quinta-feira, 25 de outubro de 2012

II JOIA supera expectativas



Estimados Alunos,

Informo que participei do II Joia com o trabalho “Desmistificando o Professor – tutor no EAD: Coach Discente”, discutindo habilidades e competências desse profissional e sua atuação junto aos discentes...informo que também na primeira edição do Joia, participei com o trabalho “ Ecoalfabetização: A sustentabilidade através dos olhares da Filosofia e da Sociologia.
Atte.
Prof. Eduardo Almeida

Conheça mais sobre o evento:
II JOIA supera expectativas

O envolvimento do público externo e da comunidade acadêmica na II Jornada de Integração Acadêmica - JOIA gerou um excelente resultado, uma vez que 35.292 foi o total de participações no evento.

Esses dados são visto com entusiasmo e satisfação pelo Pró-Reitor de Ensino de Graduação a Distância – NEAD/UNIASSELVI, professor Janes Fidélis Tomelin. “Ficamos surpresos com o resultado desta edição. Sabemos que só foi possível realizar este evento com a dimensão que teve pelo envolvimento e comprometimento dos parceiros, diretores, coordenadores, articuladores, professores-tutores internos e externos. Peça-chave para que tudo acontecesse foi o trabalho desenvolvido pela equipe interna do NEAD e também o apoio e dedicação dos setores NUTEC, NUAP e NUPEX. É uma vitória para essa grande equipe, que merece nosso reconhecimento e gratidão.”

A II JOIA do NEAD, cujo tema em 2012 foi “Inovação – ações presentes, desafios futuros”, aconteceu entre os meses de julho a setembro. As atividades proporcionadas pela jornada foram publicação de trabalhos, interação nas discussões, realização de minicursos e eventos presenciais nos Polos de Apoio Presencial.

Confira os números da II JOIA

-1.034 trabalhos inscritos.
-2.449 participações no debate virtual
-15.809 participações nas atividades presenciais nos Polos de Apoio Presencial. 
-16.000 participações nos sete cursos de Formação Continuada lançados na JOIA.

Para mais informações, acesse www.nead.com.br/joia.

Sobre o evento
O que é a JOIA? 
A Jornada de Integração Acadêmica - JOIA é um evento do Núcleo de Educação a Distância (NEAD) da UNIASSELVI que incentiva e estimula a pesquisa, levando o acadêmico ao conhecimento da metodologia científica e à participação de debate em grupo virtualmente.
Por que participar? 
A participação na II JOIA permite desenvolver o pensamento crítico e criativo, bem como a publicação de trabalhos científicos. Esta publicação, além de enriquecer o seu currículo, pode ser considerada para fins de integralização da carga horária como atividades complementares.
Objetivo da JOIA?
A II JOIA tem como objetivo sincronizar as ações científico-culturais dos Polos de Apoio Presencial, além de socializar e divulgar os trabalhos do corpo discente, corpo docente e corpo técnico-administrativo do NEAD junto à comunidade na qual a UNIASSELVI está inserida.
http://www.youtube.com/watch?v=Oqr7PLA90yk

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Professores são educadores, não babás.

Estimados Alunos.
Assistam o filme da Imagem abaixo e conheçam um pouco mais sobre o Prof. Ron Clark...
Segue link do filme completo para assistirem:
Autor do artigo que compartilho abaixo.
Atte.
Prof. Eduardo

Autor do 2º artigo mais compartilhado no Facebook em 2011, americano diz que pais desrespeitam regras de escolas, pondo em risco o futuro dos filhos.



O segundo artigo mais compartilhado em 2011 por usuários americanos do Facebook foi escrito por um professor, Ron Clark (o primeiro trazia fotos da usina de Fukushima). Mais de 600.000 pessoas curtiram o texto na rede, escrito a pedido da rede de TV CNN e intitulado "O que os professores realmente querem dizer aos pais". O artigo descreve um cenário de guerra, travada entre pais e professores. Na visão de Clark, os pais vêm transferindo suas responsabilidades para a escola, sem, contudo, aceitar que seus filhos se submetam de fato às regras da instituição. Por isso, assim que surge a primeira nota vermelha ou uma advertência, invadem a sala de aula culpando os professores – a pretexto de preservar a reputação e o orgulho de seus filhos. "Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças", diz o professor, na entrevista concedida a VEJA.com e reproduzida a seguir. "Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas." Clark conhece sua profissão. Aos 39 anos, vinte deles dedicados à carreira, o americano já lecionou na zona rural da Carolina do Norte, nos subúrbios de Nova York e atualmente comanda uma escola modelo no estado da Geórgia que oferece treinamento a educadores. Graças à função, manteve, desde 2007, contato com cerca de 10.000 educadores de diversas partes do mundo, incluindo brasileiros.
Em seu artigo, o senhor fala de um ambiente escolar em que pais e professores não se entendem mais. O que tornou a situação insustentável, como o senhor descreve? A sociedade se transformou. Hoje, vemos pais muito jovens, temos adolescentes que se veem obrigados a criar uma criança sem ao menos estarem preparados para isso. São pessoas imaturas. Por outro lado, temos famílias abastadas, em que pais trabalham fora e são bem-sucedidos profissionalmente. Pela falta de tempo para lidar com os filhos, empurram toda a responsabilidade da educação para a escola, mas querem ditar as regras da instituição. Ou seja, eles querem que a escola eduque, mas não dão autonomia a ela.
Que tipo de comportamento dos pais irrita os professores? Acho que o ponto principal são as desculpas que os pais criam para livrar os filhos das punições que a escola prevê. Se um aluno tira nota baixa, por exemplo, ou deixa de entregar um trabalho, os pais vão à escola e descarregam todo tipo de desculpa: dizem que o filho precisava se divertir, que a escola é muito rigorosa ou que a criança está passando por um momento difícil. Ou, ainda, culpam os professores, dizendo que eles não são capazes de ensinar a matéria. Mas nunca culpam seus próprios filhos. É muito frustrante para os professores ver que os pais não querem assumir suas responsabilidades.
Problemas com notas são bastante frequentes? Sim. Certa vez tive uma aluna que estava indo mal em matemática. A mãe dela justificou-se dizendo que, na escola em que a filha estudara antes, ela só tirava boas notas, sugerindo, assim, que o problema éramos nós, os novos professores. Infelizmente, essa ideia se instalou na nossa sociedade. Se a nota é boa, o mérito é do aluno; se é baixa, o problema está com o professor. E quando as notas ruins surgem, os pais ficam furiosos com os professores. O resultado disso é que muitos profissionais estão evitando dar nota baixa para não entrar em rota de colisão com os pais, que nos Estados Unidos chegam a levar advogados para intimidar a escola.
Os pais poupam os filhos de lidar com fracassos? Hoje, existe uma preocupação grande com a autoestima da criança. Por isso, muitas pessoas se veem obrigadas a dizer aos pequenos que eles fizeram um ótimo trabalho e que são brilhantes, mesmo quando isso não é verdade. Essas crianças deixam de aprender que é preciso se esforçar muito para conseguir bons resultados. No futuro, elas não terão sucesso porque, em nenhum momento, exigiu-se excelência delas. Precisamos estar mais atentos à excelência acadêmica e menos preocupados com a autoestima das crianças.
Que conselho o senhor dá aos professores? É possível evitar que os pais surtem diante de notas ruins e do mau comportamento dos filhos se for construída uma relação de confiança. Em vez  de só procurar os pais quando as crianças vão mal na escola, oriento que os professores conversem com os responsáveis também quando a criança vai bem. Na minha escola, procuro conhecer os pais de todos os meus alunos. Procuro encontrá-los com frequência e envio cartas a eles com boas notícias. Assim, quando tenho que dizer que a criança não está rendendo o esperado, eles me darão credibilidade e confiarão na minha avaliação.
É possível determinar quando termina a responsabilidade dos pais e começa a da escola? As duas partes precisam trabalhar em conjunto. Os pais precisam da escola e a escola precisa do apoio da família para realizar um bom trabalho. Um conselho que sempre dou aos pais é que nunca falem mal da instituição de ensino ou do professor na frente dos filhos. Se a criança ouve os próprios pais desmerecerem seus mestres, perde o respeito por eles. O contrário também é verdadeiro. Os professores precisam respeitar os pais, porque eles são parte fundamental na educação de uma criança.
Em algumas situações a discussão sobre responsabilidades da família e da escola surge com muita força. Em casos de bullying, por exemplo, pais e professores trocam acusações. Sobre quem recai a maior parte da responsabilidade nesses casos? A minha resposta novamente é que precisamos trabalhar em conjunto. Quando o bullying acontece na escola, é obrigação dos professores intervir imediatamente. Mas muitos não agem assim porque querem evitar conflitos com os pais. E isso é muito grave. O bullying está devastando nossas crianças. Precisamos combatê-lo. Para que os professores tenham liberdade para agir, precisam do apoio dos pais. Mas você sabe o que acontece? Muitas vezes, quando os pais são chamados na escola para serem alertados de que seu filho está praticando bullying contra um colega de classe, o que ouvimos é: "Mas qual o problema disso? Tenho certeza de que outros colegas também zombam do meu filho e ele não se sente mal por isso." Mais uma vez, vemos os pais se esquivando da responsabilidade.
A que o senhor atribui o sucesso do artigo que estourou no Facebook? Eu escrevi o que todos os professores tinham vontade de dizer aos pais, mas não podiam dizer, porque isso os enfureceria. O que eu fiz foi dar voz a milhões de profissionais. Fiquei sabendo que muitas escolas imprimiram o texto e enviaram uma cópia a cada família. Na internet, pessoas de outros países também compartilharam a minha mensagem.
O senhor criou uma escola modelo, a Ron Clark Academy. Como é a relação de seus professores com os pais? Procuramos estabelecer uma relação próxima. Como eu disse, estamos constantemente em contato com os pais, nos bons e nos maus momentos. Também promovemos encontros semanalmente, nos quais ofereço aos pais a oportunidade de assistir a uma aula na escola, destinada exclusivamente a eles, para que acompanhem o que está sendo ensinado a seus filhos. Ou seja, trabalhamos muito para conquistar uma relação harmônica. Não estou dizendo que é fácil lidar com os pais. Alguns deles podem ser bem malucos.
O senhor, na sua escola, recebe professores de diversas partes dos Estados Unidos e tambem de outros países, como o Brasil. Além dos problemas de relacionamento com os pais, do que mais professores de todo o mundo reclamam? As avaliações tiram o sono dos professores. Não sei exatamente como funciona no Brasil, mas nos Estados Unidos os professores são constantemente cobrados a melhorar o desempenho de suas escolas em testes padronizados. E todo o processo educacional passa a girar em torno de algumas provas. Isso é massacrante, para os alunos e para os professores. Os professores precisam de mais diversão na sala de aula.

domingo, 14 de outubro de 2012

DIA DOS PROFESSORES

Minha homenagem na data nacional a esses profissionais.


“Sem professores não haveria médicos, engenheiros, advogados e outros diplomados em ofícios respeitados por todos os cidadãos. O professor é à base da formação de todos os profissionais”.


Fica minha reflexão pessoal sobre a frase acima... Como docente, já passaram diversos profissionais em salas de aula, tendo como professor EU, entre esses profissionais destaco: administradores, arquitetos, advogados, contadores, engenheiros, relações públicas, designers, biólogos, psicólogos, gestores de RH, filósofos, pedagogos... Esses todos, em disciplinas ministradas em cursos de pós-graduação, por exemplo, cito em especial: Terceiro Setor, Responsabilidade Social e Meio Ambiente, Políticas Públicas Ambientais, Organizações e o Meio Ambiente, Criatividade e Inovação, Designer Ambiental, Fundamentos de Ecologia, entre outras.

Mas o que mais me orgulho e no trabalho ligado a formação de novos professores para Educação Básica, isto é, meu trabalho na graduação, em especial na formação de professores de Ciências para o Ensino Fundamental séries finais e de Biologia para o Ensino Médio.... Busco nessa formação, novos profissionais, com a capacidade de “INOVAÇÃO”, muita criatividade e principalmente talento na gestão de todo o processo de ensino e aprendizagem.

Meus parabéns a todos os professores, desde aqueles que atuam na orientação, supervisão e direção de instituições de ensino, como também aqueles da mesma maneira como faço, estão dia-a-dia no front da sala de aula.

Deixo como frase final a todos meus alunos e ex-alunos: “Sigam em frente com seu sonho docente, oferecendo para a sociedade gerações novas de médicos, advogados, arquitetos, engenheiros e claro novos PROFESSORES, para que o ciclo continue hoje e sempre”.

Dedico a data de hoje aos primeiros a acreditarem  no meu sonho docente, são eles, os meus pais.

Com carinho

Prof. Eduardo de Almeida


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Material para alunos da pós-graduação MBA Gestão Ambiental

Estimados pós-graduandos do MBA em Gestão Ambiental,

ENSAIOS

Para nossa primeira atividade, será feito a construção de uma mapa conceitual, para comparar os paradigmas, abaixo  quadro elaborado por Almeida (2002), para análise entre os paradigmas para realização da atividade proposta.

Para fazer o Mapa Conceitual, sugiro o uso do software CMAPTOOLS.
Download gratuito: http://cmap.ihmc.us/download/
Ou outro editor gráfico , até mesmo no Paint do Windows.

Fazer a leitura do artigo disponibilizado sobre Mapa Conceitual e sua construção. 

Atte. 

Prof. Eduardo

Quadro 1 – Paradigma cartesiano versus paradigma da sustentabilidade

Cartesiano
Sustentável
Reducionista, mecanicista, tecnocêntrico
Orgânico, holístico, participativo
Fatos e valores não relacionados
Fatos e valores fortemente relacionados
Preceitos éticos desconectados das práticas cotidianas
Ética integrada ao cotidiano
Separação entre o objetivo e o subjetivo
Interação entre o objetivo e o subjetivo
Seres humanos e ecossistemas separados, em uma relação de dominação
Seres humanos inseparáveis dos ecossistemas, em uma relação de sinergia
Conhecimento compartimentado e empírico
Conhecimento indivisível, empírico e intuitivo
Relação linear de causa e efeito
Relação não-linear de causa e efeito
Natureza entendida como descontínua, o todo formado pela soma das partes
Natureza entendida como um conjunto de sistemas inter-relacionados, o todo maior que a soma das partes
Bem-estar avaliado por relação de poder (dinheiro, influência, recursos)
Bem-estar avaliado pela qualidade das inter-relações entre os sistemas ambientais e sociais
Ênfase na quantidade (renda per capita)
Ênfase na qualidade (qualidade de vida)
Análise
Síntese
Centralização de poder
Descentralização de poder
Especialização
Transdisciplinaridade
Ênfase na competição
Ênfase na cooperação
Pouco ou nenhum limite tecnológico
Limite tecnológico definido pela sustentabilidade
Fonte: Almeida (2002).


Referências
ALMEIDA, F. O bom negócio da sustentabilidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.



Material para ensaio 2

Elaboração de uma resenha (Crítica ou opinativa )sobre o texto disponível no link abaixo e sua relação com as organizações atuais. Mínimo 30 linhas.

http://profeduardodealmeida.blogspot.com.br/2012/04/sustentabilidade-ambiental-como.html

Na dúvida sobre e como criar uma resenha, acessar o link abaixo:

http://www.infoescola.com/redacao/resenha/

Resumo sobre o filme: A última hora.

Na dúvida como elaborar um resumo, acesse o link:

http://www.brasilescola.com/redacao/resumo-texto.htm




Ensaio 3

Numa sociedade globalizada, com alta competitividade entre empresas e elevado nível de informação, os consumidores têm amplo poder de escolha, razão pela qual já não é suficiente oferecer simplesmente um bom produto. É necessário vender, também, a imagem da empresa. As ações praticadas em favor do meio ambiente e da comunidade passam a ser exigência da sociedade, incentivando, dessa forma, o contínuo processo de inovação, dentro das empresas, para que produzam cada vez mais, usando cada vez menos recursos naturais.


Você como consumidor cite 3 exemplos de produtos de seu uso, e quais as 5 características sociais e ambientais que fazem parte da sua opção na escolha. 

Entre os 3 exemplos escolha 1 e monte um mapa conceitual, tendo como conceito chave o produto de sua escola e a relação dele com os demais conceitos socioambientais.


 Enviar o material do último ensaio até dia: 30/10/2012

Para o mail: enviodetrabalhosacademicos@gmail.com