ser dividido em duas principais características, que geralmente acontecem em sequência: a formação de uma ideia (descoberta) e sua testagem (justificativa). O contexto da descoberta é a fase inicial da pesquisa, na qual as observações, as crenças, as informações e o conhecimento geral levam uma pessoa a formular uma nova ideia, ou uma forma diferente de pensar sobre o determinado fenômeno. Uma teoria é um conjunto organizado de conceitos que explica um fenômeno ou uma série deles. O elemento comum na maioria das teorias psicológicas é o pressuposto do determinismo, ideia de que todos os eventos – físicos, mentais e comportamentais – são resultantes ou determinados por fatores causais específicos. Tais fatores são limitados àqueles presentes no ambiente do indivíduo ou no âmbito da própria pessoa. Quando se propõe uma teoria psicológica, geralmente se espera cobrir fatos conhecidos e gerar novas ideias e hipóteses. Uma hipótese é uma declaração experimental testável sobre a relação entre causas e consequências. As hipóteses costumam ser declaradas na forma de prognósticos do tipo ‘se...então’, especificando determinados resultados a partir de condições definidas[...]. A pesquisa deverá verificar a relação ‘se...então’. As teorias são de fundamental importância para a geração de novas hipóteses. Outra parte importante do contexto da descoberta está nas atitudes e nos valores especiais necessários para participar de pesquisa. A ciência demanda uma atitude mental aberta, crítica e cética com relação a qualquer conclusão, até que ela tenha sido aceita por investigadores independentes. Por fim, existe uma demanda de que a pesquisa seja publicada, para integrar-se ao corpo de conhecimento sobre o tópico estudado, bem como permitir que outros investigadores possam replicar os resultados.


Novo Desafio da semana:A Psicologia, no Brasil, é uma profissão regulamentada pela Lei 4.119, de 1962. Pode exercer a profissão aquele que concluiu a graduação em Psicologia e que tem o registro no órgão profissional competente (CRP). Partindo desta perspectiva, e com base em seus estudos, , faça uma resumo com o seguinte tema: A PSICOLOGIA ENQUANTO PROFISSÃO. 
resposta do desafio....

O psicólogo, em seu trabalho, utiliza o conhecimento científico na intervenção técnica. A Psicologia dispõe de técnicas e de instrumentos apropriados e cientificamente elaborados,
que lhe possibilitam diagnosticar os problemas; possui também um modelo de interpretação e de intervenção. A intervenção do psicólogo é intencional, planejada e feita com a utilização de conhecimentos específicos do campo da Ciência. Mesmo quando o psicólogo não atua para curar, mas para promover a saúde já existente, ele o faz a partir de um planejamento e da perspectiva da Ciência. O psicólogo é um profissional que desenvolve uma intervenção no processo psicológico do homem, que tem a finalidade de torná-lo saudável, isto é, capaz de enfrentar as dificuldades do cotidiano; e faz isso a partir de conhecimentos acumulados pelas pesquisas científicas na área da Psicologia. Quanto à finalidade do trabalho do psicólogo, uma das concepções que vem ganhando espaço é a do psicólogo como profissional de saúde. Um profissional que, ao lado de outros, aplica conhecimentos e técnicas da Psicologia para promover a saúde. Nessa perspectiva, o psicólogo de saúde deve empregar seus conhecimentos de Psicologia na promoção de condições satisfatórias de vida, na sociedade em que vive e trabalha, isto é, em que está comprometido como cidadão e como profissional. Assim, o psicólogo tem seu trabalho relacionado às condições gerais de vida de uma sociedade, embora atue enfocando a subjetividade dos indivíduos e/ou manifestações comportamentais. Pensar a saúde dos indivíduos significa pensar as condições objetivas e subjetivas de vida, de modo indissociado. Este trabalho pode estar sendo realizado nos mais diversos locais: consultórios, escolas, hospitais, creches e orfanatos, empresas e sindicatos de trabalhadores, bairros, presídios, instituições de reabilitação de deficientes físicos e mentais, ambulatórios, postos e centros de saúde e outros.




Novo Desafio da semana:

Fazer um quadro comparativo entre as fases ou estágios do desenvolvimento psicossexual e social  de Freud, o desenvolvimento cognitivo de Piaget ,  sociocultural de Vygotsky e o desenvolvimento conforme Wallon, isto é, analisem similaridades e diferenças entre as ideias dos autores.


DESAFIO FINAL:

1)Um aspecto que influencia nas pesquisas sobre o desenvolvimento humano é a atividade ou passividade dos seres humanos em seu desenvolvimento. Para isso, muitos teóricos recorrem a dois modelos ou imagens contrastantes do desenvolvimento, que são: Mecanicista e Organísmico. Descreva cada um destes modelos.

Resposta do desafio:

- Mecanicista: neste modelo, as pessoas são pensadas como o funcionamento das máquinas, que reagem ao que lhes chega do ambiente. As pesquisas neste modelo buscam identificar e isolar os fatores que fazem as pessoas comportarem-se, ou reagirem, do modo como o fazem. ● Organísmico: neste modelo, as pessoas são vistas como organismos ativos em crescimento, que põe em marcha seu próprio desenvolvimento. São elas que desencadeiam os eventos e não só reagem a eles. O ímpeto para mudança é interno. O desenvolvimento pode ser acelerado ou retardado pelas influências ambientais, mas não sua causa. A totalidade do comportamento de um ser humano é maior que a soma de suas partes. 

- Os teóricos mecanicistas veem o desenvolvimento como algo contínuo – sempre governado pelos mesmos processos, permitindo a predição de comportamentos posteriores a partir de comportamentos anteriores. Esses pensadores concentram-se na mudança quantitativa. Os teóricos organísmicos enfatizam a mudança qualitativa. Eles veem o desenvolvimento como algo que ocorre em uma série de etapas distintas. Em cada etapa, as pessoas lidam com diferentes tipos de problemas e desenvolvem diferentes tipos de capacidades. Cada etapa fundamenta-se e prepara o caminho para a seguinte.



2) Descreva o que é conhecimento adquirido através do senso comum e o conhecimento decorrente da Psicologia científica.


3)A partir do que foi estudado na disciplina, defina subjetividade.




domingo, 23 de setembro de 2012

As Três Peneiras de Sócrates



 
Um homem foi ao encontro de Sócrates levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse:
 
- Quero contar-te uma coisa a respeito de um amigo teu!
 
- Espera um momento – disse Sócrates – Antes de contar-me, quero saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras.
 
- Três peneiras? Que queres dizer?
 
- Vamos peneirar aquilo que quer me dizer. Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?
 
- Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.
 
- A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?
 
Envergonhado, o homem respondeu:
 
- Devo confessar que não.
 
- A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?
 
- Útil? Na verdade, não.
 
- Então, disse-lhe o sábio, se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então é melhor que o guardes apenas para ti.

sábado, 22 de setembro de 2012

Tecnologia X Metodologia

Estimados alunos...
Segue um vídeo que gostaria da reflexão de vocês futuros professores, sobre o uso de tecnologia na sala de aula, será que também é necessário mudar a metodologia?
Atte.
Prof. Eduardo



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Orientação....uma arte para poucos.

Bom, o que escrevo aqui é sobre orientar ....e principalmente sobre orientação.Orientar é verbo , significando "indicar" (tb é verbo: mostrar por meio de gestos ou sinais, apontar, assinalar...) a direção a ser seguida...e a palavra orientador e suas derivações: orientação e orientar , bom vem do termo oriente, que significa " a direção do Sol nascente", a parte do céu onde nasce o Sol. E desde o dia 7 de julho se iniciou minha orientação com vocês...é só ver as postagens anteriores e demais dicas e formas a seguir, afinal o momento é de vocês "criatividade, empenho, dedicação e motivação".

Pessoal,entramos desde o dia 17/9 no período de última etapa do TG.... que vai no máximo até dia 20/10....Pessoal é "Hora da etapa 3".No momento se encerrou no dia 15/9 a etapa 2 (conforme o cronograma) que logo essas notas serão postadas...depois de todas as leituras e    verificações em especial as que tratam de aspectos como plágio.


Desafio para a turma BID 0217

Estimados alunos, chegamos no momento da avaliação final e término da disciplina, para fechar nossas discussões sobre o tema ...mas nunca encerrar nossas reflexões sobre o mesmo e a questão do uso de tecnologias na sala de aula...segue reportagem publica na ZH para análise e discussão.
E aqui selecionei uma sequencia de exercícios para melhorar o desempenho na prova final...façam esses, coloquem suas conclusões como comentários no blog e ou publiquem no link do Facebook, assim fortificamos nossa rede de ensino-aprendizagem.

atte.

Prof. Eduardo


1Tendo por base os estudos realizados na disciplina, descreva o que é Informática Técnica e Informática Pedagógica.




 2 A

Barra de Menus, lista todas as funções do "Word". 
Com base nesta afirmação e no conteúdo estudado na disciplina, cite no mínimo cinco comandos e descreva-os.

O computador é um eletrônico composto por três elementos básicos de operação, formando um conjunto capaz de desenvolver diversas atividades. A partir do que foi exposto, descreva  a função de cada um desses elementos.

4  Uma das terminologias bastante conhecidas no uso do computador é o "software". Em se tratando disso, temos vários tipos de softwares existentes no mercado, dentre eles: softwares básicos; "softwares" aplicativos e suas subdivisões (aplicativos de uso geral; aplicativos de uso específico e "softwares" utilitários). Explique o que caracteriza cada tipo desses "softwares".

5 Um vírus eletrônico é um programa que se instala em uma máquina sem que o usuário perceba e nela começa a gerar cópias de si mesmo. A forma de contágio mais comum é a execução de programas piratas no seu computador. Portanto, procure não utilizar programas piratas; além disso, pirataria de software é crime. Diante disso, aponte alguns cuidados necessários para prevenir-se de vírus eletrônico de computador, bem como alguns sintomas que eventualmente possam surgir quando houver contaminação do computador por vírus.

6.      A figura a seguir exibe um padrão de tela bastante conhecido no ambiente "Windows". A imagem mostra uma janela do "Windows" dividida em sete partes. Descreva o nome e as funções dessas sete partes, numerando-as.


imag_prova_ead_questao.php?prpq_baqu=10122&prpq_prop=24828&prpq_codi=107584

Aqui segue uma base de resposta para vocês que participaram do desafio:

1 Informática pedagógica: A escola utiliza o computador como  ferramenta de apoio para as  disciplinas,  independente  da  abordagem. Utiliza  os  recursos  computacionais  como complemento ao aprendizado disciplinar e/ou projetos educacionais.
- Informática técnica: A escola utiliza o computador para passar aos alunos os conhecimentos técnicos de "hardware e software". Proporciona aos alunos o conhecimento tecnológico do ambiente computacional, bem como seu domínio, interesse e uso.


2  relatar no mínimo cinco opções das relacionadas a seguir:

- Arquivo: Ações feitas com os arquivos (configurações, propriedades, páginas, impressoras...);
- Editar: Atividades de edição como copiar, colar, recortar, selecionar, localizar, etc.;
- Exibir: Exibição de ferramentas e objetos tais como modo de exibição, régua, etc.;
- Inserir: Inserção de quebras, número de páginas, figura, índice, etc.;
- Formatar: Formatação de parágrafo, fonte, etc.;
- Ferramentas: Opções de auxílio como ortografia e configuração;
- Tabela: Manipulação com tabelas;
- Janela: Gerenciamento de janelas;
- Ajuda: Assistente do "Word".



O hardware é a parte física do sistema informatizado, ou seja, o conjunto de circuitos eletrônicos, chips, placas e demais dispositivos.

O software á a parte lógica do sistema informatizado. é representado pela lógica de processamento na forma de conjuntos de instuções organizadas, reconhecidas e executadas pelo computador, com finalidae de realizar açoes do usário.
Peopleware são as pessoas envolvidas no desenvolvidos  ou utilização do sistema de computação. 

Softwares básicos: são os sistemas operacionais que têm a finalidade de assegurar o funcionamento da máquina.
- Softwares aplicativos: são programas que visam à automatização de um determinado processo, possibilitando a operação por pessoas com ou sem conhecimento em informática. Subdividem-se em:
a) Aplicativos de uso geral: desenvolvidos para atender tarefas comuns, de rotina (por exemplo, editores de textos e planilhas eletrônicas);
b) Aplicativos de uso específico: desenvolvidos para atender tarefas específicas (por exemplo, folha de pagamento e controle de estoques);
c) Softwares utilitários: também conhecidos como programas auxiliares, complementam as funções básicas do sistema operacional com ações específicas do ambiente em que atuam. Servem para melhorar a produtividade do sistema de computação instalado (por exemplo, antivírus e desfragmentador de discos).

5 Não utilizar programas piratas.
- Sempre que for utilizar um programa novo, pesquise antes a existência de vírus, e, se for o caso, remova-o.
- Proteja seus disquetes contra gravações.
- Faça sempre cópias de segurança ("backup") de seus arquivos, pois assim você terá como recuperá-los em caso de ataque de vírus ou até mesmo de danos ao disco.
- Controle seu sistema quanto ao seu uso por pessoas estranhas ou não autorizadas.
- Sempre verifique seu sistema logo após terem sido efetuadas nele apresentações de novos programas/sistemas.

Alguns sintomas que eventualmente possam surgir quando houver contaminação do computador por vírus:

- Acesso contínuo e prolongado ao disco rígido.
- Mudança de nome de arquivos e/ou troca de conteúdo.
- Alteração da data/hora de arquivos.
- Mensagens e sons não comuns.
- Mudança no comportamento dos programas.
- Perda considerável de espaço em memória.
- Não inicialização do computador.

6-1 - Barra de menus: nesta barra são apresentados os menus com os respectivos serviços que podem ser executados no aplicativo. 
2 - Barra ou linha de título: esta barra mostra o nome do arquivo e o nome do aplicativo que está sendo executado na janela. Através dessa barra, consegimos mover a janela quando a mesma não está maximizada. Para isso, clique na barra de título, mantenha o clique e arraste e solte o mouse. Assim, você estará movendo a janela para a posição desejada. Depois é só soltar o clique.
3 - Botão fechar: fecha o aplicativo ou o documento. Solicita que você salve quaisquer alterações não salvas antes de fechar.
4 - Botão maximizar: aumenta uma janela de documento ou aplicativo para preencher a tela. Para restaurar a janela para seu tamanho e posição anteriores, clique neste botão ou clique duas vezes na barra de títulos.
5 - Botão minimizar: reduz uma janela de documento ou aplicativo para um ícone. Para restaurar a janela para seu tamanho e posição anteriores, clique neste botão ou clique duas vezes na barra de títulos.
6 e 7: Barras de rolagem: as barras sombreadas ao longo do lado direito e inferior de uma janela de documento. Para deslocar-se para outra parte do documento, arraste a caixa ou clique nas setas da barra de rolagem.









terça-feira, 18 de setembro de 2012

Professores Conectados

Já havia comentado em sala de aula, com o crescimento e acesso as tecnologias de informação e comunicação TIC, o trabalho docente deixou de ficar restrito ao ambiente sala de aula, os ambientes virtuais de aprendizagem conhecidos também como AVAs, permitem que a aula também ocupe o espaço virtual...mas também verificamos o uso de redes sociais como ferramentas de ensino-aprendizagem. Segue na imagem texto publicado pela revista do IERGS, Teoria & Ação, n. 5.


Prof. Eduardo de Almeida

ALUNOS DESCONECTADOS




Alunos que estão cursando Tecnologias Educacionais, é bom também fazermos uma reflexão sobre a abordagem do texto na imagem acima, que foi publicado na revista do IERGS - Teoria e& Ação nº 7.

BOA LEITURA.

Atte. 

Prof. Eduardo

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO O Computador auxiliando o processo de mudança na escola

Estimados alunos que cursam a disciplina de Informática Básica e Tecnologias Educacionais, pensem e façam a seguinte reflexão será que vivemos na sociedade do conhecimento como o texto abaixo afirma ou apenas estamos no modelo de sociedade da informação?O que diferencia uma da outra? Atte. Prof. Eduardo


José A. Valente
NIED-UNICAMP e CED-PUCSP
 INTRODUÇÃO
Estamos praticamente vivendo na sociedade do conhecimento onde os processos de aquisição do conhecimento assumem um papel de destaque exigindo um profissional crítico, criativo, reflexivo e com capacidade de pensar, de aprender a aprender, de trabalhar em grupo e de se conhecer como indivíduo. Cabe à educação formar esse profissional. No entanto, a educação capaz de formar esse profissional não pode mais ser baseada na instrução que o professor transmite ao aluno mas, na construção do conhecimento pelo aluno e no desenvolvimento dessas novas competências.
Uma das tentativas de se repensar a educação tem sido feita por intermédio da introdução do computador na escola. Entretanto, a utilização do computador na educação não significa, necessariamente, o repensar da educação. O computador usado como meio de passar a informação ao aluno mantém a abordagem pedagógica vigente, informatizando o processo instrucional e, portanto, conformando e fossilizando a escola. Na verdade, tanto o ensino tradicional quanto sua informatização prepara um profissional obsoleto.
Por outro lado, o computador apresenta recursos importantes para auxiliar o processo de mudança na escola - a criação de ambientes de aprendizagem que enfatizam a construção do conhecimento e não a instrução. Isso implica em entender o computador como uma nova maneira de representar o conhecimento provocando um redimensionamento dos conceitos básicos já conhecidos e possibilitando a busca e compreensão de novas idéias e valores. Usar o computador com essa finalidade requer a análise cuidadosa do que significa ensinar e aprender, demanda rever a prática e a formação do professor para esse novo contexto, bem como mudanças no currículo e na própria estrutura da escola. 
O QUE É INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO? 
O termo "Informática na Educação" tem assumido diversos significados dependendo da visão educacional e da condição pedagógica em que o computador é utilizado.
( ... ) O termo "Informática na Educação" significa a inserção do computador no processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades de educação. Para tanto, o professor da disciplina curricular deve ter conhecimento sobre os potenciais educacionais do computador e ser capaz de alternar adequadamente atividades tradicionais de ensino-aprendizagem e atividades que usam o computador.
No entanto, a atividade de uso do computador na disciplina curricular pode ser feita tanto para continuar transmitindo a informação para o aluno e, portanto, para reforçar o processo tradicional de ensino (processo instrucionista), quanto para criar condições para o aluno construir seu conhecimento por meio da criação de ambientes de aprendizagem que incorporem o uso do computador (processo construcionista). 
AS ABORDAGENS INSTRUCIONISTA E CONSTRUCIONISTA 
O computador pode ser usado na educação como máquina de ensinar ou como máquina para ser ensinada. O uso do computador como máquina de ensinar consiste na informatização dos métodos de ensino tradicionais. Do ponto de vista pedagógico esse é o paradigma instrucionista. Alguém implementa no computador uma série de informações e essas informações são passadas aos alunos na forma de um tutorial, exercício-e-prática ou jogo. Além disso, esses sistemas podem fazer perguntas e receber respostas no sentido de verificar se a informação foi retida. Essas características são bastante desejadas em um sistema de ensino instrucionista já que a tarefa de administrar o processo de ensino pode ser executada pelo computador, livrando o professor da tarefa de correção de provas e exercícios.
Embora, nesse caso o paradigma pedagógico ainda seja o instrucionista, esse uso do computador tem sido caracterizado, erroneamente, como construtivista, no sentido piagetiano, ou seja, para propiciar a construção do conhecimento na "cabeça" do aluno. Como se o conhecimento fosse construído por meio de tijolos (informação) que devem ser justapostos e sobrepostos na construção de uma parede.
Nesse caso, o computador tem a finalidade de facilitar a construção dessa "parede", fornecendo "tijolos" do tamanho mais adequado, em pequenas doses e de acordo com a capacidade individual de cada aluno.
Com o objetivo de evitar essa noção errônea sobre o uso do computador na educação, Papert denominou de construcionista a abordagem pela qual o aprendiz constrói, por intermédio do computador, o seu próprio conhecimento. Ele usou esse termo para mostrar um outro nível de construção do conhecimento: a construção do conhecimento que acontece quando o aluno constrói um objeto de seu interesse, como uma obra de arte, um relato de experiência ou um programa de computador. Na noção de construcionismo de Papert, existem duas idéias que contribuem para que esse tipo de construção do conhecimento seja diferente do construtivismo de Piaget. Primeiro o aprendiz constrói alguma coisa ou seja, é o aprendizado por meio do fazer, do "colocar a mão na massa". Segundo, o fato de o aprendiz estar construindo algo do seu interesse e para o qual ele está bastante motivado. O envolvimento afetivo torna a aprendizagem mais significativa.
Entretanto, na minha opinião, o que contribui para a diferença entre essas duas maneiras de construir o conhecimento é a presença do computador - o fato de o aprendiz estar construindo algo usando o computador (computador como máquina para ser ensinada). Nesse caso, o computador requer certas ações que são bastante efetivas no processo de construção do conhecimento.
Quando o aluno interage com o computador passando informação para a máquina se estabelece um ciclo - descrição-execução-reflexão-depuração-descrição - que é o propulsor do processo de construção do conhecimento. Por exemplo, para programar o computador para resolver um problema o aluno deve ser capaz de passar a idéia de como resolver o problema na forma de uma seqüência de comandos da linguagem de programação. Isso significa, a descrição da solução do problema usando comandos da linguagem de programação.
O computador, por sua vez, realiza a execução desses procedimentos. O computador age de acordo com cada comando, apresentando na tela um resultado na forma de um gráfico. O aluno olha para a figura que está sendo construída na tela e para o produto final e faz uma reflexão sobre essas informações.
O processo de refletir sobre o resultado de um programa de computador pode acarretar uma das seguintes ações alternativas: ou o aluno não modifica o programa porque as suas idéias iniciais sobre a resolução daquele problema correspondem aos resultados apresentados pelo computador e, então, o problema está resolvido; ou depura o programa quando o resultado é diferente da sua intenção original. A depuração pode ser em termos de alguma convenção da linguagem de programação, sobre um conceito envolvido no problema em questão (o aluno não sabe sobre o ângulo), ou ainda sobre estratégias (o aluno não sabe como usar técnicas de resoluções de problemas).
A atividade de depuração é facilitada pela existência do programa do computador. Esse programa é a descrição das idéias do aluno em termos de uma linguagem simples, precisa e formal. Essas características disponíveis no processo de programação facilitam a análise do programa de modo que o aluno possa achar seus erros (bugs).
O processo de achar e corrigir o erro constitui uma oportunidade única para o aluno aprender sobre um determinado conceito envolvido na solução do problema ou sobre estratégias de resolução de problemas. O aluno pode também usar seu programa para relacionar com seu pensamento em um nível metacognitivo. Ele pode analisar seu programa em termos de efetividade das idéias, estratégias e estilo de resolução de problema. Nesse caso, o aluno começa a pensar sobre suas próprias idéias (abstração reflexiva).
Entretanto, o processo de descrever, refletir e depurar não acontece simplesmente colocando o aluno em frente ao computador. A interação aluno-computador precisa ser mediada por um profissional que conhece os potenciais do computador, tanto do ponto de vista computacional, quanto do pedagógico e do psicológico. Esse é o papel do professor ou agente de aprendizagem. Além disso, o aluno como um ser social, está inserido em um ambiente social que é constituído, localmente, pelos seus colegas e, globalmente, pelos pais, amigos e mesmo a sua comunidade. O aluno pode usar todos esses elementos sociais como fonte de idéias, de conhecimento ou de problemas a serem resolvidos por intermédio do uso do computador.
O ciclo descrição-execução-reflexão-depuração-descrição que se estabelece na programação também acontece quando o aluno usa o computador para criar um texto usando um processador de texto, quando utiliza o computador para desenvolver uma multimídia por meio de um software de autoria, ou mesmo uma planilha ou criar um banco de dados. Ou seja, esse ciclo acontece sempre que o aluno interage com o computador usando software abertos onde é o aluno que transmite informação para a máquina e não a máquina para o aluno. 
IMPLICAÇÕES DO CONSTRUCIONISMO
NA MUDANÇA DA ESCOLA
 
A abordagem que usa o computador como meio para transmitir a informação ao aluno mantém a prática pedagógica vigente. Na verdade, o computador está sendo usado para informatizar os processos de ensino que já existem. Isso tem facilitado a implantação do computador na escola, pois não quebra a dinâmica por ela adotada.
Além disso, não exige muito investimento na formação do professor. Para ser capaz de usar o computador nessa abordagem basta ser treinado nas técnicas de uso de cada software. No entanto, os resultados em termos da adequação dessa abordagem no preparo de cidadãos capazes de enfrentar as mudanças que a sociedade está passando são questionáveis. Tanto o ensino tradicional quanto sua informatização preparam um profissional obsoleto.
Por outro lado, o uso do computador na criação de ambientes de aprendizagem que enfatizam a construção do conhecimento apresenta enormes desafios. Primeiro, implica em entender o computador como uma nova maneira de representar o conhecimento. Segundo, requer a análise cuidadosa do que significa ensinar e aprender, bem como demanda rever o papel do professor nesse contexto. Terceiro, a formação desse professor envolve muito mais do que prover o professor com conhecimentos sobre computadores. O preparo do professor não pode ser uma simples oportunidade para passar informações, mas deve propiciar a vivência de uma experiência. É o contexto da escola, a prática dos professores e a presença dos seus alunos que determinam o que deve ser abordado nos curso de formação. Assim o processo de formação deve oferecer condições para o professor construir conhecimento sobre as técnicas computacionais e entender por que e como integrar o computador na sua prática pedagógica.
Além disso, a mudança na escola envolve muito mais do que formar o professor. Mudanças na formação deste profissional não podem ser vistas como único fator desencadeador de mudança na escola como um todo. Outros aspectos também devem ser revistos, tais como: a forma como o currículo afeta o desempenho do professor e a maneira como a gestão escolar interfere na sala de aula. É necessário que os elementos atuantes na escola - alunos, professores, administradores e pais - sejam capazes de superar barreiras de ordem pessoal, administrativa e pedagógica, com o objetivo de ultrapassar uma visão fragmentada de ensino a fim de alcançar uma concepção interdisciplinar voltada para o desenvolvimento de projetos específicos de interesse dos alunos e da comunidade. Além disso, a escola deve criar condições para que o aluno saiba recontextualizar o aprendizado, integrar a experiência vivenciada na sua formação com a sua realidade de vida, compreendendo suas potencialidades e compatibilizando-as com os objetivos profissionais que pretende alcançar.
Portanto, os desafios na implementação do computador na escola, objetivando uma mudança educacional são enormes. No entanto, se eles não forem atacados corremos o risco de perpetuarmos uma escola que já é obsoleta. Só que agora, ela será obsoleta porém, usando a informática.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Meio Ambiente e Sociedade-As relações Homem-Natureza


A contradição nas relações Homem-Natureza consiste principalmente nos problemas dos processos industriais criados pelo Homem. Esse processo é visto como gerador de desenvolvimento, empregos, conhecimento e maior expectativa de vida. Porém, o homem se afastou do mundo natural, como se não fizesse parte dele. Com todo esse processo industrial e com a era tecnológica, a humanidade conseguiu contaminar o próprio ar que respira, a água que bebe, o solo que provém os alimentos, os rios, destruir florestas e os habitats animais. Todas essas destruições colocam em risco a sobrevivência da Terra e dos próprios seres humanos.
O elevado índice de consumo e a conseqüente industrialização esgotam ao longo do tempo os recursos da Terra, que levaram milhões de anos para se compor. Muitos desastres naturais são causados pela ação do homem no meio ambiente. Ao contrário de muitos que pensam que a natureza é violenta, pode ser, mas seu maior agressor é o homem, que não se deu conta de que deve sua existência à ela.
Todos esses processos industriais transformam o meio ambiente, poluindo o ar, a água, o solo, destruindo florestas, fazendo com que muitas pessoas se afastem e não tenham contato com o mundo natural, ou seja, interagindo em equilíbrio com todos os seres do planeta. Os sentidos básicos do homem como o instinto, a emoção e a espiritualidade se perdem sem essa interação com a natureza.
Mesmo que o homem tenha hoje uma maior consciência sobre sua intervenção no mundo natural, o que podemos até considerar um avanço, mediante as grandes degradações que já ocorreram até agora, ainda não há coerência suficiente. Ou seja, muitas ações deveriam ser colocadas em prática para a preservação do meio ambiente como um todo. O que vemos atualmente é que os índices de degradação aumentaram, enquanto de um lado existem muitos lutando por um mundo melhor para todos, de outro lado, a grande maioria busca seu próprio crescimento econômico, com o objetivo de consumir cada vez mais, e como conseqüência, consumir mais recursos naturais, ocasionando a degradação, sem se preocupar e muitas vezes sem saber, que esses recursos muitos são renováveis e não são infinitos.
Os problemas ambientais já vêm de longa data, desde a época em que o sistema industrial se desenvolveu na Europa e depois se transferiu para a América do Norte, aumentando cada vez mais a pressão sob o planeta. Recentemente, os problemas ambientais se agravaram, devido ao crescimento populacional desenfreado e suas vontades de viver num mundo industrial e tecnológico. O maior problema do planeta hoje, é entender e resolver as relações Homem-Terra, para que se consiga viver em harmonia e em equilíbrio com o Planeta.
Muitos novos empresários começam seus negócios já com uma consciência ambiental, tentando utilizar o mínimo de recursos naturais e aproveitar os já utilizados, mas, mesmo com todas essa consciência, que já é uma conquista para o Planeta, falta a consciência para saber o que realmente é preciso consumir. Se um produto é lançado no mercado e tem boa aceitação, a tendência é aumentar a produção, gerando mais resíduos e utilizando mais recursos, portanto, deve-se primeiro analisar e ter consciência se aquele produto é necessário para a sobrevivência dos seres humanos, sabendo que os recursos naturais são necessários para a sobrevivência.
A questão positiva é uma maior conscientização e valorização do meio ambiente, mas ainda a humanidade está longe de aprender a consumir e interagir com o mesmo, e de entender que é um ser participante do ciclo natural e não o dominante.
A Ciência e a Técnica são fundamentais para a preservação ou recuperação do ecossistema planetário, pois contribuem em forma de conhecimento profundo, técnico, científico, sobre o ciclo de vida e as complexidades do planeta, aplicando métodos para gerar o equilíbrio entre os participantes. É preciso entender o planeta Terra sob todos os aspectos, formas e sentidos, conhecer para preservar. As técnicas humanas devem funcionar e auxiliar o equilíbrio das técnicas da Terra.
Alguns princípios básicos podem servir para orientar a humanidade para o desenvolvimento de técnicas que gerem o equilíbrio entre os seres humanos e o mundo natural. Os humanos devem conhecer a Terra, antes de tomar qualquer atitude. A humanidade deve sair da bolha industrial em que vive, mudar o comportamento, valorizando e interagindo com o mundo natural o qual faz parte, respeitando as transformações do meio no seu devido tempo.
É importante haver um processo participativo e sustentável, cada um fazendo a sua parte e respeitando o ciclo de cada ser existente no planeta. As técnicas adquiridas pelo homem devem servir para proteger o planeta, cuidar dos resíduos gerados, para se proteger de alguma transformação natural, e não para destruir a vida. Deve haver respeito à grandeza da natureza, reverência à Terra. Enquanto não se aprender a celebrar a Terra, não será possível curá-la.
Referência Bibliográfica:
BERRY, Thomas. O Sonho da Terra. Petrópolis: Vozes, 1991.
_________________
Autora: Bacharel em Turismo, cursando pós graduação em Gestão Ambiental, trabalha no departamento de Jornalismo do Portal EcoViagem, também desenvolve outros trabalhos na área de Turismo e Meio Ambiente.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Atividades Complementares


Caros Acadêmicos:
O Núcleo de Educação a Distância – NEAD/UNIASSELVI informa que as atividades complementares que integram o Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores da UNIASSELVI são componentes curriculares obrigatórios - para os cursos com esta previsão na matriz curricular - conforme prevê a Resolução 002/2012. Estas são imprescindíveis à integralização da respectiva carga horária para obtenção do grau e objetivam complementar a formação do(a) acadêmico(a), com atividades desenvolvidas extraclasse, ainda que em outras instituições, mas durante o período de integralização do curso.
Saiba o que são consideradas atividades complementares para a UNIASSELVI:
Atividades desenvolvidas em seminário, simpósios, conferências, congressos, cursos, monitoria, iniciação científica, estágios não obrigatórios, prática de atividades relacionadas com o mercado de trabalho e de extensão, além de disciplinas não previstas no currículo pleno do curso, sem prejuízo de outros tipos de atividades e eventos.
Deve-se estar ciente de que é de responsabilidade do(a) acadêmico(a) registrar as atividades realizadas. Basta acessar o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), VIDA ACADÊMICA >> ATIVIDADES >> ATIVIDADE COMPLEMENTAR >> INCLUIR.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Exercícios de preparação para prova.

Estimados alunos que estão fazendo a disciplina de Informática Básica e Tecnologias Educacionais, façam estudos durante a semana dos tópicos da Unidade 2...
Mas para aquecer a massa cinzenta, façam esses exercícios...


1) Considerando que você está editando um texto no MS Word, versão português, assinale a opção
que indica o resultado correto para o comando mencionado.
a) CtrI+T faz a transferência do texto para um arquivo a ser especificado
b) AIt+A exibe o menu de Ajuda
c) AIt+E abre o menu de Exibir
d) CtrI+Z desfaz a última digitação
e) Ctrl+l abre a janela Imprimir


2) No Word, quais as teclas de atalho usadas para salvar o documento em edição?
a) CtrI+B;
b) CtrI+L;
c) Ctrl+O;
d) Crtl+I;
e) Crtl+S;


3)No Excel, selecionando as células cujos dados farão parte de um gráfico, ao clicar no botão
GRÁFICO o que acontecerá?
a) O gráfico será gerado automaticamente e inserido na planilha imediatamente:
b) Surgirá o assistente de gráfico para que se possa escolher qual o tipo de gráfico e seus subtipos,
permitindo ainda que seja exibido um modelo de como ficarão os dados de acordo com o tipo de gráfico
selecionado;
c) O Excel solicitará a posição X e Y para inserção do gráfico.
d) O Excel solicitará apenas o nome a ser atribuído ao gráfico e fará a inserção.

Nova questão para estudo abaixo e no final respostas comentadas das anteriores...


4) José, gerente de vendas de uma multinacional, recebe um e-mail de João. No e-mail João faz um
grande pedido de peças e pede urgência na resposta. José usa o Outlook Express em seu computador,
mas não tem o endereço de e-mail de João no seu catálogo de endereços. Qual o comando mais eficaz
para responder este e-mail recebido por José através do Outlook Express?
a) selecionar a mensagem recebida de João e clicar em Encaminhar
b) selecionar a mensagem recebida de João e clicar em Encaminhara todos
c) selecionar a mensagem recebida de João e clicar em Responder
d) selecionar a mensagem recebida de João e clicar em Retornar
e) selecionar a mensagem recebida de João e clicar em Apagar, já que não é possível identificar o email
de João para o envio da resposta.


respostas comentadas:

Resposta n. 1 : letra d 
Comentário: É comum questões desse tipo aparecerem em diversas provas, elas se 
repetem, por isso, acredito que decorar as teclas de atalho pode trazer bons resultados. 



Resposta n.2 : letra a 
Comentário: Essa questão pode confundir o candidato, porque são levados ao erro, muitos pensariam 
que a resposta correta seria CRTL+S, observe as teclas de atalho. 
CTRI+B  Salva o arquivo que está sendo digitado/usado 
CTRI+L    Abre a janela localizar e substituir  
CTRL+O   Abre um novo documento 
CRTL+I    Coloca a digitação em modo itálico 
CRTL+S   Coloca a digitação no modo sublinhado,



Resposta n. 3 : letra b 
Comentário: A MS (Microsoft) tem por característica o uso de procedimentos NNF (Next, Next, Finish), 
ou seja, por meio de diversos assistentes de procedimentos, respondendo a questões determinadas, 
chegamos a um resultado final prévio em determinados aplicativos, que poderá inclusive ser visualizado, 
ou ainda, desfeito e refeito por diversas vezes. 
O Excel faz parte do pacote MS Office, que por sua facilidade e intuitividade de uso, possui, inclusive, 
diversos tipos de assistentes, incluindo o assistente de gráfico. 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

TG e TCC

Alguns esclarecimentos:

O que é fundamentação teórica?  Bom fundamentação teórica ou tb chamada de revisão de literatura, é o espaço para fazer uma revisão da literatura existente e selecionar estudos e pesquisas realizadas sobre o tema escolhido.Deve-se reunir, analisar e discutir as informações publicadas para fundamentar teoricamente a análise do objeto de estudo. é bom informar que para auxiliar a construção dessa revisão, faz-se o uso de citações.

O que é Método, ou melhor o que compreende a parte de Materiais e Métodos do TG ou TCC? Nessa etapa que o aluno define onde e como  será realizada a pesquisa. O tipo de pesquisa, o universo da pesquisa, a amostra, os instrumentos de coleta, como irá compilar esses dados e claro contextualização das fontes de pesquisa.


Verifiquei algumas duvidas sobre etapas do TG, então segue informações sempre uteis:

Bom até agora vocês realizaram a fundamentação teórica que faz parte do planejamento do trabalho conforme se vê no item "e" no primeiro quadro...(ver imagem).

Mas o que  é avaliado na fundamentação teórica: Primeiramente a escolha de livros e tudo aquilo que vai fundamentar "teoricamente" o seu material....claro que obrigatoriamente ter pertinência com a área de  concentração....bom o uso de citações curtas, longas, diretas e indiretas respeitando o sistema autor data e a formatação exigida são avaliadas e claro as referências, citou tem que ter referências e essas devem seguir o padrão.

EX:

ALMEIDA, Eduardo. A arte de ensinar: só ensina quem tem paciência. Porto Alegre:Sábios,2012.

Mas vocês lembram o que falei sobre fundamentação teórica nos encontros de TG? Esse vai aparecer lá nos materiais e métodos, afinal todo o levantamento de materiais, isto é, livros e outras fontes  e aqui, que é feito a revisão bibliográfica, onde vocês procuraram fazer o levantamento e a discussão dentro da área de concentração escolhida (com base no projeto de pesquisa) ....Bom tudo que vocês levantaram na fundamentação vai aparecer no Desenvolvimento , terceiro elemento da segunda tabela da imagem abaixo, pertecendo ao elemento textual ....conforme, verifica-se na terceira tabela.

E claro na altura da caminhada já é possível trabalhar o item Resultado e Discussões....

Fiquem atentos as datas.


SOBRE O TG É BOM LEMBRAR....

O DESENVOLVIMENTO: Segundo a ABNT, o desenvolvimento é a parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções que variam em função da abordagem do tema e do método.

É ESSES ELEMENTOS ABAIXO QUE PERTENCEM A ETAPA 2 DO TG.

MATERIAL E MÉTODOS: Nessa parte do trabalho, o objetivo é descrever de que forma foram coletados os dados no decorrer do TG (que no caso da turma BID 3063 teve início em 02/07/2012 ). quais procedimentos adotados, bem como os dados que se deseja apresentar.

Bom para quem por acaso tem dúvidas o que são COLETAS DE DADOS:

As pesquisas bibliográficas (livros, artigos, revistas etc...), documentais, questionários, entrevistas e observações.

RESULTADO E DISCUSSÃO: Nessa etapa deve-se apresentar os resultados da pesquisa conforme os preceitos da ciência, com redação técnica-científica e as exigências da área de conhecimento.

Assim, os resultados expõem o tema proposto, fundamentando-o com revisão crítica de fontes de pesquisa relacionadas ao tema de forma ampla para depois especificá-la. Você aluno que está fazendo o TG deve relacionar sua visão sobre o tema fundamentado (com base na área de concentração)aos conhecimentos atuais e trabalhos já realizados na área, bem como as opiniões dos autores.

atte.

Prof.Eduardo


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Informações para fitorremediação (plantas macrófitas)


fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Macr%C3%B3fita_aqu%C3%A1tica

Classificação quanto ao biótopo

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Flutuantes

Salvinia molesta
São plantas herbáceas que flutuam na superfície da água ou a meia água, não estando enraizadas no sedimento. Geralmente seu desenvolvimento máximo ocorre em locais protegidos do vento. Em formas mais elaboradas, o aspecto morfológico destas plantas é representado pela roseta de folhas, caule condensado e raízes pedunculadas (Ex.: Pistia); em uma forma mais reduzida há perda da separação entre caule e folha com eliminação das raízes (Ex.: Lemna). Podem possuir raízes adventícias (bem desenvolvidas nas plantas em roseta) e raízes laterais com pêlos epidérmicos. Não possuem tecidos lignificados, seus tecidos vasculares são pouco diferenciados, e grande parte do espaço ocupado é aerênquima. A rigidez e a flutuação das folhas são conseguidas a custa da turgidez das células vivas e das lacunas extensamente desenvolvidas do parênquima do mesófilo. A absorção de nutrientes se dá totalmente a partir da água. Geralmente estão restritas aos habitats abrigados e dos cursos de água de corrente fraca[6].

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Emersas

Eleocharis calva
São aquelas enraizadas no sedimento e com folhas fora da água. Podem apresentar heterofilia. Tem órgãos reprodutivos aéreos. Suas paredes celulares espessas (para conferir rigidez). Nas dicotiledoneas emersas, o mesofilo possui parênquima paliçádico e lacunoso. Por difusão, através de aerênquima, o oxigênio é levado para as raízes, rizomas. Estes podem tolerar baixas concentrações de oxigênio até 1 mês. Podem ser encontradas em uma profundidade de 0,5-1,5m[1][6].
Exemplos deste grupo:
Typha latifolia
Eleocharis calva

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Submersas com Folhas Flutuantes

Victoria amazonica
São as macrófitas enraizadas no sedimento e com folhas flutuando na superfície da água. Seus órgãos reprodutores podem ser flutuantes ou aéreos. Suas folhas são paralelas a superfície da água, e refletem uma competição pelo espaço. Tem formato usualmente eférico ou oval, são flexíveis e apresentam parte hidrofóbica (cera na cutícula), e não há recortes nas margens. Os pecíolos podem ser longos e flexíveis - cerca de 20 cm a mais que a profundidade - (Ex.: Nymphaea) ou pequenos ligados a ramos ascendentes longos (Ex.: Potamogeton). É a liberação de etileno no ar que caracteriza o fim do crescimento do pecíolo ou caule. Geralmente são encontradas em regiões mais protegidas da ação do vento e sofrem pressões mecânicas da superfície aquática, tais como movimento da água e vento. Massas de tecido lacunoso facilitam a impulsão e os tecidos vasculares conferem resistência a rasgões. Sua rede de nervuras é menos complexa e a superfície de absorção de íons é a epiderme, sendo os estômatos são mais freqüentes na epiderme superior. Podem ser encontradas em uma profundidade de 0,5-3m[1].
Exemplos deste grupo:

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Submersas Enraizadas

Aponogeton crispus
São plantas herbáceas, que podem ser encontradas em todas as profundidades desde que esteja dentro da zona fótica. Angiospermas são encontradas em até 10m de profundidade. É um grupo bastante heterogêneo, podendo-se encontrar: algas filamentosas (Ex.: Cladophora); Macroalgas (Ex.: Charales); Briófitas; Plantas não-vasculares (Ex.: Isoetes); Monocotiledôneas. A forma e anatomia destas plantas variam em função da idade, profundidade, velocidade da corrente, nutrientes disponíveis, intensidade luminosa, temperatura e fotoperíodo, entre outros. Caules, pecíolos e folhas apresentam pouca ou nenhuma lignina. Não há câmbio e nem crescimento secundário. Normalmente não possuem nem esclerênquima e nem colênquima. O sistema vascular extremamente reduzido sendo que floema e xilema não se distinguem. Os feixes condutores estão coalescentes com feixes vasculares axiais. O parênquima lenhoso quase não existe. Órgãos reprodutivos podem ser aéreos, flutuantes ou submersos.
Na coluna d’água, a turbidez diminui a disponibilidade de luz e por isso, para que houvesse um aumento da eficiência fotossintética as plantas desenvolveram estratégias, tais como: muitos cloroplastos na epiderme, folhas pouco espessas (poucas camadas celulares) e cutícula extremamente fina (para facilitar a troca gasosa). Para aumentar a superfície de contato, as folhas são bem divididas, alongadas (em forma de fita, de filamentos) e flexíveis[1].
Exemplos deste grupo:

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Submersas Livres

Ceratophyllum demersum
Este grupo de macrófita apresenta as mesmas características que as submersas enraizadas, com a diferença que este grupo de submersas apresentam rizóides pouco desenvolvidos e que permanecem flutuando na coluna d´água, em locais de pouca turbulência. Durante o período reprodutivo emitem flores emersas (exceto o Ceratophyllum)[1].
Exemplos deste grupo:

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Importância

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Ecológica

Em muitos reservatórios essas plantas são rotuladas como plantas daninhas, pois devido as condições favoráveis, elas multiplicam-se rapidamente tomando quase, ou toda, a lâmina d´água, dificultando a navegação, a pesca, a recreação, e até mesmo entupir a tomada de água de turbinas de usinas hidrelétricas Companhia Paulista de Força e Luz - CPFL. Entretanto, essas plantas aquáticas são responsáveis por uma grande produtividade primária, contribuindo para o aumento de nichos, diversidade faunística e, portanto, maior complexidade na dinâmica do ecossistema. Influenciam o ambiente terrrestre de modo a reduzir a turbulência na região litorânea e adjacentes, favorecendo a sedimentação do material alóctone. Atuam na ciclagem de nutrientes já que utilizam os nutrientes do sedimento para seu desenvolvimento e crescimento, liberando estes por excreção e fornecendo matéria orgânica para a cadeia detritívora através do processo de decomposição. Destacam-se ainda como local de abrigo e reprodução para diversos animais favorecendo uma maior diversidade local. Contribuem ainda para a produção de nitrogênio assimilável pois podem ser hospedeiras de associações com algas perifíticas e bactérias fixadoras de nitrogênio[1].
A produtividade primária está condicionada a fatores como temperatura, à luminosidade e à disponibilidade de nutrientes. As variáveis ambientais podem influenciar, em conjunto ou isoladamente, nas características fotossintéticas do vegetal, tanto sazonalmente quanto diariamente. Se as características ambientais são favoráveis, pode ocorrer um acréscimo da produtividade e um conseqüente aumento da reprodução[7].
Os aerênquimas das plantas flutuantes formam um micro clima muito mais rico em oxigênio, que atrai peixes e outros animais, servindo também de hospedeiras para perifíton[8].
TAVARES et al. (2008)[9] verificou que a utilização de macrófitas da espécie Lemna valdiviana, no tratamento terciário de efluentes suinícolas, apresentaram uma melhora na redução da demanda química de oxigênio (DQO). Golçalves Jr. et al. (2008)[10] observou que as macrófitas (Eichhornia crassipes)removeram metais pesados tóxicos (cádmio, chumbo e cromo) de biofertilizante suíno.