quarta-feira, 13 de março de 2013

GESTÃO AMBIENTAL - QUARTA - FEIRA





 . museo Argentino de Ciencias Naturales "Bernardino Rivadavia"

Av. Angel Gallardo 470 - Buenos Aires - Argentina. 

Prof. Eduardo de Almeida em visita ao local.



Estimados alunos sejam bem-vindos ao nosso portal de comunicação, saliento também que acessem o AVA para acessarem os vídeos das disciplinas.

Prof. Eduardo



DICA PARA ESTUDAR

Dê mais ar aos pulmões:

A maioria das pessoas só usa uma pequena parte dos pulmões para respirar (o terço superior), não fornecendo ao sangue bom suprimento de oxigênio. Respirar de forma  profunda e correta é muito mais saudável para o corpo e para a mente. Diminui a ansiedade, melhora o raciocínio. Aprenda a boa respiração, aumente a resistência e faça disso um hábito automático.

Prof. Eduardo.



Prezados alunos ....aproveitando para auxiliar no processo de criação do PAPER. Segue link abaixo de uma postagem que vai ajudar a entender como se constrói o material.

http://profeduardodealmeida.blogspot.com.br/2012/08/mapa-conceitual-do-paper.html


DATAS PARA O PAPER PARA 2013/1 GAM 0170

ORIENTAÇÃO: 27 de março - Escolha de tema e informações sobre o paper

ORIENTAÇÃO virtual : 1 de maio

ENTREGA E SOCIALIZAÇÃO: 8 de junho


DICAS DE CITAÇÕES E REFERÊNCIAS:

Por exemplo caso você utilizem algum material da internet (artigo), vamos usar o seguinte caso:

Texto no link: http://profeduardodealmeida.blogspot.com.br/2013/01/ecoeficacia-e-assim-que-vejo-o-mundo.html


Vou utilizar o seguinte fragmento do texto:

Exemplo de uma citação curta , isto é, até 3 linhas de texto.

Tenho por hábito e por dever de profissão cercar-me de pessoas que pretendem aprender algo com a minha presença, e nessas conversas muitas vezes em sala de aula, quando sou perguntado sobre a atual situação ambiental do Brasil e do Mundo, sempre respondo que estamos vivendo a fase de ouro do meio ambiente.


Exemplos dessa citação direta curta como vai ficar no meu paper:

Exemplo 1:


Segundo Almeida (2013, p. 1): "Tenho por hábito e por dever de profissão cercar-me de pessoas que pretendem aprender algo com a minha presença, e nessas conversas muitas vezes em sala de aula, quando sou perguntado sobre a atual situação ambiental do Brasil e do Mundo, sempre respondo que estamos vivendo a fase de ouro do meio ambiente" .


Exemplo 2:


"Tenho por hábito e por dever de profissão cercar-me de pessoas que pretendem aprender algo com a minha presença, e nessas conversas muitas vezes em sala de aula, quando sou perguntado sobre a atual situação ambiental do Brasil e do Mundo, sempre respondo que estamos vivendo a fase de ouro do meio ambiente" .(ALMEIDA, 2013,p.1).






Exemplo de uma citação longa  , isto é, com mais 3 linhas de texto.

Nunca se cuidou e melhorou as condições ambientais do Planeta como atualmente, só no Brasil a criação do IBAMA em 1989, o Estudo de Impacto Ambiental e seu relatório conhecido como EIA/RIMA na resolução do CONAMA nº 001/86, o Licenciamento Ambiental na resolução do CONAMA  nº 237/97 a Política Nacional do Meio Ambiente em 1981 , Política Nacional de Educação Ambiental em 1999 a Lei dos Crimes Ambientais em 1998 , Política Nacional dos Resíduos Sólidos em 2010 ,saliento também a nossa Constituição Federal de 1988, no seu artigo 225. E citarei como marco a Conferência da ONU de 1972 e suas outras como a Rio 92 e suas posteriores.



Exemplo dessa citação direta longa como vai ficar no meu paper:












REFERÊNCIAS:o caso de material da internet como foi os fragmentos acima:



Você deve incluir:
  • Sobrenome e iniciais do autor (ou nome ou URL do site de origem);
  • título;
  • onde a página está disponível (a informação ‘Disponível em:’), como a URL;
  • a data em que você acessou o site.

No nosso exemplo ficaria assim:

ALMEIDA, E. ECOEFICÁCIA: Assim que vejo o mundo. Disponível em <http://profeduardodealmeida.blogspot.com.br/2013/01/ecoeficacia-e-assim-que-vejo-o-mundo.html>acessado em 13 de Mar de 2013.


Referências de artigo de revistas:


Com autor definido:


AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título da Revista, (abreviado ou não) Local de Publicação, Número do Volume, Número do Fascículo, Páginas inicial-final, mês e ano.

E no caso de sem autor definido:


 Ex:
UM projeto na Amazônia para salvar as tartarugas de rio. Geografia Universal. Rio de Janeiro, n. 141, p. 94-95, fev. 1995.


Vamos ver um exemplo real: 

Dados da revista: Plástico Sul, Ano IX, Abril 2008, nº 85;
Dados do artigo: autor, título do artigo, páginas do artigo 54 até 56.
O autor no caso é a empresa BRASKEM, o título: O Plástico Verde será produzido em solo gaúcho.

Como ficaria então uma citações desse artigo:


E a referência:




TIPOLOGIAS DA PRÁTICA 

Prática Simulada: essa Prática tem como principal característica a exploração de temas teóricos. Ela é realizada em sala de aula, nos 
encontros presenciais, ou nos dias de atividades acadêmicas, quando o(s) acadêmico(s) envolve(m) os  próprios colegas na atividade. A atividade pode ser feita em forma de seminário, aula, oficina, sarau literário, atividade de laboratório, troca de experiências com profissionais da área específica, palestras, etc; 

Prática Real: tem como principal característica a aplicação dos temas fora dos encontros presenciais. Além disso, essa modalidade de Prática busca familiarizar o(s) acadêmico(s) com o seu futuro ambiente profissional. Ela é desenvolvida em instituições, tais como: empresas, escolas e ONGs;   

Prática de Pesquisa Documental: essa modalidade de Prática busca exercitar a pesquisa de cunho documental. É realizada em arquivos de empresas, escolas ou entidades públicas, bibliotecas, banco de dados digitais. O principal objetivo dessa Prática é a análise e a interpretação de dados. É importante ressaltar que essa modalidade de Prática não se restringe a uma pesquisa teórica. 



* Acredito que para esse primeiro módulo os acadêmicos optem pela Prática de Pesquisa Documenta.


Dica onde encontrar artigos para pesquisa:

http://www.lume.ufrgs.br/

http://www.periodicos.capes.gov.br/


Conversando sobre o paper:

video





Formatação do paper: Clicar na imagem abaixo para ampliar...







Estrutura do paper: Clicar na imagem abaixo para ampliar...




ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS:




COMO ELABORAR UM PAPER(fonte 20 em negrito centralizado)

Acadêmico (fonte 12 em negrito)
Professor-Tutor Externo (fonte 12 em negrito)
Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI(fonte 12)
Curso (Código da Turma) – Prática do Módulo I
dd/mm/aa


RESUMO

O resumo deve ter um parágrafo de, no máximo, 250 palavras (aproximadamente 15 linhas), sem recuo na primeira linha. Use espacejamento simples, justificado, tamanho 12, itálico. O resumo deve apresentar o objetivo geral da pesquisa, o método utilizado, os resultados e as conclusões do trabalho, formando uma sequência corrente de frases concisas, e não de uma.

Palavras-chave: Artigo científico. Normalização. NBR 6022.

Clicar na imagem abaixo para ampliar...



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Dica para uma ótima primeira avaliação: A redação.


Título: deve ter pertinência ao tema...tb considero a criatividade na elaboração do mesmo 1,5 ponto.(lembre-se o TEMA  não é título).

Estrutura, isto é, Introdução, Desenvolvimento e Conclusão ( ortografia e caligrafia)  2,5 pontos.

Citação e referência 1 ponto.

Redação pertinente ao tema 5 pontos.


Estrutura de uma Dissertação

CARACTERÍSTICAS
Discute um assunto apresentando pontos de vista e juízos de valor.
INTRODUÇÃO
Apresenta a síntese do ponto de vista a ser discutido (tese).
DESENVOLVIMENTO
Amplia e explica o parágrafo introdutório. Expõe argumentos que evidenciam posição crítica, analítica, reflexiva, interpretativa, opinativa sobre o assunto.
CONCLUSÃO
Retoma sinteticamente as reflexões críticas ou aponta as perspectivas de solução para o que foi discutido.
RECURSOS
Linguagem referencial, objetiva; evidências, exemplos, justificativas e dados.
O QUE SE PEDE
Capacidade de organizar idéias (coesão), conteúdo para discussão (cultura geral), linguagem clara, objetiva, vocabulário adequado e diversificado.


Como fazer uma boa redação



Dominar a arte da escrita é um trabalho que exige prática e dedicação. No entanto, conhecer seu lado teórico é muito importante. Aqui você encontra um resumo desta teoria com dicas de como fazer uma boa redação. Aplique-a em seu trabalho mas não se esqueça: você precisará fazer a sua parte, isto é, escrever.

SIMPLICIDADE

Use palavras conhecidas e adequadas. Escreva com simplicidade. Para que se tenha bom domínio, prefira frases curtas. Amarre as frases, organizando as idéias. Cuidado para não mudar de assunto de repente. Conduza o leitor de maneira leve pela linha de argumentação.

CLAREZA

O segredo está em não deixar nada subentendido, nem imaginar que o leitor sabe o que você quer dizer. Evidencie todo o conteúdo da sua escrita. Lembre-se: você está comunicando a sua opinião, falando de suas idéias, narrando um fato. O mais importante é fazer-se entender.

OBJETIVIDADE

Você tem que expressar o máximo de conteúdo com o menor número de palavras possíveis. Por isso não repita idéias, não use palavras demais ou outras coisas que só para aumentem as linhas. Concentre-se no que é realmente necessário para o texto. A pesquisa prévia ajuda a selecionar melhor o que se deve usar.

UNIDADE

Não esqueça, o texto deve ter unidade, por mais longo que seja. Você deve traçar uma linha coerente do começo ao final do texto. Não pode perder de vista essa trajetória. Por isso, muita atenção no que escreve para não se perder e fugir do assunto. Eliminar o desnecessário é um dos caminhos para não se perder. Para não errar, use a seguinte ordem: introdução, argumentação e conclusão da ideia.

COERÊNCIA

A coerência (coesão) entre todas as partes de seu texto, é fator primordial para se escrever bem. É necessário que elas formem um todo. Para isso, é necessário estabelecer uma ordem para as idéias se completem e formem o corpo da narrativa. Explique, mostre as causas e as conseqüências.
Exemplos: Obedecer uma ordem cronológica é um maneira de se acertar sempre, apesar de não ser criativa. Nesta linha, parta do geral para o particular, do objetivo para o subjetivo, do concreto para o abstrato. Use figuras de linguagem para que o texto fique interessante. As metáforas também enriquecem a redação.

ÊNFASE

Procure chamar a atenção para o assunto com palavras fortes, cheias de significado, principalmente no início da narrativa. Use o mesmo recurso para destacar trechos importantes. Uma boa conclusão é essencial para mostrar a importância do assunto escolhido. Remeter o leitor à ideia inicial é uma boa maneira de fechar o texto.

LEIA E RELEIA

Lembre-se, é fundamental pensar, planejar, escrever e reler seu texto. Mesmo com todos os cuidados, pode ser que você não consiga se expressar de forma clara e concisa. A pressa pode atrapalhar. Com calma, verifique se os períodos não ficaram longos, obscuros. Veja se você não repetiu palavras e idéias. À medida que você relê o texto, essas falhas aparecem, inclusive, erros de ortografia e acentuação. Não se apegue ao escrito. Refaça se for preciso. Não tenha preguiça, passe tudo a limpo quantas vezes forem necessárias. No computador, esta tarefa se torna mais fácil. Faça sempre uma cópia do texto original. Assim você se sentirá à vontade para corrigir quanto quiser, pois sabe que sempre poderá voltar atrás.






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DISCIPLINA ECONOMIA turma GAM 0170Abril de 2013Datas 3   primeiro encontro;          10 segundo encontro - Avaliação 1 - redação - individual com consulta; Conteúdo Unidade 1 e seus tópicos;            17 terceiro encontro - avaliação 2 - 10 questões objetivas - individual sem consulta; Conteúdo Unidade 2 e seus tópicos           24 quarto encontro - Avaliação final - 15 questões objetivas e 3 discursivas - individual sem consulta; Todas as unidades e tópicos.



DICA PARA ESTUDO E REFLEXÃO AVALIAÇÃO FINAL


1. O Fluxo Circular de Renda utiliza-se para inter-relacionar os diferentes agentes econômicos, e segundo o economista Keynes: “toda a renda auferida pelas famílias precisa ser gasta com consumo.” Se isso não acontecer, os produtores de bens e serviços não poderão atingir os objetivos de vendas, ou seja, vender toda a sua produção. Entretanto, na prática as pessoas não gastam sempre toda a sua renda no consumo, deste modo:
• Explique o que representam os vazamentos e porque tem que ser corrigidos no Fluxo Circular de Renda.
• Enumere os três tipos de vazamentos.
• Escolha um desses três tipos de vazamentos e explique, de maneira sucinta, como pode ser reinjetado na economia.

2. Em termos econômicos, a Procura Elástica acontece quando o aumento relativo das quantidades procuradas é maior à redução relativa dos preços, certo? Sendo assim, os produtos ou serviços que podem ter mais opções de produtos substitutos tendem a ter uma Procura mais Elástica ou Inelástica? Argumente a sua resposta e exponha algum produto que possa apresentar essa característica de ter substituição.

3. Em termos econômicos, a Procura Inelástica acontece quando o aumento relativo das quantidades procuradas é menor à redução relativa dos preços, certo? Sendo assim, os produtos ou serviços que não podem ter mais opções de produtos substitutos tendem a ter uma Procura mais Elástica ou Inelástica? Argumente sua resposta e exponha algum produto que possa apresentar essa característica: quase não ter substituição, ou simplesmente não ter substituto.


RESPOSTAS SUGERIDAS: 

1)Os vazamentos representam todos os recursos originários da renda das famílias que não são destinadas ao consumo. Se os vazamentos não forem corrigidos por suas respectivas injeções, a Demanda Agregada por bens e serviços será muito reduzida e as empresas não conseguirão vender tudo o que produziram. Haverá aumento dos estoques e, portanto, reduzirão a produção com possíveis demissões; logo, esses vazamentos precisam ser reinjetados na economia.
Os três tipos de vazamentos são: Poupança, Impostos e Mercadorias Importadas.
O acadêmico poderá escolher entre qualquer das seguintes opções:
• Poupança: a poupança é recoletada pelo sistema financeiro, logo as reinjeções desses fundos monetários são atingidas através dos empréstimos e investimentos que os bancos geram na economia.
• Impostos: os impostos pagos são rendas das famílias que não são gastas no consumo, logo são fundos recoletados pelo Estado. Cabe ao Estado fazer gestão dessas receitas geradas pelos impostos; e quando precisar dar uma ajuda à demanda agregada, poderá reinjetar esses recursos através de gastos e investimentos do governo.
• Mercadorias Importadas: toda renda gasta em produtos importados estimula a produção dos países de lá fora e desestimula a indústria nacional, destinando parte das rendas das famílias ao exterior. Esse vazamento é corrigido através das exportações. Assim, quando o país exporta, ele traz renda externa, nivelando o vazamento das importações.

2)Produtos ou serviços que podem ter substitutos ou similares tendem a ter uma procura mais elástica. Sendo assim, na medida em que possa existir mais oferta de substitutos, o produto ou serviço pode apresentar um grau de elasticidade-preço maior.

3)Nesta situação, pode-se colocar o exemplo dos vários tipos de carne. Se a carne bovina de cortes nobres, tal como filé mignon ficar cara, logo o consumidor vai ter a tendência de substituir essa carne por carnes bovinas mais baratas, carne suína ou de frango. E se esse corte nobre tiver queda, o consumidor vai ter a tendência de procurar maior quantidade em detrimento dos outros cortes de carne.

Produtos ou serviços que não podem ter, ou quase não tem, substitutos ou similares tendem a apresentar uma procura mais inelástica. Sendo assim, na medida em que possa existir menor oferta de substitutos, o produto ou serviço pode apresentar um grau de elasticidade-preço menor.

Nesta situação, pode-se colocar o exemplo do arroz. Se o arroz ficar um pouco mais caro, o consumidor vai continuar consumindo quase a mesma quantidade. Contudo, se esse produto ficar muito mais caro, o consumidor começará procurar substitutos desse carboidrato. Assim, como existem relativamente poucos substitutos, poderá começar a consumir mais um pouco de macarrão e/ou batata.
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1. Para convertermos o PIB em PNB, é preciso deduzir o valor das rendas enviadas ao exterior e somar as rendas recebidas do exterior. Para tanto, utilizam-se três tipos de rendas nesse processo. Quais são essas rendas? Descreva-as.

2. Em economia, temos as Metas Conjunturais e Metas Estruturais. O que são as Metas Estruturais?
3. A economia é um assunto comentado nas mais variadas esferas sociais, dos bancos universitários aos ambientes de trabalho. Podemos encontrar pelo menos três significados  distintos para essa palavra. Primeiramente, a palavra economia pode ser interpretada como o senso comum. Além disso, como sendo uma “atividade econômica” e, também, pode ser entendida como uma “ciência econômica”. Assim, descreva um desses três significados apresentados para a palavra economia.

RESPOSTAS:
1) Para convertermos o PIB em PNB, é preciso deduzir o valor das rendas enviadas ao
exterior e somar as rendas recebidas do exterior. Essas rendas compreendem:

 Juros: representam o pagamento pela utilização de capital monetário externo.
 Lucros: são a remuneração pelo capital físico de propriedade de empresas estrangeiras
instaladas no país.

 "Royalties": representam o pagamento pela utilização de tecnologia estrangeira.
2)As metas estruturais dizem respeito a mudança da estrutura econômica do país  e só podem ser realizadas a longo prazo, ou seja, em economia, longo prazo é definido com o um período de tempo no qual todos os fatores produtivos são variáveis não só em termos de quantidade, mas também de qualidade.
3)Segundo o senso comum, ou seja, de acordo com a percepção intuitiva que a maioria das pessoas tem a respeito da palavra “economia”, ela significa economizar. Isto é, ela é entendida como um sinônimo da palavra “poupar”, ou seja, abrir mão do consumo presente, guardando e acumulando recursos para realizar um consumo maior no futuro. Fazer economia, nesse sentido, significa fazer um bom uso dos seus recursos pessoais, contendo ou moderando os gastos, de forma a evitar desperdícios desnecessários.
A palavra economia também pode ser entendida como atividade econômica, ou seja, o conjunto de ações desenvolvidas pelos seres humanos, no sentido de criar as condições materiais para a sua sobrevivência. A atividade econômica é toda ação dos seres humanos destinada a produzir, distribuir ou consumir riquezas e, dessa forma, satisfazer determinadas necessidades, com o objetivo final de criar condições para a perpetuação da espécie humana e de sua sociedade.
A Ciência Econômica é, portanto, a ciência que estuda as diferentes maneiras pelas quais as sociedades se organizam e se relacionam para produzir, distribuir e consumir riquezas, de modo a atender às necessidades humanas e, com isso, garantir a sua sobrevivência e perpetuação como espécie e como organização social.
RESPOSTA ESPERADA:




Média Geral  da avaliação 1



Gráfico % por Nota

Gráfico por Nota
Média da Turma:8,04
Acadêmicos Matriculados:68
Acadêmicos sem Nota:7


Gabarito da avaliação 1.

QUESTÃO:
1. Entre os sistemas econômicos reconhecidos na atualidade, o mais adotado entre as nações desenvolvidas, bem como entre os países em desenvolvimento, é o capitalista. O capitalismo possui como características principais, dentre várias outras:
* a propriedade privada dos meios de produção;
* o trabalho assalariado;
* a possibilidade de empreender um negócio;
* a possibilidade de acúmulo de riquezas;
* a existência de uma relativa liberdade entre os agentes econômicos (normalmente, a interação entre os agentes econômicos é regulada pelo Estado).

Acerca do presente, tendo em vista a relação histórica existente entre os agentes econômicos dentro do sistema capitalista, escreva uma redação com o tema: O PAPEL DO ESTADO NO SISTEMA CAPITALISTA.
RESPOSTA ESPERADA:
O acadêmico poderá relatar que nos primórdios do capitalismo vigorava o princípio do liberalismo econômico (o Estado não deve intervir na ordem econômica). Nos séculos XVIII e XIX (e até mesmo no início do século XX), praticamente não havia nenhum tipo de intervenção estatal nos assuntos econômicos. A liberdade dos agentes econômicos era completa, mas essa liberdade exacerbada deu margem a abusos por parte dos agentes econômicos mais fortes. Empresas eram “livres” para decidir quanto pagariam a seus funcionários, a jornada de trabalho que seria imposta aos trabalhadores e, também, qual o preço e a qualidade dos seus produtos.

Caso o trabalhador não aceitasse as condições impostas por uma empresa, este tinha a “liberdade” de procurar outra que oferecesse melhores condições. Caso não encontrasse outra que oferecesse melhores condições, poderia engrossar as filas de desempregados; afinal, ninguém era forçado a trabalha. Nesse sentido, o capitalismo se mostra um sistema econômico superior aos sistemas anteriores que utilizavam mão de obra escrava, no qual ninguém era forçado a trabalhar. Contudo, também não eram dadas garantias de sobrevivência.

O acadêmico deverá relatar que a partir dos anos 30 do século XX uma mudança estrutural ocorreu no capitalismo, ligada à crescente participação do Estado na condução dos assuntos econômicos. Inicialmente, a participação do Estado se dá pelo estímulo à promoção do crescimento econômico da geração de empregos. Posteriormente, o Estado começou a interferir mais diretamente nas relações econômicas, regulando as relações de trabalho, emitindo leis que fixavam condições mínimas de trabalho (jornada de 8 horas, salário mínimo, férias etc.), evitando abusos, corrigindo falhas de mercado, estabelecendo punições à empresas que não cumprem critérios mínimos de qualidade nos produtos oferecidos aos clientes etc.










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Segue abaixo texto para iniciar o assunto Economia e sua relação com o meio ambiente.

Economia e Ecologia 


A visão econômica tradicional, que enxerga os capitais natural e manufaturado como substitutos, já está sendo recusada por cientistas, economistas e ambientalistas, pois já é possível mensurar economicamente a destruição do ecossistema, não contabilizando, apenas, o que foi destinado ao mercado (capital natural transformado em capital manufaturado). O Economista Hermam Daly acredita que a humanidade se acha em uma encruzilhada histórica, pois pela primeira vez, os limites da prosperidade se devem à falta, não de capital criado pelo homem, mas de capital natural. 


O livro Capitalismo Natural, (P. Hawken, A Lovins e L. Lovins) mostra que já é possível, dadas as condições tecnológicas atuais, viver um mundo completamente diferente, no qual, o capital natural, cada vez mais escasso, é o recurso mais importante , pois “ não aprece por obra de um milagre singular: é, isso sim, o produto do trabalho permanente executado por milhares e milhares de espécies em interação complexa” e deve “ ser encarado como a soma total dos sistemas ecológicos que sustentam a vida, diferindo , completamente, “do capital feito pelo homem na medida em que não pode ser produzido pela atividade humana”. Sendo assim, o capital natural, torna-se o fator limitador do desenvolvimento, pois todas as indústrias dependem de algum recurso natural para produzir 



Para que as mudanças previstas se concretizem, é necessário que políticos, empresários e consumidores, aceitem quebrar o antigo paradigma da revolução industrial, centrado nas indústrias do aço, do petróleo e, principalmente, no mais desejado bem de consumo durável do planeta: O automóvel. As externalidades negativas geradas pelo modelo em vigor, com destaque para os engarrafamentos, poluição, aquecimento global, violência, stress etc., não são computados (descontados) no principal indicador de crescimento econômico: O Produto Interno Bruto. Com a atual metodologia, a construção de novos presídios e de escolas públicas pode promover o crescimento do PIB. No entanto, o investimento em presídios, além de não melhorar o currículo do ser humano, não ataca a origem do problema da segurança pública. Já o investimento em educação, somadas a outras ações, além de custar para o setor público, praticamente o mesmo, pode melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O economista Tim Hatford, também mostra as contradições deste indicador, ao relatar que se um furacão destruir uma grande cidade dos EUA, a reconstrução da mesma, coeteris paribus, promoverá o crescimento do PIB. No entanto, assim como a destruição da cidade, a destruição do capital natural deveria ser descontada do PIB e isto, exige, além da revisão na forma de contabilizar o PIB, uma aliança entre a economia e a ecologia. 

A solução, segundo Hawken e Lovins passa, necessariamente, por uma profunda reforma tributária, pois “uma mudança na tributação procura adequar o preço ao custo. O sistema atual é degradante. As pessoas conhecem o preço de tudo, mas não têm idéia do custo de nada”. Os autores reforçam a sua tese, utilizando como exemplo um litro de pesticida que custa US$ 9,24. Mas quanto ele custa à sociedade quando penetra nos mananciais, nos rios e na corrente sanguínea? 


Dessa forma, passariam a ser bastante tributados os emissores de gases, a energia nuclear e a eletricidade geradas de forma não renovável, o diesel, a gasolina, óleo de motor, o uso veicular das vias públicas, o trafego aéreo, os pesticidas, fertilizantes sintéticos, o tabaco, água e madeiras das florestas antigas, salmão e outros peixes não criados em cativeiro, os metais e o lixo enviado ao aterro sanitário ou jogado no incinerador etc. A Europa já está à frente nessa revolução, pois a solução oferecida pela sua reforma tributária ataca dois problemas fundamentais: a degradação ambiental e o alto desemprego estrutural. Essa reforma encarecerá o uso do recurso escasso, desestimulando o seu uso e estimulando a reciclagem e os circuitos fechados de produção, ao mesmo tempo em que reduz significativamente os tributos sobre o trabalho, estimulando o uso do fator abundante: o ser humano. 


Luiz Cláudio Frechiani – Professor do curso de Economia da UVV. 

DESAFIO DA SEMANA

PARA REFLEXÃO SOBRE A UNIDADE 1 DO CADERNO DE ECONOMIA, SEGUE ABAIXO DOIS TEMAS JÁ SOLICITADOS EM PROVAS, SOLICITO QUE NO EXEMPLO 1 FAÇAM COMENTÁRIOS CONCEITUANDO OS TERMOS SOLICITADOS E NO EXEMPLO 2 COMENTEM QUEM SÃO OS RESPONSÁVEIS PELAS DECISÕES ECONÔMICAS...BONS ESTUDOS E AGUARDO SEUS COMENTÁRIOS.

1. Na visão de Adam Smith, uma das “molas mestras” do sistema capitalista é a busca pelo próprio interesse. Nas palavras dele, não podemos confiar nossa sobrevivência à benevolência de nosso semelhante, pois, se o fizermos, passaremos fome. Somente o mendigo se sujeita a depender da benevolência de seu semelhante. Por isso, no sistema capitalista, as pessoas são guiadas pelos seus interesses pessoais. Os consumidores buscam satisfazer suas necessidades (materiais) e melhorar sua qualidade de vida pelo consumo de mercadorias e serviços. Os trabalhadores buscam melhorar sua situação e sua renda pela qualificação. Com mais qualificação, serão mais produtivos e, consequentemente, serão melhor remunerados. Os empresários, por sua vez, buscam maximizar seus lucros e o fazem pela produção de bens e serviços. Com base nesta reflexão, escreva uma redação com o tema: CAPITALISMO, CONSUMISMO E EGOÍSMO.


2. Através dos estudos realizados em seu caderno de Economia, sabe-se que toda sociedade precisa fazer algumas escolhas econômicas em função da escassez dos recursos produtivos. Como não é possível produzir tudo o que as pessoas precisam ou desejam, torna-se necessário eleger prioridades, dando ênfase à produção de determinados bens e serviços, em detrimento de outros. Sobre este tema, surge a seguinte indagação: Quem são os responsáveis por estas decisões tomadas? Sobre tal pergunta, escreva uma redação, com o seguinte tema: OS RESPONSÁVEIS PELAS DECISÕES ECONÔMICAS.

REFLEXÃO PARA A SEMANA 


Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.



Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.

O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividí-la; 
5. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
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DISCIPLINA CONSERVAÇÃO E USO DO SOLO.



Exercício para resolver (quero ver as contribuições nos comentário):

Dica para resolver leiam o material nas páginas: 66 e 67.




Gabarito da prova


2. Avaliação II - Individual e sem Consulta (233028)
Conservação e Uso do Solo (GAM01)
Prova: 1356469

X = Questão Cancelada
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
D
D
B
C
A
A
C
A
A
D



Salientando conteúdo da prova INDICADORES QUÍMICOS DA QUALIDADE  DO SOLO p. 138 
CTC p. 139






PERFIL DO SOLO E HORIZONTES
Identificação dos Horizontes
Descrição Morfológica

Horizontes pedogenéticos principais

O ou H, A, E, B, C







Simbologia e definições dos Hz e/ou camadas
O – sobre Hz mineral em condições de boa drenagem. Constituído restos orgânicos.
H – de constituição orgânica. Ocorre em condições de má drenagem.
A – Hz mineral enriquecido por MO (coloração escurecida).
E – perda de argilas, óxidos Fe e Al ou MO, textura mais arenosa e mais claro.
B – intensa transformação pedogenética, com concentração de argilas e óxidos.
C – pouco afetado pelos processos pedogenéticos.
R – material consolidado, constituindo substrato rochoso contínuo.

Características morfológicas
1 - Espessura do solo



COR DO SOLO: principais implicações
cores escuras
- vermelhas
- amarelas
- acinzentadas
- claras ou esbranquiçadas
- Hz mosqueados/variegados
Determinação da COR   . Escala de Munsell

MATIZ – representa o espectro da cor
    = Red     YR = Yellow-Red    = Yellow
                   variando de 5R até 5Y

VALOR – brilho ou tonalidade

CROMA – intensidade ou pureza da cor em relação ao cinza


TEXTURA DO SOLO
Laboratório  determinação quantitativa
  Campo   sensação ao tato
- AREIA      2,0–0,05mm
- SILTE     0,05-0,002mm

- ARGILA     < 0,002mm
ESTRUTURA
É a união das partículas primárias do solo formando agregados, separados entre si pelas superfícies de fraqueza.

A descrição de estrutura é feita no campo, observando-se detalhadamente os agregados por ocasião de sua remoção no perfil.

A anotação é feita na seguinte ordem:
 Grau, Classe, Tipo
Ex: fraca, média, blocos subangulares




Tipo de estrutura

Ex. de ocorrência

PRISMÁTICA
Hz B solos mal drenados
COLUNAR
Hz B solos com excesso de Na trocável
BLOCOS ANGULARES
Hz B solos mal drenados
BLOCOS SUBANGULARES
Hz B solos bem drenados
LAMINAR
Hz E ou Hz compactados
GRANULAR
Hz A



Fig. Tipos de estrutura do solo


   CONSISTÊNCIA
É o termo usado para designar manifestações das forças físicas de coesão e adesão entre as partículas do solo, conforme variações dos graus de umidade.
Determinação
Solo seco  dureza
Solo úmido  friabilidade
Solo molhado  plasticidade
          pegajosidade
4 Influenciam na consistência do solo Õ Umidade, textura, tipo de argilominerais, CTC e Matéria Orgânica.
    
  POROSIDADE DO SOLO
Volume do solo ocupado pela água e pelo ar.
Quanto à quantidade:poucos, comuns, muitos
Quanto ao tamanho:
-       Sem poro visível          
-       Muito pequenos (<0,5mm)
-       Pequenos (0,5–1,0mm)   - Grandes (3-5mm)
-       Médios (1–3mm)   - Muito grandes (> 5mm)
   CEROSIDADE
Aspecto brilhante/ceroso que ocorre na superfície dos agregados, decorrente de  material coloidal (argila ou óxido de ferro).
Determinação
Quanto ao grau de desenvolvimento
Fraca, moderada e forte
Quanto à quantidade
Pouco, muito e abundante

“SLICKENSIDE”  superfícies alisadas e lustrosas devido a expansão e contração do material (argila 2:1), por processos alternados de umedecimento e secagem.


   CIMENTAÇÃO
Presença de agente cimentante: carbonato de cálcio, sílica, óxido Fe e Al.
 solo  constituição dura e quebradiça



    NÓDULOS E CONCREÇÕES MINERAIS
Concentração de material endurecido, com composição química variável.
Identificar o agente cimentante
Efervescência com HCl  carbonato
Efervescência com H2O2  óxido  manganês
Imersão em NaOH  sílica








DESAFIO DE ESTUDOS NA SEMANA

Os solos são formados através de um conjunto de fatores passivos e ativos atuando sobre a rocha, sendo que o produto do intemperismo é a rocha alterada e solo. Partindo deste contexto, o que é intemperismo? Quais são os fatores controladores do intemperismo?

A água, uma vez que atinge o solo, pode percorrer dois caminhos: infiltrar ou escoar superficialmente. Qual o papel da vegetação nesses processos? Cite pelo menos quatro funções.

Quais são os principais fatores que afetam a erosão hídrica?

12 comentários:

Juscelino Marques disse...

Existe três tipos de erosão hídricas,a superficial, sulcos e a voçorocas. A erosão superficial: É a uniforme que tirea uma pequena camada superior da terra, com a chuva vai formando no solo pequenas partículas que são arrastadas pela força da água, isso acorre em todos os tipos de terreno, por isso que tem que tomar medidas conta a erosão.
Os sulcos: É resultado das irregularidades do solo, devido as enxurradas em alguns locais, as águas descem das encostas e escorrem em pequenos sulcos "valos" com o passar do tempo e a quantidades de água nesse sulcos, os mesmo se transformam em grandes profundidade. "Abrindo na terra fendas enorme levando muito solo".
As voçorocas, tem grandes valas nas encostas e até mesmo em terreno com leve declínio, que pode atingir vários metros de profundidade, esse tipo de erosão tem perda total do solo, destruindo campo, lavouras e até mesmo nas cidades. "Vou citar uma área que é muito visível essa situação que é no município de Boçoroca e a redores, no RS" Acho que era mais ou menos isso.

Juscelino Marques disse...

Preservação do meio ambiente é um compromisso de cada um. Em especial as grades Empresas, os grandes produtores Rurais, os Prefeitos das cidades com tratamento dos esgotos e das autoridades, para evitar e criar meios de combater seriamente,acidentes nas águas como derreamentos de petróleos, desmatamentos e uma politica seria de reflorestamento de arvores nativas.Espero que aos poucos vamos reeducando e conscientizando a todos.

Prof. Eduardo de Almeida disse...

Parabéns Juscelino...por suas importantes colações.

Isabel Portantiolo disse...

A resposta do desafio desta semana esta na pagina 157:
Classe I: terras que praticamente não oferecem limitações de uso no que diz respeito a erosão, podem ser cultivados, são profundos, produtivos, quase planos e fáceis de serem lavrados...

Isabel Portantiolo disse...

Quais são os principais fatores que afetam a erosão hídrica?
Os fatores que afetam a erosão hídrica estre tantos são o clima, tipo de solo, declividade do terreno e manejo do solo.
Acho que é isso (pag 177)
Em pesquisa na internet encontrei como resposta a esta pergunta, os seguintes fatores:
- declividade do terreno;
- textura do solo;
- cobertura vegetal;
- matéria orgânica;
- intensidade da chuva

O que no final da no mesmo, apenas uma maneira diferente de responder

Prof. Eduardo de Almeida disse...

Muito bom!!! parabéns Isabel...

Valéria Silveira disse...

O que é intemperismo? Quais são os fatores controladores do intemperismo?
Intemperismo é o conjunto de modificações de ordem física e química que as rochas sofrem ao surgir na superfície da Terra. Os fatores controladores são a rocha parental, o clima, relevo, fauna e flora e o tempo de exposição da rocha aos agentes intempéricos.

Valéria Silveira disse...

A água, uma vez que atinge o solo, pode percorrer dois caminhos: infiltrar ou escoar superficialmente. Qual o papel da vegetação nesses processos? Cite pelo menos quatro funções.

A presença de vegetação auxilia no aumento da capacidade de infiltração de água no solo e reduz o escoamento superficial. Por meio da interceptação das folhas, a cobertura vegetal contribui para que parte da água seja liberada para a superfície do solo por gotejamento. A vegetação também ajuda a formar matéria orgânica, contribuindo para a estabilidade e teor de agregados no solo, atuando também como filtro de substâncias tóxicas.

Valéria Silveira disse...

Quais são os principais fatores que afetam a erosão hídrica?

Clima: a distribuição, quantidade e intensidade das chuvas são os fatores que exercem grande influência quando o solo está desprotegido.
Natureza do solo: a erosão depende das características físicas como textura, permeabilidade e profundidade.
Declividade do terreno: os terrenos mais inclinados são mais suscetíveis a erosão pois a água escoa com maior velocidade prejudicando a infiltração. Em terrenos planos ou com pouco declive a velocidade de escoamento é menor, tendo maior tempo para infiltração.
Manejo do solo: solos com cobertura vegetal estão em condições ideais para absorção da água e resistem bem à erosão.

Valéria Silveira disse...

Na questão 7 a resposta correta é a letra D.
Classe I: Terras que praticamente não oferecem limitação de uso no que diz respeito à erosão, podendo assim ser cultivadas. No caso de serem usadas intensamente e sucessivamente com plantio de lavouras, é necessário adubações periódicas.

Prof. Eduardo de Almeida disse...

Muito bem..parabéns Valéria.

adriane.marrua@gmail.com disse...

Parabéns, com certeza eese método irá auxiliar os teus alunos!!!